
11 de novembro de 2020
China2Brazil
A "Double Eleven" deste ano vem em meio de um cenário de cortes de consumo devido a pandemia. Grandes empresas de comércio eletrônico da China procuram atingir os consumidores das cidades de pequeno e médio porte que pretendem gastar menos. Enquanto alguns consumidores começaram a festejar a "Double Eleven" e a recuperação econômica na forma de consumir em produtos eletrônicos e de luxo de alta qualidade, muitos optaram por economizar, selecionando produtos mais baratos por motivos de prevenção à incerteza sobre o futuro. As principais empresas de comércio eletrônico da China começaram a atender a consumidores que pesam mais os custo-benefício e considerar estes como uma nova oportunidade de crescimento. Ao mesmo tempo, eles estão acelerando sua expansão para as cidades pequenas e médias da China. A mudança de estratégia vem sendo feita há algum tempo, por conta dos mercados saturados e o aumento da concorrência nas grandes cidades. Outro efeito colateral da pandemia é que as empresas chinesas que anteriormente se concentram nos mercados e exportações do exterior irão acelerar sua mudança para a economia doméstica e explorar novas oportunidades de crescimento nela. Muitos analistas dizem que a prática de conectar indústrias e manufatura mais estreitamente aos consumidores on-line ajudou esses fabricantes a superar a incerteza criada pela pandemia, ao mesmo tempo em que atendia às necessidades de consumidores que pesam mais o custo-benefício. Alibaba e JD testam novo modelo de comércio C2M Em janeiro deste ano, a Alibaba lançou oficialmente um novo aplicativo móvel chamado "Tao Xiao Pu". A plataforma conecta fábricas e pequenos produtores diretamente com os clientes da plataforma, oferecendo em tempo limitado os produtos de baixo valor, como alimentos, de limpeza e higiene, embalagens e dentre outros. Após seis meses, o aplicativo "Tao Xiao Pu" de modelo C2M (consumer to manufacture) atraiu 1,2 milhão de comerciantes para sua plataforma e mais de 70 milhões de usuários mensais ativos na plataforma móvel em setembro. Enquanto isso, a Jingdong (outra grande empresa de E-commerce da China na sigla de JD) disse em uma declaração deste mês que suas vendas no modelo C2M, nos dois primeiros dias do evento "Double Eleven", que começou em 1º de novembro, quase triplicaram em relação ao ano passado, A JD lançou sua plataforma C2M "Jingxi" no ano passado. A empresa disse em seus resultados do primeiro trimestre divulgados em maio que a adição de novos usuários em cidades pequenas e médias na plataforma Jingxi ajudou na recuperação da JD nos impactos da pandemia. Chris Maliken, sócio da Ernst & Young Consulting, disse: "À medida que a China começa a embarcar no seu caminho de recuperação, as multinacionais e as empresas chinesas estão encontrando maneiras de impulsionar o crescimento dos negócios e sobreviver nestes tempos difíceis, explorando novos mercados domésticos chineses". Fonte: Sina News

11 de novembro de 2020
China2Brazil
As duas maiores plataformas de transmissão de jogos ao vivo da China, Douyu e Huya, divulgaram nesta quarta-feira (11) seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2020. Em termos de receita, tanto o Douyu como o Huya mostraram uma forte capacidade de criação de valor: A receita do terceiro trimestre do Douyu aumentou 37% em relação ao ano anterior para 2,55 bilhões de yuans (R$ 2,09 bilhões), com lucro líquido (cálculo não-GAAP) de 98,72 milhões de yuans (R$ 81,07 milhões), um aumento de 36,8% em relação ao ano anterior. A receita da Huya, por outro lado, aumentou 24,3% em relação ao ano anterior para US$ 2,81 bilhões (R$ 2,31 bilhões), enquanto o lucro líquido (cálculo não-GAAP) foi de 361 milhões de yuans (R$ 296,45 milhões), um aumento de 75,0% em relação ao ano anterior. Há um mês, Douyu e Tiger Teeth chegaram a um acordo de fusão do tipo incorporação e espera-se que seja concluída no primeiro semestre de 2021. Naquele momento, Douyu se tornará uma subsidiária privada de propriedade total da Huya e será retirada da lista de Nasdaq. A nova empresa após a fusão terá 67,5% das ações detidas pela Tencent, que se tornará a controladora definitiva da empresa. Segundo o relatório contábil, a receita combinada da Douyu e Huya no terceiro trimestre atingiu 5,36 bilhões de yuans (R$ 4,40 bilhões), com um lucro líquido (cálculo não-GAAP) combinado de 470 milhões de yuans (R$ 386 