
1 de março de 2021
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Em 1º de março, numa coletiva de imprensa no Escritório de Informação da China, o Ministro da Indústria e Tecnologia da Informação, Xiao Yaqing, apresentou que, durante o 13º Plano Quinquenal (2016-2020), o valor agregado industrial da China aumentou de RMB 23,5 trilhões (US$ 3,63 trilhões) para RMB 31,3 trilhões (US$ 4,84 trilhões), tornando-se a maior potência industrial do mundo por 11 anos consecutivos. A participação da indústria manufatureira contribuiu em quase 30% da indústria manufatureira mundial. Xiao Yaqing informou que a China abrirá totalmente seu setor de manufatura geral, irá liberar ordenadamente as restrições de acesso ao investimento estrangeiro no setor de telecomunicações e atrairá mais projetos de manufatura de alto padrão de propriedade estrangeira para o país. E ao mesmo tempo, disse que a China fará a estrutura básica da indústria avançada e da modernização da cadeia industrial; focará nos principais componentes básicos, equipamentos e processo de fabricação modernos, materiais básicos essenciais, software industrial; intensificará os esforços na inovação científica e tecnológica em todos os níveis para melhorar continuamente a resistência e a elasticidade da cadeia industrial para garantir que ela mantenha em patamar internacional. Na coletiva de imprensa, Xiao Yaqing complementou que a taxa média de crescimento do valor agregado da indústria de alta tecnologia atingiu 10,4% durante o período do 13º Plano Quinquenal, que foi 4,9 pontos percentuais superior à taxa média de crescimento do valor agregado da indústria acima da escala (classificação chinesa para a escala da indústria). Além disso, o valor agregado da indústria de serviços de tecnologia da informação e software de transmissão de informação também aumentou significativamente, de cerca de 1,8 trilhão de yuan para 3,8 trilhões de yuan, e sua proporção no PIB aumentou de 2,5% para 3,7%. "O 14º Plano Quinquenal propõe acelerar a construção de um novo padrão de desenvolvimento, tendo a circulação doméstica como base e a circulação nacional e internacional se promovendo mutuamente. Xiao Yaqing apontou que a construção de um novo padrão de desenvolvimento é uma reforma sistêmica e profunda. Para construir um novo padrão de desenvolvimento, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação é o principal campo de batalha e a principal força que deve fazer esforços em quatro áreas: Intensificar a independência da ciência e tecnologia e, aumentar a capacidade de inovação da cadeia industrial; Manter o sistema integral da cadeia industrial e intensificar a base industrial avançada e da modernização da cadeia industrial; Expandir a demanda interna, circular a economia nacional e acelerar na melhoria da qualidade do sistema de abastecimento da indústria manufatureira; Promover a sinergia entre o ciclo duplo internacional e doméstico e elevar mais o nível de abertura para o exterior. Fonte: 21st Century Business Herald

26 de fevereiro de 2021
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O Festival das Lanternas é um festival chinês que marca o fim das celebrações do Ano Novo Chinês. Também é conhecido como Festival Yuan Xiao ou Festival das Lanternas da Primavera e, é comemorado no 15º dia do primeiro mês no calendário lunar chinês. As celebrações do Ano Novo Chinês podem durar até 16 dias, sendo sete dias de feriado. As festividades atingem o clímax com o Festival das Lanternas, que ocorre no 15º dia do primeiro mês lunar chinês. Em 2021, é comemorado em 26 de fevereiro. Ao longo dos anos, o festival ganhou múltiplos significados. Há uma razão pela qual o Festival Lanterna também é chamado de Yuan Xiao. Uma grande parte do Festival envolve comer a sobremesa tradicional, Yuanxiao. Esta bola de arroz doce, também chamada Tangyuan, é feita de farinha de arroz glutinoso e água. Ela normalmente é recheada com doce de gergelim, e depois é frita ou fervida antes de comer. Em geral, o dia é de reconciliação e de convívio: reunião com os membros da família e socialização com os amigos. Há também iluminação de lanternas à noite, assim como desfiles e até mesmo dança do leão. Data do Festival das Lanternas de 2021 Quando é o Festival das Lanternas de 2021? Em 2021, o Festival das Lanternas acontece na sexta-feira, 26 de fevereiro. Isso ocorre 15 dias após o início do Ano Novo Chinês, ou seja, 15 dias após o início do Ano Novo do Boi. Normalmente, o Festival das Lanternas cai em fevereiro. O Festival das Lanternas da China muda todos os anos. Em 2022, o Festival das Lanternas será na terça-feira, 15 de fevereiro. Em 2023, será no domingo, 5 de fevereiro. Onde é celebrado o Festival das Lanternas? O Festival das Lanternas se origina e é celebrado em toda a China. Grandes celebrações costumam acontecer em Nanjing, Pequim e Xangai, além de qualquer outro lugar do mundo que marque a importância do Ano Novo Chinês. Existem muitos festivais diferentes na Ásia envolvendo lanternas, então não confunda este com o Festival do Meio Outono ou o Festival das Lanternas Pingxi de Taiwan. Fonte: Edinburgh News; Metro

