
4 de maio de 2022
China2Brazil
A China tem se tornado cada vez mais importante para a Tesla, tornando-se gradualmente a maior base e mercado de produção e comercialização da Tesla. A empresa vai expandir ainda mais a sua capacidade de produção no país, com investimentos na fábrica de Xangai. Perto da fábrica atual, será construída uma nova fábrica, onde espera-se que haja um aumento da capacidade anual de produção de 450 mil unidades, incluindo o modelo 3 e o modelo Y, tornando-se o "maior hub de exportação de automóveis do mundo". Segundo a empresa, além de atender a demanda do mercado chinês, os veículos também serão exportados para a Alemanha e o Japão. Espera-se que a fábrica de Xangai continue a ser a maior base de capacidade da Tesla este ano. Os dados mostram que a fábrica de Xangai acumulou 4841, 3 milhões de unidades entregues em 2021 (incluindo exportações), o que representa 51,7% das entregas globais acumuladas da Tesla em 2021. Após a conclusão da expansão da nova fábrica, a Tesla aumentará a capacidade da fábrica de Xangai para 1 milhão de unidades por ano. Volta aos trabalhos A paralisação da fábrica da Tesla em Xangai por 22 dias foi a mais longa interrupção desde que a Tesla iniciou a produção no final de 2019, deixando de produzir mais de 50 mil veículos. A montadora de carros elétricos afirmou nesta quarta-feira (4), que reiniciou o trabalho em 19 de abril, após 22 dias de inatividade. Tesla enviou uma "carta de agradecimento" ao governo do distrito especial de Lingang, em Xangai. Na carta, Tesla descreve como uma empresa do grupo Lingang organizou ônibus para transportar trabalhadores da Tesla e os 6.000 empregados dos fornecedores para a fábrica e realizou o trabalho de desinfecção necessário. "Eles lutaram por três dias, trabalhando 24 horas por dia, para garantir que os trabalhadores da nossa empresa pudessem voltar para a fábrica", disse Tesla. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Zaker

4 de maio de 2022
China2Brazil
A Shopee está em expansão está no Brasil. A empresa acaba de anunciar a inauguração de seu segundo escritório, que ocupa quatro andares de um prédio no Largo da Batata, em São Paulo. A sede da companhia fica na Av. Faria Lima, também em São Paulo. “A Shopee está comprometida no desenvolvimento de profissionais locais com foco principalmente na área de tecnologia e outras habilidades relacionadas à economia digital. Com o novo escritório, estamos animados para atrair e construir uma nova geração de talentos que possam impulsionar a inovação e a digitalização em comunidades brasileiras”, ressalta Karina Hartung, head de Pessoas da Shopee no Brasil. Em pouco mais de dois anos de operação no Brasil, a empresa já tem mais de 1 milhão de vendedores brasileiros registrados, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento do empreendedorismo local e mais de 1.500 colaboradores no país. Para suportar sua expansão, Escritórios e benefícios para colaboradores e suas famílias Além de benefícios como vale-cultura, auxílio-creche, reembolso para uniforme/material escolar e cursos, assistência psicoemocional, licença-maternidade e paternidade estendida, a Shopee oferece em seus escritórios um ambiente acolhedor e agradável para os colaboradores. Há vários espaços de convivência distribuídos nos diferentes andares da empresa, além de salas especiais para meditação, massagem e amamentação, além de uma biblioteca com títulos em diversas categorias, incluindo infantis. Para oferecer ainda mais flexibilidade para seu time, a empresa está adotando o modelo híbrido de trabalho e seguindo todos os protocolos de segurança. Vagas abertas no Brasil Desde 2019, a Shopee atua no Brasil com o objetivo de construir bases sólidas no país, contribuindo para a aceleração da economia local. No momento, a empresa busca talentos que possam apoiar seu principal objetivo de ajudar o micro, pequeno e médio empreendedor em sua transformação digital, impulsionando o crescimento de seus negócios e marcas, garantindo um sucesso de longo prazo. “À medida que o e-commerce cresce no Brasil, a Shopee está construindo um ecossistema que beneficia comunidades, vendedores e usuários. Isso inclui estimular nossa equipe para atender novas necessidades, para desenvolver ferramentas que auxiliem empreendedores, marcas e parceiros, além de criar melhores experiências de compra para os #ShopeeLovers. Para isso, contamos com grandes talentos para nos apoiar”, explica Karina. Atualmente, existem centenas de vagas abertas para diversos níveis , com oportunidades em todos os ramos de atuação da empresa no país, desde tecnologia (produtos) a profissionais de relacionamento, operações, logística e gestão, o que fortalece diferentes áreas da economia local. Cultura e programas na Shopee Culturalmente, a Shopee valoriza pessoas com experiências distintas e bastante vontade de aprender, além de uma mentalidade aberta para o crescimento e desenvolvimento constante, bem como a capacidade de inovar e solucionar problemas. “Queremos oferecer um ambiente diverso e inclusivo, garantindo que todos tenham oportunidades iguais. Temos algumas práticas para promoção à igualdade com algumas ações para a equidade de gênero, como exemplo, o de atrair mulheres por meio do nosso programa de indicações, no qual incentivamos que nossos colaboradores indiquem candidatas para cargos de liderança”, reforça Karina. Entre as diversas iniciativas da área de Pessoas destacam-se: o Shopee Trainee Program, recém-lançado que irá desenvolver profissionais no início da carreira em diferentes áreas; o programa de aprendizes que, desde 2021, desenvolve e oferece oportunidade a jovens, capacitando-os tecnicamente e abrindo portas para o mercado de trabalho. A Shopee também mantém projetos educacionais e de diversidade e inclusão, incluindo um calendário de eventos internos e grupos de afinidade. Todas as vagas disponíveis estão disponíveis na página de carreiras da empresa . Há também o Instagram Carreira na Shopee BR que traz dicas e informações da empresa e webinars periódicos com a participação de colaboradores. Fonte: Divulgação