milhões). Em termos de usuários, no terceiro trimestre, o total de usuários ativos mensais da Douyu foram 194 milhões, 18,6% a mais que no ano anterior; os usuários ativo mensal da plataforma móvel atingiu 59,6 milhões, 14,4% a mais que no ano anterior. Entre eles, o número de assinantes trimestral aumentou 12,7% em relação ao ano anterior para 7,9 milhões. Em contraste, os usuários ativos mensais da Huya foram 172,9 milhões, 18,3% a mais que no ano anterior, os usuários ativos mensais da plataforma móvel foi de 74,2 milhões, 16,3% a mais que no ano anterior, e os assinantes trimestrais foram 6 milhões, 13,2% a mais que no ano anterior. O crescimento contínuo de usuários também impulsionou o aumento da receita de live-streaming. Durante o exercício do relatório, a receita de Douyu oriundos da live streaming foi de 2,345 bilhões de yuans (R$ 1,93 bilhões), 41,3% a mais que no ano anterior, respondendo por mais de 92% da receita total, enquanto a receita da Huya oriundos da live streaming foi de 2,657 bilhões de yuans (R$ 2,18 bilhões), 23,2% a mais que no ano anterior, respondendo por mais de 94% da receita total. Além da receita do live-streaming, todas as outras receitas da Douyu e Huyao vieram de publicidade e outros negócios, com os dois registrando receitas de 198 milhões de yuans (R$ 162,59 milhões) e 158 milhões de yuans (R$ 129,75 milhões) no terceiro trimestre, respectivamente. Fonte: 21caijing

11 de novembro de 2020
China2Brazil
Consumidores já podem selecionar seus produtos e adicionar ao carrinho de compras, junto com os cupons de desconto que a plataforma irá distribuir, para garantir as ofertas Às 5h do dia 11 de novembro terá início o festival global de ofertas 11.11 , que o AliExpress , maior site de compras internacionais do mundo, promove também no Brasil. A ação foi criada originalmente na China pelo grupo Alibaba, ao qual o AliExpress pertence. Os preços especiais, válidos até às 4h59min do dia 13 de novembro, são até 70% mais baratos que em períodos comuns e reúnem itens de marcas como Xiaomi e Apple. Os produtos com descontos, de marcas conhecidas, vendidas por lojas de confiança, oferecem o melhor custo-benefício disponível para compradores brasileiros. Alguns têm dezenas de milhares de unidades vendidas em todo o mundo. Os consumidores já podem ir conferindo as ofertas no site ( pt.aliexpress.com ) e no aplicativo AliExpress (Android e iOS) com antecedência, já preparando seu carrinho de compras para fechar o pedido logo no início do festival; em função da enorme procura, alguns itens mais disputados podem se esgotar nas primeiras horas do evento. No aplicativo, é possível encontrar canais especiais que direcionam o usuário diretamente para itens com frete grátis ou para os produtos disponíveis para entrega pelo serviço “AliExpress Direct” (método que junta pedidos de várias lojas em uma única remessa, reduzindo o custo de frete e prazos de entrega). As promoções mais relevantes serão divulgadas também no reality show A Fazenda e nas redes sociais, onde estarão marcadas com a hashtag #AliExpressInvadeAFazenda. “Esta será a primeira vez em que integraremos no Brasil as ofertas, que consagraram o 11.11 como maior data mundial de compras, com ações que misturam diversão e entretenimento”, afirma Yan Di, country manager do AliExpress. O evento acontece após o AliExpress implementar medidas como três voos fretados semanais para o Brasil, o que reduziu o tempo de entrega de pedidos, ampliar o número de itens com frete grátis e implementar serviço de atendimento em português, além de oferecer novas formas de pagamento, como o parcelamento de compras em 6 vezes sem juros. O AliExpress vai distribuir diferentes cupons de desconto para a campanha do 11.11, que podem já ser sinalizados no carrinho de compras para deixar tudo pronto para utilização no início do festival, já que seu uso é limitado. Se for aplicado um código promocional, os preços dos produtos podem chegar a ter 96% de desconto. Por exemplo, um Xiaomi Mi Band 5 Smart Bracelet pode sair por apenas US$ 1, após a aplicação do cupom de desconto. Os códigos promocionais são limitados. EXEMPLOS DE OFERTAS Xiaomi Mi Band 5 Smart Bracelet – por US$ 24,99 no 11.11 Usando o código promocional XMB1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 1,00 https://pt.aliexpress.com/item/4001117114034.html Xiaomi Mi TV Stick – por US$ 32,50 no 11.11 Usando o código promocional