26 de fevereiro de 2021
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A Academia Chinesa de Ciências, calculou que 9 dos TOP 20 principais portos do mundo são da China, e o desenvolvimento do transporte de contêineres da China continua sendo o centro e a base para um desenvolvimento global estável. Segundo os dados do Ministério dos Transportes da China, os portos do país completaram 14,5 bilhões de toneladas de carga acumulada em 2020, 4,3% acima de 2019, e o superávit comercial da China cresceu 27,4% naquele ano. A produção de contêineres em 2020 no Porto de Xangai, também o primeiro da lista, atingir um novo recorde mesmo em um ambiente internacional desfavorável, liderando o mundo pelo 11º ano. De acordo com o “Relatório estimativo dos TOP20 portos de conteineres do mundo", divulgado pela Academia Chinesa de Ciências em setembro de 2020, no ano passado a China ainda era responsável sete dos 10 principais portos de contêineres, porém o resultado foi maior que a estimativa feita no relatório. Segundo a imagem, os dados acentuados na cor vermelha são os portos chineses, na qual são representados respectivamentes por: Porto de Xangai (4350 TEUs); Porto Ningbo Zhoushan (2872 TEUs), situada na província de Zhejiang; Porto de Shenzhen; Porto de Guangzhou; Porto de Qingdao, situada na província de Shandong; Porto de Tianjin; Porto de Hong Kong; Porto de Xiamen (1141 TEUs), situada na província de Fujian; Porto de Kao hsiung; situada em Taiwan. Fonte do gráfico: Ministério de Transporte da China; Alphaliner; dydata Fonte: Dydata; Qianzhan

25 de fevereiro de 2021
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A China afirmou no ano passado ter cumprido uma meta longamente proclamada de tirar toda a sua população da pobreza extrema. O presidente Xi Jinping anunciou o feito como uma “grande vitória” que o Partido Comunista Chinês queria alcançar antes do centenário de sua fundação em 2021. Segundo o jornal chinês China Daily, a China contribuiu com 70% da erradicação da pobreza mundial. O que é considerado pobreza? A linha de pobreza da China é de cerca de US$ 2,30 por dia - um pouco acima do limite mínimo do Banco Mundial de US$ 1,90, mas abaixo do que é recomendado para medir os países de renda mais alta. As autoridades locais têm ido de porta em porta para determinar quem está em condições de pobreza, medindo por renda, condições de moradia, falta de seguro médico e se membros da família abandonaram a escola. Algumas famílias que possuem carros ou grandes equipamentos agrícolas foram automaticamente excluídas da consideração, independentemente de suas outras circunstâncias. O que foi alcançado? A China tirou mais de 800 milhões de pessoas da pobreza extrema após o lançamento de reformas econômicas na década de 1970, disse o Banco Mundial. Sua taxa de pobreza extrema caiu de 66,3% em 1990 para apenas 0,3% em 2018 - representando mais de 60% da redução da pobreza global, de acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais. Quase todos agora concluem a escolaridade obrigatória, correspondendo ao nível médio dos países de alta renda do mundo, e as Nações Unidas afirmam que a taxa de mortalidade infantil também despencou nas últimas duas décadas. “Para a grande maioria dos chineses, a vida melhorou dramaticamente no tempo de uma geração”, disse o diretor do Banco Mundial, Martin Raiser. É sustentável? Depois que o crescimento macroeconômico ajudou a elevar os padrões de vida nas últimas décadas, Pequim deve agora buscar estratégias mais novas para aqueles que estão à beira da linha de pobreza, disse o professor de economia da University of Western Ontario, Terry Sicular. Em muitos locais, os governos locais que em grande parte suportaram o fardo da melhoria dos padrões de vida, também enfrentam recursos fiscais limitados. Muitos estão altamente endividados, tendo investido pesadamente em infraestrutura para combater a pobreza ou se beneficiado de incentivos fiscais ou subsídios de curto prazo. “A redução da vulnerabilidade econômica no futuro pode exigir um foco maior no investimento em habilidades e na ajuda às pessoas a buscar empregos de maior produtividade nas cidades”, acrescentou Raiser. Fonte: China Daily; SCMP (South China Morning Post)