4 de maio de 2022
China2Brazil
De acordo com dados divulgados pelo data center do Ministério da Cultura e Turismo da China, em 2022, durante o feriado de 5 dias do Dia do Trabalhador na China, 160 milhões de turistas domésticos viajaram por todo o país, uma queda anual de 30,2%. O volume se recuperou para 66,8% em relação ao mesmo período antes da pandemia. A receita de turismo doméstico na China foi de 64,68 bilhões de yuans, também houve uma queda, de 42,9% anualmente, recuperando para 44,0% antes da pandemia. Aumento na oferta de produtos culturais e turísticos Sob a premissa de implementar medidas preventivas, todos os lugares aumentaram a oferta de produtos culturais e turísticos de alta qualidade, ao mesmo tempo evitando a aglomeração e atendendo às necessidades de viagens das massas. Durante o feriado do Dia do Trabalhador, um total de 8.716 atrações turísticas de nível A foram abertas normalmente em toda a China, representando 61,3% de todas as atrações de nível A. Turismo rural cresce em popularidade Os passeios pelos subúrbios e arredores das cidades impulsionaram a popularidade do turismo rural, e as atividades de lazer verde e saudável, como acampamento, observação de flores e colheita de frutas e áreas agrícolas. Os turistas chineses também apresentaram requisitos mais altos para qualidade de serviços e equipamentos. Acampar se tornou uma tendência, e muitos produtos relacionados especiais e requintados, como realidade virtual, concerto ao ar livre e fotografia de viagem são muito procurados pelos turistas. Fonte: 21st Century Business Herald