TV1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 9,90 https://pt.aliexpress.com/item/4001248951692.html POCO X3 – por US$ 209,00 no 11.11 Usando o código promocional POCO1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 119,00 Link: https://pt.aliexpress.com/item/4001328159542.html InFace Skin Care Device – por US$ 22,99 no 11.11 Usando o código promocional IFE1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 1,00 https://pt.aliexpress.com/item/4001211668637.html CUPONS DE DESCONTO DO 11.11 Confira mais opções de cupons de desconto, que têm uso limitado ( nomes dos cupons precisam ser usados sempre em caixa alta ): Novos usuários ganham descontos em sua primeira compra no site (para PC) ou no aplicativo. Basta fazer o cadastro; Cupom ONZE3 – US$ 3 de desconto a cada US$ 30 em compras; Cupom ONZE15 – US$ 15 de desconto a cada US$ 120 em compras; Cupom MEGA1111 – US$ 50 de desconto a cada US$ 499 em compras. Sobre o AliExpress Lançado em 2010, o AliExpress ( www.aliexpress.com ) é um marketplace global que dá aos consumidores em todo o mundo a possibilidade de comprar diretamente de fabricantes e distribuidores. A organização pretende se tornar uma plataforma para que comerciantes de todas as partes do mundo possam vender local e globalmente. O AliExpress opera em vários idiomas, entre eles português, inglês, russo, espanhol, italiano e francês. Sobre o Alibaba Group O Alibaba Group é uma multinacional de tecnologia cuja missão é tornar mais fácil fazer negócios em qualquer lugar na era digital. O grupo pretende construir a infraestrutura comercial do futuro, visando que seus clientes possam se encontrar, trabalhar e viver inseridos no universo do Alibaba, que será uma empresa que durará pelo menos 102 anos. Informações para a imprensa Approach Comunicação Anita Mori – anita.mori@approach.com.br Beatriz Santos – beatriz.santos@approach.com.br Vantuyl Barbosa – vantuyl.barbosa@approach.com.br

11 de novembro de 2020
China2Brazil
Festival oferecerá produtos de marcas famosas, com descontos de até 70% e entrega expressa via voos fretados Criado pelo grupo Alibaba, ao qual pertence o AliExpress, o festival de ofertas 11.11 tem início às 5h de amanhã (11) e vai até 4h59min do dia 13 de novembro. Nestas 48h, o maior site de compras internacionais do mundo oferecerá descontos de até 70% em milhões de produtos, como itens de marcas como Apple e Xiaomi, no site https://pt.aliexpress.com/ e no aplicativo (Android e iOS). Ainda dá tempo dos consumidores adicionarem a seu carrinho de compras os produtos que desejam e se prepararem para fechar o pedido logo que os descontos forem válidos, nas primeiras horas do dia 11. O marketplace AliExpress também vai distribuir diferentes cupons de desconto para a campanha do 11.11, que podem já ser sinalizados no carrinho de compras para ampliar o nível de desconto. Novos usuários, sem histórico de compras no AliExpress, têm direito a descontos mais agressivos em sua primeira compra. A recomendação para se adicionar itens desejados ao carrinho, com antecedência, dá-se em função de produtos muito procurados eventualmente se esgotarem já nas primeiras horas do festival. Este ano, o AliExpress prevê para o 11.11 três vezes mais vendedores internacionais (de fora da China) e três vezes mais compradores globais participando do festival, em comparação a 2019. Na cerimônia de abertura do festival, promovida pelo grupo Alibaba, em Shangai, mais de 100 artistas participaram, incluindo Katy Perry e Jackie Chan. A estrela Taylor Swift também marca presença no 11.11 participando de uma ação de live commerce com a influenciadora Viya Huang. Para assegurar entregas rápidas após as compras do festival, o AliExpress manterá três voos fretados semanais para o Brasil, o que permite, por exemplo, aproveitar as vendas do 11.11 para adquirir presentes para o Natal. Sobre o AliExpress Lançado em 2010, o AliExpress ( www.aliexpress.com ) é um marketplace global que dá aos consumidores em todo o mundo a possibilidade de comprar diretamente de fabricantes e distribuidores. A organização pretende se tornar uma plataforma para que comerciantes de todas as partes do mundo possam vender local e globalmente. O AliExpress opera em vários idiomas, entre eles português, inglês, russo, espanhol, italiano e francês. Sobre o Alibaba Group O Alibaba Group é uma multinacional de tecnologia cuja missão é tornar mais fácil fazer negócios em qualquer lugar na era digital. O grupo pretende construir a infraestrutura comercial do futuro, visando que seus clientes possam se encontrar, trabalhar e viver inseridos no universo do Alibaba, que será uma empresa que durará pelo menos 102 anos. Informações para a imprensa Approach Comunicação Anita Mori – anita.mori@approach.com.br Beatriz Santos – beatriz.santos@approach.com.br Vantuyl Barbosa – vantuyl.barbosa@approach.com.br