25 de fevereiro de 2021
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A empresa de tecnologia chinesa, Baidu, anunciou recentemente a produção em massa do seu Chip AI (Inteligência Artificial) de 7nm, desenvolvido totalmente pela empresa. De acordo com o relatório, o chip “Kunlun-2” de 7nm é um chip voltado para AI que pode suportar tecnologias chaves como reconhecimento de voz e imagem, e pode ser implantado em áreas importantes como motor de busca, internet industrial, transporte inteligente e outros. Pode ser considerado que este é um chip de AI, baseado em nuvem, construído para o negócio central da Baidu. Para muitos, a Baidu é reconhecida pelo seu serviço de motor de busca mas, na verdade, os negócios da empresa vão muito além. A companhia também é líder tecnológica na China, tendo liderança em tecnologias de inteligência artificial, serviços de nuvem e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de chips. (Imagen rederizada ilustrativa do Chip "Kunlun") A Baidu revelou o primeiro chip da geração “Kunlun” em 2018, como o primeiro chip AI baseado em nuvem da China. Somente em 2020 foi oficialmente colocado para a produção em massa, a capacidade inicial de produção era de 20.000 peças/mês. Agora com a produção em massa do chip “Kunlun-2” de 7nm, que tem o desempenho geral 3 vezes melhor em comparação com a geração anterior, trazendo mais entusiasmo e confiança para o mercado. Desde a proibição das empresas Huawei e ZTE por parte do governo dos EUA, o desenvolvimento de chips domésticos e sistemas operacionais domésticos têm recebido muita atenção do mercado chinês, especialmente dos produtos de chips domésticos autodesenvolvidos, como a Hisilicon (vinculada à Huawei), PingTouGe Semiconductor (vinculado à Alibaba), UNISOC (vinculado à Universidade Tsinghua), entre outros. (Imagen rederizada ilustrativa do Chip "Kunlun") Para assegurar a competitividade no mercado internacional, dominar de forma independente as tecnologias núcleo como o P&D de Chips pode garantir o poder de barganha nas negociações internacionais e evitar prejuízos inesperados devido a ineficiência da indústria de chips doméstico. Por esses motivos, várias empresas que não possuem negócios em produção de semicondutores como a Alibaba e Gree (eletrodomésticos) e anunciaram seus planos de "desenvolvimento de chip". Fonte: Zaker

25 de fevereiro de 2021
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A empresa automobilística Geely Auto anunciou no dia 24 de fevereiro que alcançou a melhor proposta de fusão com o Volvo Group. Ambas as partes manterão as operações independentes para assegurar o valor e posicionamento da marca, enquanto cooperam no desenvolvimento de Powertrain (Cadeia cinemática), eletrificação, condução autônoma e operacional. Além disso, as duas empresas automobilísticas expandirão o escopo e a escala das aquisições conjuntas, bem como alcançarão sinergias estratégicas em áreas como canais de vendas no exterior e redes de pós-venda. Cooperação profunda na estruturação do mercado de NE (New Energy; energia elétrica, fotovoltaica, eólica, entre outros.) Com a promoção de políticas e desenvolvimento de mercado, a era inteligente liderada pelos veículos elétricos está crescendo gradualmente, e as empresas tradicionais de veículos a combustível precisam de transformações e inovações. Já em 2015, a Geely Auto havia apresentado a nova estratégia de desenvolvimento de energia "Blue Geely Action", planejando alcançar 90% da receita total representado pelas vendas de veículos NE até 2020. Entretanto, em 2020 as vendas dos veículos NE da Geely foram de 68.100 unidades, representando apenas 5,2% das vendas totais. O plano da Volvo é ainda mais agressivo: até 2025, as vendas de seus modelos totalmente elétricos deverão representar 50% das vendas totais, e até 2030 será totalmente transformado em uma marca de veículos totalmente elétrica. Mas a realidade é que o primeiro modelo totalmente elétrico da Volvo, o XC40 Recharge, foi lançado oficialmente somente em novembro de 2020. Aparentemente, tanto Geely como Volvo ficaram um pouco trás no layout e desenvolvimento de veículos NE. Portanto, após desta fusão, os ambos focarão em 4 quadros: Eletrificação, inteligência, conectividade de rede e compartilhamento; desenvolvimento de uma nova geração de motores híbridos bimotores e motores de combustão interna de alta eficiência; desenvolvimento conjunto e compartilhamento da nova geração de estrutura modular e soluções de condução autônoma com base nas estratégias de SEA (Sustainable Experience Architecture) e estrutura SPA2 de veículos elétricos. Fonte: People’s Daily; ce.cn; 315che.com