3 de maio de 2022
China2Brazil
Na China, já é possível usar a moeda digital em atividades do dia a dia. O yuan digital, ou e-CNY, é aceito, por exemplo, no transporte público, cafeterias, lojas de conveniência ou plataformas de comércio eletrônico. A ascensão da e-CNY poderá significar uma grande transformação para o comércio internacional. De acordo com Sérgio Quadros, especialista em Negócios e Empreendimentos Internacionais, o yuan digital será a moeda preferida no comércio com a China. "A China terá a vantagem de ser líder de mercado com o CBDC (moeda digital do banco central), e os exportadores e importadores usarão o yuan digital por uma questão de conveniência no comércio com aquele país, seja pela agilidade, redução dos custos de transação ou aumento de comércio com a China”, afirma o especialista. A moeda é a versão digital do dinheiro em papel. Controlada e emitida pelo governo, possui as mesmas funcionalidades que a moeda yuan tradicional, de reserva de valor, unidade de conta e meio de pagamento. O Banco Central chinês já está colaborando com a principal agência mundial para pagamentos internacionais, a SWIFT, para agilizar as transferências financeiras em yuan digital. Segundo o artigo escrito por Quadros, publicado em abril, na Carta Brasil-China, do Conselho Empresarial Brasil-China, isso vai facilitar os pagamentos de mercadorias no comércio mundial, pois os exportadores não terão que assinar contratos em moeda estrangeira ou fazer pagamentos com vencimento com meses de antecedência. "Por isso a importância de uma plataforma comum e da interoperabilidade das moedas”, explica. O especialista afirma que, para entender a influência que o e-CNY pode exercer no comércio internacional com a China, é importante considerar algumas conquistas da moeda chinesa em seu processo de internacionalização. A primeira delas foi a decisão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de incluir o renminbi na composição da sua cesta de moedas, conhecida como Direitos Especiais de Saque (SDR), em 2016. Esse fato foi importante para o reconhecimento pela comunidade financeira mundial da moeda chinesa como um ativo internacional. Dados fornecidos pelo FMI mostram que, em dezembro de 2021, o renminbi já integrava reservas internacionais equivalentes a US$ 267 bilhões, um crescimento de 270% nos últimos cinco anos. Esses dados também demonstraram que o Brasil tinha quase 5% do total das suas reservas internacionais em moeda chinesa. Testes com a moeda digital Recentemente, os maiores bancos chineses foram incluídos nos testes da moeda digital, juntamente com o Banco Central chinês, criando suas carteiras digitais, conhecidas como wallets. A instituição também trabalha em conjunto com grandes fintechs, como a Ant Financial, do grupo Alibaba, e vem educando o público sobre o uso da sua moeda digital, com experimentos realizados em mais de 25 cidades, entre elas Pequim e Xangai. Em dezembro de 2021, o número de usuários pessoas físicas ultrapassou 261 milhões, enquanto o de pessoas jurídicas superou 8 milhões. O volume total emitido de moeda digital atingiu o equivalente a US$ 13,8 bilhões. O artigo cita ainda outro aspecto relevante nesse processo de internacionalização: a assinatura de acordos de swaps de moedas com mais de 40 países, além de tratados de cooperação financeira e de compensação de operações internacionais de renminbi, com a implantação de 25 centros financeiros em diversos países e regiões. O volume de negócios em moeda chinesa nesses 25 centros financeiros atingiu, em 2020, RMB 3,69 trilhões (US$ 581 bilhões), com 907 bancos participantes ao redor do mundo. Moeda digital no mundo De todas as economias mundiais, a China é o país que tem o seu projeto de moeda digital mais adiantado. Estudos feitos pelo Banco Central da China (PBOC) sobre a tecnologia blockchain para a implementação de uma moeda digital, conhecida, também, como ou CBDC (Central Bank Digital Currency), iniciaram em 2014. Segundo Quadros, o avanço do e-CNY deflagrou a corrida dos bancos centrais de diversos países por estudos para criação de suas moedas digitais, entre eles EUA, Inglaterra, Japão, Rússia, Austrália, Canadá, entre outros. "O domínio da China em moeda digital decorrerá naturalmente de sua posição como o maior exportador do mundo. E a China já está anos à frente nessa corrida tecnológica”, afirma. Fonte: Carta Brasil-China, Conselho Empresarial Brasil-China Crédito: Redação China2Brazil