10 de novembro de 2020
China2Brazil
A principal autoridade de saúde da China emitiu novas diretrizes sobre desinfecção geral para alimentos importados de tipo frio. O edital, divulgado nesta segunda-feira, exigia que órgãos governamentais organizassem e implementassem o trabalho de desinfecção preventiva para realizar todo o processo de controle e rastreabilidade em malha fechada, de forma a minimizar o risco de importação do novo coronavírus por meio de alimentos congelados importados. A Comissão Nacional de Saúde também listou responsabilidades detalhadas para departamentos de alfândega, transporte, saúde, supervisão de mercado e regulamentação. O aviso dizia que os alimentos importados de tipo frio serão desinfetados em áreas como inspeção portuária, transporte, embalagem e armazenamento, atacado e varejo, antes de entrarem em contato com pessoas na China. O documento afirma que as embalagens internas e externas de containers de alimentos importados de tipo frio, bem como seus veículos de carregamento, precisam ser desinfetados. Os produtos importados com resultados de teste positivos devem ser devolvidos ou destruídos de acordo com os regulamentos. A unidade de implementação de desinfecção deve manter registros detalhados do trabalho de desinfecção, incluindo a data, pessoal, localização, objeto de desinfecção, nome do desinfetante, concentração e duração da ação, etc., e as informações e registros relevantes devem ser mantidos por pelo menos dois anos, conforme edital. Além disso, os operadores de produção de alimentos são obrigados a obter um certificado de desinfecção emitido pela unidade de desinfecção para produtos alimentícios importados da cadeia de frio, e quaisquer produtos sem certificação não podem ser vendidos. No setor de transporte doméstico, o departamento de transporte deve supervisionar e orientar as empresas de logística da cadeia de produtos frios para verificar rigorosamente os documentos de desembaraço aduaneiro e implementar medidas como desinfecção de veículos de transporte, embarcações e outros equipamentos de transporte de carga e proteção pessoal do pessoal da linha de frente. Embora a pandemia esteja basicamente sob controle na China, novos casos de infecção de alimentos importados da rede de produtos frio surgiram nos últimos meses. Fonte: Pandaily

10 de novembro de 2020
China2Brazil
Texto escrito pelo pesquisador do Instituto do Banco de Desenvolvimento da China (CDB, sigla em inglês), Wu Zhifeng, não representando a posição da China2Brazil. A meu ver, após a tomada de posse do governo Biden, a primeira coisa a tratar ainda são os problemas domésticos dos Estados Unidos, que é a mobilização de cargos em larga escala para lidar com a pandemia da covid-19, lançamento da segunda rodada de medidas de resgate financeiro com o Congresso, serão feitas ajustes subversivos nas política fiscais e de saúde do Trump, que vão ocupar o maior tempo do governo Biden. Portanto, os ajustes da política externa com a China são uma preocupação secundária no início, e espera-se que o governo Biden os deixe claros até o outono do próximo ano ou até mais, que é exatamente o que eu acredito ser o período de oportunidade para tomar iniciativas preventivas. Como Biden ajustará sua política contra a China? Isto precisa ser estudado em profundidade, de forma ampla, das seguintes maneiras. Os valores de Biden Biden foi eleito para o Senado aos 30 anos de idade, tem experiência de quarenta e sete ano nos cenários político em Washington, D.C., exerceu o cargo de Presidente do Comitê Judiciário do Senado e Presidente do Comitê de Relações Exteriores, é o parceiro de Obama há oito anos no Vice-Presidente. Diferente do Trump que participou da política por poucos anos, a vasta experiência dele deixa pouco espaço para erros. Mas se julgarmos Biden somente como um veterano experiente e um velho de 80 anos sem conquistas, isso pode ser muito errado. A história de Biden mostra um homem comprometido com a sua