24 de fevereiro de 2021
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O distrito de Tongzhou, em Pequim, anunciou recentemente que o Universal Studios Beijing será inaugurado em maio e que uma versão de teste do aplicativo do parque temático já está disponível online com detalhes sobre os shows e passeios temáticos no parque O parque, localizado no leste de Pequim, terá sete terras temáticas, incluindo O Mundo Mágico de Harry Potter, Minion Land e Hollywood. A expectativa é receber mais de 10 milhões de turistas por ano. Assim que for inaugurado, os turistas poderão navegar até a entrada principal, chamada Universal CityWalk Beijing, tomando a linha Batong do metrô de Pequim ou a linha 7 do metrô. A versão de teste do aplicativo inclui uma lista de atrações temáticas que serão reveladas no Beijing Universal Resort, junto com seus projetos de entretenimento e performance. Instalações como lojas e restaurantes no parque também podem ser acessadas no aplicativo. A construção do parque começou em agosto de 2018. É a maior joint venture em Pequim envolvendo uma empresa estrangeira. Fonte da Imagen: China Daily, retirada por Dai Bing; Um local para entretenimento aquático em construção no Universal Beijing Resort em Pequim em 1º de agosto de 2020. Fonte: China Daily

24 de fevereiro de 2021
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Fonte: InsDaily; DataBlog163/NetEase

23 de fevereiro de 2021
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A China está liderando a indústria de aviação civil global na recuperação do impacto da COVID-19. A resiliência econômica do país e o impulso de crescimento continuam a inspirar confiança entre as multinacionais do setor de aviação. A pandemia de COVID-19 atingiu duramente a economia global em 2020. Graças aos métodos de controle eficazes, a economia da China se recuperou e rapidamente restabeleceu as viagens aéreas domésticas. Para as empresas multinacionais do setor, isso significa a continuidade dos negócios em toda a cadeia industrial, incluindo fabricantes de aeronaves, fornecedores de peças e transportadoras aéreas. De modo geral, as multinacionais que operam no setor estão confiantes na resposta da China à pandemia e nas perspectivas de crescimento contínuo no país. Mercado em expansão Entre as multinacionais que se beneficiam da recuperação do mercado da China está a Airbus, que continuou a fornecer aeronaves para a China, apesar das perspectivas econômicas globais difíceis. "O mercado de aviação civil da China mostrou sua resiliência durante a pandemia. Trouxe confiança para participantes da indústria de aviação global como a Airbus", disse George Xu, CEO da Airbus China. "A China desempenha um papel estratégico no mercado global de aviação civil e a Airbus permanece consistente em seu compromisso com a China", disse Xu. Além de vender aviões civis para o mercado em expansão, a Airbus estendeu sua cooperação industrial com a China no setor de manufatura. Em 2008, ela inaugurou a linha de montagem final da família Airbus A320 em Tianjin, no norte da China. A Airbus está comprometida em estender a capacidade de suas instalações de Tianjin, de aeronaves da série A320 de corredor único de fuselagem estreita para aeronaves da série A350 de fuselagem larga, de acordo com a empresa. Outra multinacional que vê grande potencial na indústria de aviação civil da China é a Honeywell Aerospace. A empresa com sede nos Estados Unidos vê um enorme potencial para a aviação geral no oeste da China e está pronta para ajudar a fornecer motores e sistemas aviônicos para uma ampla variedade de aeronaves em construção na China. "Vimos o rápido crescimento do mercado de aviação chinês nas últimas décadas. Acho que continuará a manter um ritmo de crescimento muito forte nas próximas décadas também", disse Steven Lien, presidente da Honeywell Aerospace Ásia-Pacífico. Lien disse que não apenas as companhias aéreas chinesas estão crescendo em sua competitividade em todo o mundo, mas o país está avançando em suas próprias operações de fabricação, como acontece com o C919 e o avião de passageiros ARJ21, desenvolvido pela estatal Commercial Aircraft Corporation of China. "Estamos confiantes sobre a resiliência da economia da China e entusiasmados com os dias que virão. Acreditamos que a pandemia em breve será bem controlada com medidas rápidas e eficazes, e as pessoas aumentarão com segurança suas viagens novamente." Transporte aéreo A resiliência econômica do país também tem sido boa para os fornecedores de serviços de carga aérea, como a Lufthansa Cargo, que continuou a desenvolver suas operações na China, apesar da pandemia. "O governo chinês mostrou sua força e desempenho no combate ao COVID-19, e a economia do país mantém sua vitalidade", afirmou Janet Mi, representante-chefe da Lufthansa Cargo na China. Xangai, um dos maiores destinos da Lufthansa Cargo fora da Alemanha, também abriga um de seus centros globais de transporte de produtos farmacêuticos. O hub de Xangai concluiu recentemente a infraestrutura de transporte da cadeia de frio cobrindo faixas diversificadas de temperatura para vacinas congeladas. "A China é um dos principais mercados estratégicos do Grupo Lufthansa em todo o mundo. É um mercado enorme e comprometido com uma maior abertura. Estamos confiantes nisso e ampliaremos nossa presença aqui", disse Janet Mi. Fonte: China Daily