3 de maio de 2022
China2Brazil
A petroleira chinesa CNOOC anunciou nesta terça-feira (3), que a primeira fase do campo Mero, um gigante mundial de águas profundas do pré-sal, que foi construído com o desenvolvimento e a participação da empresa, entrou em produção no Brasil. A CNOOC salienta que o projeto do campo de petróleo de Mero é um importante resultado da profunda cooperação entre a China e o Brasil e um importante ponto de crescimento para a produção chinesa de petróleo e gás no exterior. É de grande importância para impulsionar o desenvolvimento sustentável da economia e da sociedade locais, promover a construção do “Belt and Road” e a evolução da cooperação energética internacional. O Brasil é o primeiro da América Latina em volume econômico e tamanho de mercado. O país possui grandes e boas reservas de hidrocarbonetos em águas profundas. O campo de petróleo Mero, que está em operação, é um importante componente do mega campo offshore brasileiro, o bloco de Libra, localizado na camada do pré-sal, em águas ultra profundas da Bacia de Santos, no sudeste do Brasil, a cerca de 150 km do Rio de Janeiro e a uma profundidade de água de cerca de 1930 metros. É o terceiro maior campo em águas ultra profundas do pré-sal do mundo. De acordo com Huang Yehua, gerente-geral da CNOOC Petroleum Brazil LTD., o campo de petróleo de Mero adota a plataforma do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), que é desenvolvido em quatro fases. O investimento total do projeto ultrapassou US$ 20 bilhões. A primeira fase do projeto do campo de Mero será capaz de processar até 180 mil barris de petróleo bruto por dia após a entrada em operação. Internacionalmente, os recursos de petróleo e gás em águas mais profundas do que 300 metros são geralmente definidos como petróleo e gás de águas profundas, 1.500 metros de profundidade de água e até mesmo mais profundo é conhecido como ultra profundo. Nos últimos anos, com o aumento da produção e da dificuldade de extração dos recursos convencionais terrestres, os recursos de petróleo e gás em águas profundas e até mesmo em águas ultra profundas se tornaram os principais contribuintes para o aumento global do petróleo. CNOOC apresentou que os campos de petróleo em águas ultra profundas do pré-sal são um campo emergente e uma tendência importante para o desenvolvimento futuro da indústria petrolífera global, representando um terço das reservas mundiais de petróleo, com características de águas ultra profundas, reservatórios profundos, difíceis de desenvolver e de alta produção. O Brasil ocupa o primeiro lugar mundial na produção de campos em águas ultra profundas do pré-sal. Em 2013, a CNOOC uniu forças com a Petrobras, Shell, TotalEnergies e PetroChina para formar um consórcio licitante, ganhando com sucesso a licitação do bloco de Libra, assim entrando pela primeira vez no segmento brasileiro de petróleo e gás em águas ultra profundas do pré-sal. Atualmente, a CNOOC detém uma participação de 9,65% no campo de Mero. Huang disse que a CNOOC promoveu ativamente "Made in China" no projeto, o que contribuiu para o projeto de cerca de 30 toneladas de casco do FPSO, bem como 160 mil toneladas, mais de 70 grupos de módulos superiores construídos na China. A participação no desenvolvimento do bloco do campo de petróleo de Mero também é útil para a China compreender a tecnologia de ponta do mundo de petróleo e gás em águas ultra profundas e ajudar a formar uma força motriz de inovação de longo prazo. "Atualmente, a tecnologia de separação e injeção de dióxido de carbono na camada pré-sal a ser implementada no campo de petróleo de Mero forneceu novas oportunidades para a China explorar e alcançar o projeto verde e de baixo carbono em questão do desenvolvimento de petróleo e gás em águas ultra profundas. O programa avançado de campos petrolíferos inteligentes totalmente digitais com conexão de rede de fibra óptica submarina amplia os horizontes para a transformação digital do desenvolvimento de petróleo e gás em águas profundas da China", disse Huang. Além do bloco de Libra, CNOOC também tem uma participação bem-sucedida no maior campo de águas profundas do mundo, Búzios, no Brasil, em 2021. Atualmente, a CNOOC possui cinco ativos em blocos de petróleo e gás em águas profundas no Brasil. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper; 21st Century Business Herald

3 de maio de 2022
China2Brazil
No primeiro trimestre de 2022, o uso real de capital estrangeiro na China atingiu 379,87 bilhões, cerca de US$ 56,99 bilhões, um aumento anual de 25,6%, tendo um bom início para investimento exterior. As informações são do Ministério do Comércio da China. Além da alta base da escala de investimento da China, que atingiu um recorde no ano passado, e o impacto da pandemia em muitos lugares no país asiático, esse resultado confirma que os investidores estrangeiros têm confiança em investir na China. Vários chefes de empresas de capital estrangeiro disseram que os sólidos fundamentos da economia chinesa, deram às empresas a confiança para continuar a aprofundar no mercado chinês e aumentar seu escopo de negócios. Com uma visão voltada para o futuro, a China continua sendo o principal “porto seguro” para os investidores globais. Capital estrangeiro utilizado com mais qualidade e equilíbrio Recentemente, em resposta à pandemia em algumas áreas, a BSH iniciou um modelo de gestão de produção em circuito fechado em algumas fábricas, retomando o trabalho e a produção de forma ordenada. Os dados sobre a utilização de capital estrangeiro pela China no primeiro trimestre deste ano são um retrato fiel da confiança de empresas estrangeiras como a BSH no mercado chinês. Não só cresce a quantidade total de capital estrangeiro utilizado, como a estrutura também está sendo otimizada, com mais qualidade e equilíbrio. As estatísticas mostram que o uso real de financiamento estrangeiro nas indústrias de alta tecnologia da China no primeiro trimestre foi de US$ 19,98 bilhões, um aumento anual de 52,9%. “Vale notar que os dados sobre o uso de capital estrangeiro nos primeiros três meses de 2022 continuou a alcançar um alto crescimento de dois dígitos em cima da alta base do ano passado. Sob os impactos externos como a instabilidade global e pandemia, tornou essa conquista particularmente difícil”, disse Hong Junjie, vice-presidente da Universidade de Economia e Negócios Internacionais. “Isso reflete que os fundamentos econômicos da China ainda estão em melhoria, com o mercado relativamente estável e investidores estrangeiros otimistas com o crescimento do mercado chinês, além de perspectivas econômicas estáveis de longo prazo da China e o potencial do mercado”, afirmou Hong. Fonte: Diário do Povo