ideologia, muito motivado, resiliente e persistente. Ele concorreu pela primeira vez à presidência em 1988 com a promessa de "reacender a chama do idealismo em nossa sociedade", depois concorreu às eleições primárias do partido democratas em 2008 e ganhou a proposta do Obama de torná-lo vice-presidente. Em 2016 ele abandonou a concorrer ao presidente devido à morte de seu filho mais velho, mas guardou o desejo do filho de ver o pai no cargo do presidente e, neste ano, aos 77 anos de idade concorreu ao cargo e venceu Trump tornando-se presidente. Ele fez um discurso em Gettysburg no início de outubro que capturou os pontos chaves das questões sociais do EUA. A adesão de Biden aos valores liberais tradicionais e a crença no papel orientador da democracia americana contrastam fortemente com o realismo. Os valores liberais de Biden desempenharão um enorme papel na união de aliados internacionais, e agora que os líderes britânicos, franceses e alemães enviaram cartas de congratulações a Biden, espera-se que os governos alemão e francês retornem à bandeira da diplomacia dos valores americanos e que a relação EUA-UE seja fortalecida. Equipe de Biden das políticas externas com a China Em comparação com a equipe de Trump, que age como falcão da guerra (War Hawk, em inglês) como Bannon, Pompeo e Navarro, a equipe de Biden será mais racional e diversificada, composta principalmente por Anthony Blinken, Erik Ratner, Susan Rice, Kurt Campbell, Jack Sullivan, Samantha Powell, Thomas Donilon e Ben Rhodes. Todos estes são veteranos da era Obama, colegas de Biden há muitos anos, incluindo Blinken, que foi conselheiro quando Biden foi presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado, e mais tarde como conselheiro de segurança nacional do Vice-Presidente Biden, e provavelmente servirá como secretário de Estado na administração Biden. Rice foi embaixador de Obama nas Nações Unidas e conselheiro de segurança nacional, dando a Biden um grande apoio na campanha deste ano. Campbell serviu como Secretário de Estado Adjunto para Assuntos do Leste Asiático e do Pacífico durante o primeiro mandato de Obama. A política dessas pessoas em relação à China será muito diferente da era Trump. Por exemplo, Blinken disse em um evento da Câmara de Comércio dos EUA em setembro, "Acho que tentar se desacoplar completamente da China, como alguns sugeriram, é irrealista e, em última análise, contraproducente". Sullivan e Campbell também argumentaram que "Uma mentalidade de Guerra Fria tornaria os EUA não competitivos a longo prazo, e simplesmente enfatizar a contenção da China não funcionaria [...]”. Em abril, Rice, Blinken e Sullivan e mais de 100 ex-funcionários e acadêmicos emitiram uma declaração pedindo que o governo dos Estados Unidos cooperassem com a China na luta contra covid-19. Em sua campanha, Biden disse que a Rússia é a maior ameaça para os Estados Unidos e que a China é seu maior concorrente. Há uma diferença entre essa afirmação e a de Trump. Membros centrais como Blinken devem apoiar o ajuste de Biden à sua política com China, com base na tradição internacionalismo liberal, sua crença na influência dos valores democráticos americanos, reconhecer que as alianças feitas pelo Estados Unidos são sua principal fonte de força, e sua oposição e acusação de que a política America First do Trump tem minado a influência dos EUA nas organizações internacionais. Isto prefigura um grande ajuste na política externa da administração Biden e da China. Prevendo os principais ajustes políticos de Biden em relação à China Michael R. Pompeo assegura uma postura rígida baseada em um confronto binário, o que leva ao risco da China e dos Estados Unidos passarem diretamente do diálogo para a dissociação. A administração Biden ainda verá a China como seu maior concorrente para conter, mas reacolherá a diplomacia dos valores de relações internacionais, com um ajuste dramático na abordagem e uma desescalada da confrontação direta. O governo Biden voltará gradualmente a organizações e acordos que se retiraram na era Trump, fortalecerá sua liderança em organizações internacionais, reparará alianças danificadas pelo governo Trump e formará uma nova rede de contenção contra a China. Em termos de relações econômicas e comerciais, Biden pode retornar o mais rápido possível à TPP (Parceria Transpacífica), e retardar o acordo RCEP através de aliados como Japão, Austrália e Coréia do