23 de fevereiro de 2021
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A China é o primeiro país a se comprometer em tornar a vacina contra a covid-19 um bem público global e está atualmente fornecendo assistência gratuita de vacinas para 53 países que precisam do imunizante, segundo informou nesta terça-feira (23) o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin, em uma coletiva de imprensa regular no Ministério das Relações Exteriores. Ao falar sobre a assistência da China com vacinas a outros países, Wang Wenbin informou que até o dia 23 de fevereiro, as vacinas chinesas já tinham desembarcado no Paquistão, Camboja, Laos, Guiné Equatorial, Zimbábue, Mongólia e Belarus. Ao mesmo tempo, a China também está exportando vacinas para 27 países que estão dispostos a comprá-las, das quais já chegaram as exportações de vacinas em Sérvia, Hungria, Peru, Chile, México, Colômbia, Marrocos, Senegal, Emirados Árabes Unidos e Turquia. "A grande maioria dos países acima mencionados são países em desenvolvimento. Esperamos que todos os países com capacidade deem as mãos e façam as suas contribuições ativamente para apoiar a comunidade internacional, especialmente os países em desenvolvimento, a fim de superar a pandemia", disse Wang Wenbin. Wang Wenbin afirmou que a China, superou as próprias dificuldades e continuará a cooperar com múltiplas partes nas vacinas dentro da sua capacidade, ajudando a comunidade internacional superar a pandemia o mais cedo possível. Secretário-Geral da ONU diz sobre a atual distribuição das vacinas O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, disse recentemente que existem sérios desequilíbrios regionais e desigualdades nas atuais distribuições das vacinas, com a taxa de vacinação de 10 países representando 75% do total global, enquanto mais de 130 países ainda não iniciaram a vacinação contra a covid-19. Se permitimos que a pandemia flua de forma desenfreada em regiões subdesenvolvidas, o vírus que está em constante mutação pode tornar-se mais transmissível e mortal, colocando a vacina atual e o diagnóstico ineficaz, ou seja, pode prolongar a pandemia e a recuperação econômica global. Somente com uma maior solidariedade internacional para assegurar um abastecimento adequado, distribuição equitativa e construir confiança nas vacinas conseguiremos derrotar o coronavírus. A China, por sua vez, está tomando medidas práticas para promover a distribuição equitativa de vacinas e tornar os imunizantes um bem público global que as pessoas em todos os países possam usar e suportar. Fonte: cyol.net; The Paper