2 de maio de 2022
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Recentemente, a China iniciou uma nova operação no Monte Everest, a “Missão Pico 2022 – Expedição e pesquisa científica em extrema altitude no Monte Everest”. Um dos projetos importantes desta expedição científica é construir uma estação meteorológica de gradiente de altitude na encosta norte da montanha mais alta do mundo. As informações são da agência de notícias Xinhua. De acordo com Zhao Huabiao, pesquisador do Instituto de Pesquisa do Planalto Qinghai-Tibet da Academia Chinesa de Ciências, e líder da tarefa da Estação Meteorológica do Gradiente do Everest. A segunda equipe de expedição científica Qinghai-Tibet e a equipe de alpinismo tibetano transportaram e construíram cada uma das estações metrológicas automáticas para a encosta fria e hipóxica do Everest, e já começaram a coletar os dados. O Monte Everest tem 7 estações meteorológicas que variam de 5.200 a 8.300 metros acima do nível do mar. Essa recente expedição científica para o cume do Everest montou a estação meteorológica a uma altitude de 8.800 metros, sendo a de maior altitude do mundo. Fonte: IT Home

2 de maio de 2022
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O volume de carga ferroviária na China subiu 10,1% anualmente em abril, segundo os dados oficiais. O volume de carga ferroviária, um indicador chave da atividade econômica, atingiu 330 milhões de toneladas em abril, um aumento de 30,18 milhões de toneladas em comparação com o ano anterior, de acordo com a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR, sigla em inglês). Nesse período, as entregas de mercadorias ferroviárias de Daqin, Tangbao, Watang-Rizhao e Haoji aumentaram respectivamente 9,4%, 26,2%, 24% e 49,5%, em relação ao ano anterior. Em abril, foram enviadas 603 mil toneladas de fertilizantes, agrotóxicos e sementes, o que representa um aumento de 47,6% em relação ao ano anterior. A China State Railway Group Co LTD. enviou 110 milhões de toneladas de carvão elétrico, um aumento de 12,1% em relação ao ano anterior. O número de dias disponíveis para o armazenamento de carvão nas 363 usinas de fornecimento direto de energia ferroviária no país atingiu 28,6 dias, mantendo um alto nível. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald

29 de abril de 2022
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O Ministério da Educação da China afirma que o número de jardins de infância ou creches na China chegou a 295 mil unidades em 2021, quase 77% acima de uma década atrás. A taxa de crianças matriculadas em escolas ou creches passou de 62,3% em 2011 para 88,1% em 2021. A educação infantil alcançou a universalização básica. De todas as novas creches estabelecidas no período, cerca de 60% estão localizadas em áreas rurais. Em 2021, das 245 mil escolas de educação infantil registradas, 128 mil foram consideradas creches sem fins lucrativos financiadas pelo governo e administradas por particulares, representando um aumento de 149,7% em relação a 2011. Até 2021, 1.095 universidades do país que ofereciam curso de formação em pedagogia infantil. O número de graduados chegou a 265 mil, um aumento de 1,2 vezes e 6,7 vezes, respectivamente ao comparar com os dados de 2011. Lu Yugang, diretor do Departamento de Educação Básica do Ministério da Educação, disse que, nos últimos dez anos, o esforço de investimento financeiro continuou a aumentar. Em 2020, o financiamento nacional para educação infantil foi de US$ 38 bilhões, cinco vezes maior que em 2011. A proporção de financiamento para educação sexual aumentou de 2,2% em 2011 para 5,9% em 2020. Os fundos especiais de apoio financeiro central para o desenvolvimento da educação infantil totalizaram mais de US$ 25 bilhões em dez anos. Em 2012-2021, o governo chinês ajudou um total de 62,3 milhões de crianças com dificuldades financeiras em famílias, garantindo efetivamente o direito de estudo, assim como órfãos e crianças com deficiência ao acesso à educação infantil. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo

29 de abril de 2022
China2Brazil
Em 2021, o número de trabalhadores migrantes aumentou para 292 milhões, crescimento de quase 7 milhões em comparação com o ano anterior. É o que mostra um relatório de pesquisa e monitoramento de trabalhadores migrantes de 2021, do Departamento Nacional de Estatísticas da China, divulgado nesta sexta-feira (29). Segundo os dados, a renda média mensal também aumentou, subindo para 4432 yuans, um crescimento de 8,8%. Os trabalhadores migrantes são uma força importante na modernização da China e são considerados a principal força de trabalho do país. Desde a construção de infraestrutura urbana, como escolas e hospitais, até a demolição e renovação de comunidades antigas, cada etapa do desenvolvimento urbano é composto pelo trabalho dos trabalhadores migrantes. Fonte: Diário do Povo