Sul, enquanto reinicia o TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento) com a Europa para conseguir contrair o comércio da China com o mundo. Em termos de diplomacia política e segurança, Biden irá reiniciar a estratégia de "retorno à Ásia-Pacífico" do governo Obama, mas não irá simplesmente relançá-la. Irá absorver a "estratégia Indo-Pacífico" que a administração Trump já está avançando, integrando os pontos fortes das duas estratégias e enfatizando a importância da estratégia de "retorno à Ásia-Pacífico". O governo Biden voltará gradualmente a organizações e acordos que se retiraram na era Trump, fortalecerá sua liderança em organizações internacionais, reparará alianças danificadas pelo governo Trump e formará uma nova rede de contenção contra a China. Em termos de relações econômicas e comerciais, Biden pode retornar o mais rápido possível à TPP (Parceria Transpacífica), e retardar o acordo RCEP através de aliados como Japão, Austrália e Coréia do Sul, enquanto reinicia o TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento) com a Europa para conseguir contrair o comércio da China com o mundo. Em termos de diplomacia política e segurança, Biden irá reiniciar a estratégia de "retorno à Ásia-Pacífico" do governo Obama. Não simplesmente irá relançá-la, mas absorver a "estratégia Indo-Pacífico" que a administração Trump já está avançando, integrando os pontos fortes das duas estratégias e enfatizando a importância do papel de aliados como Japão, Austrália e Índia, aumentando a pressão sobre os países da ASEAN e formando uma opressão geopolítica mais sistemática da China, é provável que o sistema da OTAN na Ásia-Pacífico ainda continue a avançar. O que a China tem que lidar na era Biden será um sistema composto, ou seja, TPP + TTIP + retorno à estratégia Ásia-Pacífico + Indo-Pacífico. A guerra comercial continuará, e a rivalidade comercial e tecnológica entre EUA e China só pode ser resolvida a longo prazo. Embora haja muitas vozes opostas na equipe de Biden, como Thomas Donilon escrevendo em Foreign Affairs em junho de 2019, criticando a guerra comercial de Trump como a forma errada de competir com a China. Mas especificamente na guerra comercial e tecnológica entre EUA e China, as tarifas impostas pela administração Trump, os acordos da primeira fase que foram permitidos e as restrições às importações de chips da Huawei serão cancelados ou não? Não creio que as respostas a estas perguntas específicas venham muito cedo. A razão é que esta não é a questão mais urgente que o governo Biden precisa enfrentar no momento. E mesmo se a equipe Biden se opuser a essas políticas Trump, muitas dessas políticas se tornaram leis aprovadas pelo Congresso, e mesmo que quisessem mudá-las, precisariam passar por um processo sistemático de consideração e procedimento. Algumas das medidas já tiveram um bom efeito e alcançaram benefícios reais, os americanos, independentemente do partido ou facção, não abrirão mão dos benefícios que alcançaram. Em vez disso, a equipe Biden usará os trabalhos de Trump para projetar uma nova rota de políticas. Portanto, a incerteza dos ajustes políticos é maior nas guerras comerciais e tecnológicas. Acreditamos que a política externa só será clara depois que a equipe Biden avaliar completamente a reação do mercado e da comunidade científica, dessa forma, traçar um plano de resposta sistemático, mas podemos esperar que Biden esteja mais inclinado a ouvir a voz do mercado e da globalização, e esperamos cancelar algumas políticas se houver um forte apelo das empresas e empresas tecnológicas americanas. Finalmente, gostaria de enfatizar que, embora exista um consenso nos partidos do Congresso dos Estados Unidos de que a China é o maior concorrente estratégico, isso não significa de forma alguma que a dissociação da relação e o confronto entre a China e os Estados Unidos seja inevitável. Há ainda um longo caminho a percorrer desde o consenso até a implementação da estratégia, e há muitas incertezas no processo da implementação. Do ponto de vista da sua equipe, pode-se ver que a administração Biden fará grandes ajustes em sua política com a China. Se a China puder estudar o assunto em profundidade e tomar a iniciativa de compreender as mudanças nos pontos de vista da equipe de Trump para o Biden, ganhará mais chances no futuro. Fonte: 21jingji.com

10 de novembro de 2020
China2Brazil
Embora a epidemia global de covid-19 continue a se espalhar, a intenção de comércio não diminuiu. Na 3ª CIIE a intenção acumulada de vendas total resultou em R$ 388.74 bilhões, um aumento de 2,1% em relação à sessão anterior. O vice-diretor da Exposição Internacional da Importação da China, Sun Chenghai, disse na coletiva de imprensa, que a Feira está de acordo com as exigências de "melhor a cada temporada". Com uma área total de exposição de quase 360.000 m², uma expansão de quase 30.000 m² em comparação com a última edição, expositores de variados países e regiões estrearam um grande número de produtos, tecnologias e serviços novos, realizaram 101 atividades complementares, quase 400.000 visitantes profissionais registrados, e mais de 3.000 jornalistas nacionais e estrangeiros participando. A Feira deste ano teve 411 novos produtos, tecnologias e serviços, Houve a participação de 80% das 500 maiores empresas do mundo e empresas líderes da indústria. O visual das exposições melhorou mais ainda, a porcentagem de expositores que optaram por personalizar a área de exposições chegou a 94%. Vários ministérios e comissões nacionais ofereceram políticas de apoio, tais como incentivos fiscais, facilitação de desembaraço aduaneiro e acesso ao mercado, trazendo mais praticidade aos expositores. Cada uma das seis áreas de exposição na 3° CIIE destacaram-se e promoveram as suas qualidades únicas: A zona de Alimentos e Produtos Agrícolas teve o maior número de expositores, com 1.264 expositores de 93 países. Na zona automotiva, as sete maiores empresas da área estavam todos presentes, dentre eles, as listadas nas 500 maiores empresas do mundo obtiverem uma área de mais de 90% da categoria A zona de equipamentos técnicos destaca a apresentação de automação, fabricação inteligente, digitalização industrial, energia, soluções gerais e outros conteúdos, liderando a tendência de inovação da indústria. A zona de bens de consumo ocupou a maior metragem de área de exposição, ultrapassando 90.000 m². A zona de serviços reúne as principais empresas do mundo setores de finanças, logística, consultoria, inspeção e testes, cultura e turismo, em conjunto, criam um serviço inteligente para capacitar toda a cadeia industrial. Na zona de dispositivos médicos e de saúde, registraram o maior número de produtos e tecnologias novas, totalizando mais de 120 peças, com todos os 10 maiores expositores da indústria farmacêutica e 14 maiores expositores da indústria de dispositivos médicos presentes. Fonte: 21caijin Fonte das fotos: site oficial da CIIE

9 de novembro de 2020
China2Brazil
Não é exagero dizer que o "Genshin Impact" é um dos jogos mais populares do mundo, desde setembro. O atual recorde de receita do game foi estabelecido em 21 de outubro, quando a receita estimada do jogo na App Store e Google Play atingiu 92,63 milhões de yuans (cerca de 75 milhões de reais), superando as maiores vendas diárias de "Honra dos Reis", "Elite Pacífica" e "PUBG Mobile". No primeiro mês do lançamento do jogo na plataforma móvel, foram gerados mais de 1,6 bilhão de yuans em receita (cerca de 1,3 bilhão de reais), e a empresa desenvolvedora do jogo, miHaYo, ganhou o segundo lugar na lista global de receitas em outubro, perdendo apenas para a Tencent, líder do setor há décadas. Gráfico ilustrando os TOP 5 das receitas dos jogos no período de 09 de setembro a 27 de outubro. De acordo com os dados da Sensor Tower, desde seu lançamento em 28 de setembro, o jogo da miHaYo se tornou rapidamente um dos jogos mais populares do mundo, em 30 dias ultrapassou Glory of kings, PUBG Mobile e Game for Peace em termos de receita, realizando US$245 bilhões nesse período. A China é o maior mercado da Genshin Impact, somente na plataforma iOS registrou mais de 82 milhões de yuans (66,57 milhões de reais) de receita, representando 33,5% da receita total global do jogo nas plataformas App Store e Google Play. Os mercados internacionais contribuíram com quase 1,08 bilhão de yuans (cerca de 880 milhões de reais), ou 66,5% do total. O Japão foi o segundo maior mercado atrás da China, respondendo por 24%, enquanto o mercado dos EUA ficou em terceiro lugar, respondendo por 18,3%. Segundo a Sensor Tower, graças ao excelente desempenho do jogo "Genshin Impact", a receita da miHaYo cresceu 567% em outubro em relação ao mês anterior, e ficou em segundo lugar de receita global das editoras, superando grandes empresas estrangeiras como Playrix e Zynga, que vêm estabelecidos há anos, e se tornando a mais jovem na liderança da indústria de games. Fonte do texto: yicai.com Fonte da imagem: Página oficial da Genshin Impact brasil Fonte do gráfico: Sensor Tower

9 de novembro de 2020
China2Brazil
Os fabricantes de smartphones da China começaram a entrar no mercado 5G em 2020, conforme a diminuição dos impactos da pandemia e a recuperação da economia. A competição do mercado intensificou-se, e a aproximação do evento de compras online de 11/11 (Double 11 ou Dia dos Solteiros) agravou o ambiente competitivo. Na China, 60% dos smartphones vendidos em setembro foram telefones 5G, sendo o quarto mês consecutivo em que eles ocuparam mais de 60% do total de remessas, de acordo com dados coletados pela China Academy for Information and Communications Technology (CAICT) A competição se manifestou na grande guerra de preços em que a Oppo's Realme estabeleceu o preço mais baixo no mercado de smartphones 5G por 948 yuans (aproximadamente R$ 767,81) com seu Realme Q2i. O Realme V3 também tem um preço baixo de 999 yuans (aproximadamente R$ 808). Além da Realme, Oppo, Huawei, Honor, Vivo e Xiaomi lançaram seus smartphones de baixo custo com preços que variam de 1.000 a 2.000 yuans (aproximadamente R$810,76 a R$1626,90). O mercado de smartphones da China ainda está se recuperando de uma queda profunda. Os embarques de setembro alcançaram apenas 23,33 milhões de unidades, queda de 35,6% ano a ano. Foram cerca de 226 milhões de smartphones vendidos no total, nos primeiros nove meses, uma queda de 21,5% ano a ano. Em termos de smartphones 5G de alto padrão, a Apple lançou seu primeiro produto 5G, o iPhone 12, em outubro, agitando ainda mais a competição 5G, seguido pela recém-lançada série Mate 40 da Huawei. As marcas de smartphones optam por lançar novos telefones antes do festival Double 11 para explorar o potencial de compras. De acordo com dados da Realme, as vendas de smartphones Realme atingiram 100 milhões de yuans em apenas 18 minutos após o festival Double 11 ter começado em 01 de novembro. De acordo com a Oppo, as vendas de seus produtos inteligentes, incluindo smartphones, relógios inteligentes e acessórios para telefone, ultrapassaram o total de suas vendas no ano passado em apenas um segundo, com um aumento diário de 24 vezes. Fonte: Pandaily

9 de novembro de 2020
China2Brazil
O Instituto de Economia de Oxford divulgou seu relatório "Huawei's Economic Impact on Europe", observou que as operações da Huawei na Europa geraram 16,4 bilhões de euros em benefícios econômicos no exercício de 2019. Além disso, segundo o relatório, criaram-se cerca de 224.300 empregos e 6,6 bilhões de euros em impostos, seja diretamente ou através de sua cadeia de fornecimento. Na cerimônia "Huawei Innovation Day", Pete Collings, Chefe da Consultoria de Impacto Econômico da Europa e Oriente Médio do Instituto de Economia de Oxford, explicou que a Huawei empregava 13.800 pessoas na Europa em 2019, um aumento de quase 30% em relação a 2015, enquanto "estimamos que, de 2015 a 2019, as compras da Huawei a fornecedores europeus estiveram próximas de 31 bilhões de euros, o que inclui tanto as necessidades de fornecimento local da Huawei na Europa quanto as necessidades de fornecimento global. Destes 31 bilhões de euros, 30% foram feitas no ano 2019, refletindo o aumento contínuo das compras da Huawei aos fornecedores europeus". Em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a Huawei está em quinto lugar, de acordo com o Ranking de Investimento em P&D Industrial da UE (União Europeia) de 2018/2019. É relatado que, desde 2010, os 23 laboratórios da Huawei acumularam investimentos em P&D de mais de US$ 1 bilhão. E no ranking de registro de patentes do ano 2019 do Instituto Europeu de Patentes (EPO, sigla em inglês), a Huawei ficou em primeiro lugar. Liu Kang, representante-chefe da organização Huawei na UE, disse: "Em 2019, a contribuição direta da Huawei ao PIB da Europa é de 2,8 bilhões de euros, com uma taxa média de crescimento de 11,4% nos últimos cinco anos. No período excepcional de 2020, a Huawei está garantindo o funcionamento estável e seguro das redes virtuais na Europa para atender às necessidades das pessoas de escritório e educação on-line. A Huawei vem se desenvolvendo na Europa há duas décadas, criando raízes locais e trabalhando em conjunto para promover o desenvolvimento industrial". Fonte: 21caijin