
1 de junho de 2023
China2Brazil
A empresa chinesa, Dalian Haosen Equipment Manufacturing, especializada em equipamentos inteligentes para fábricas, anunciou a assinatura de um contrato significativo no valor de US$139,6 milhões com a montadora sueca, Volvo Car . Essa parceria abrange o fornecimento de linhas de produção inteligentes destinadas à fabricação de baterias para veículos movidos a energia renovável. As ações da Dalian Haosen Equipment Manufacturing tiveram uma alta notável nesta quinta-feira (1), registrando um crescimento de até 8,4%, após o anúncio. De acordo com a Haosen Equipment, a sua unidade Haosenread Equipment Manufacture será responsável pela entrega de instalações de produção para duas etapas distintas do processo de fabricação das baterias utilizadas em automóveis elétricos . O acordo foi firmado entre as duas partes em 30 de maio. Embora não tenham sido revelados detalhes específicos sobre a capacidade anual, prazos de entrega e outros aspectos relevantes. A empresa, sediada em Dalian, na província nordeste de Liaoning, enfatizou que esse contrato impulsiona positivamente a sua expansão no mercado internacional. O pedido se refere a um projeto "chave na mão" localizado em Gotemburgo, na Suécia, onde a Volvo está construindo uma fábrica de baterias em parceria com a renomada fabricante sueca de baterias, a Northvolt. Conforme divulgado pela Volvo, a construção da planta de baterias, fruto dessa parceria estratégica, terá início ainda neste ano. Após sua conclusão, espera-se que a fábrica possua uma capacidade de produção anual de 50 gigawatt-horas, o suficiente para alimentar 500.000 veículos elétricos puros. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Securities Daily Imagem principal: Yang Chenglin/ Xinhua

31 de maio de 2023
China2Brazil
No dia 31 de maio, o HSBC anunciou o lançamento de um fundo de crédito para a nova economia no valor total de US$ 3 bilhões, direcionado a empresas da China e Hong Kong. O fundo visa apoiar amplamente setores da nova economia, incluindo tecnologia, saúde, tecnologias ambientais, manufatura avançada e consumo inovador, fortalecendo ainda mais o suporte às indústrias da nova economia na China e Hong Kong. O HSBC afirmou que, por meio da integração de produtos e serviços, está comprometido em fornecer suporte financeiro abrangente a empresas da nova economia em estágio inicial e em rápido crescimento em ambas as regiões. Desde 2019, o HSBC lançou fundos de crédito de tecnologia e saúde no valor total de US$ 1,8 bilhão, focados em fornecer suporte financeiro para startups da indústria de tecnologia e saúde na Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, abrangendo áreas mais amplas da China. Para melhor apoiar a expansão dos negócios de empresas da nova economia em rápido crescimento em ambos os mercados onshore e offshore, o HSBC consolidou os fundos de crédito especiais existentes e lançou o "Fundo de Crédito para a Nova Economia do HSBC", aumentando ainda mais o montante do fundo e ampliando o suporte para uma ampla variedade de setores da nova economia. Ma Jian, vice-presidente e diretor-geral de serviços financeiros empresariais do HSBC Bank (China) Co., Ltda afirmou que “nos últimos anos, a cooperação entre a China e Hong Kong no campo da inovação tecnológica tem se aprofundado”. “Por um lado, Hong Kong continua a desempenhar seu papel como uma plataforma internacional de financiamento, fornecendo suporte financeiro para empresas da nova economia na China; por outro lado, a China, com seu sistema industrial completo, se tornou a base de produção para a comercialização dos resultados inovadores das empresas de Hong Kong”, disse Ma Jian. Segundo o representante do HSBC, o lançamento de fundos de crédito especializados que conectam os dois mercados nos permitirá oferecer um melhor suporte para o desenvolvimento de empresas da nova economia na China e em Hong Kong. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: China News Imagem principal: John Gomez/ Adobe Stock

31 de maio de 2023
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Huaneng Lancang River Hydropower, uma empresa provedora de energia e serviços públicos, anunciou que irá construir uma usina hidrelétrica de grande porte na Região Autônoma do Tibete, na China, com um investimento estimado em cerca de 58,4 bilhões de yuans (US$ 8,2 bilhões). De acordo com o comunicado divulgado ontem pela empresa com sede em Kunming, o projeto será realizado nas nascentes do rio Lancang e levará aproximadamente 11 anos para ser concluído. A usina terá uma capacidade instalada de até 2,6 milhões de quilowatts. A aprovação para o projeto foi concedida no mês passado pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, e as obras estão prestes a começar. A Huaneng Lancang informou que 30% do financiamento virá de recursos próprios da empresa, cujo acionista controlador é a estatal China Huaneng Group. O restante será obtido por meio de empréstimos de bancos estatais chineses e instituições financeiras comerciais. A usina hidrelétrica será um componente fundamental da base de energia limpa da Huaneng Lancang ao longo do rio. Além de fornecer energia renovável limpa a longo prazo e estável, a usina também impulsiona as receitas fiscais e o emprego local, conforme destacado pela empresa. Estima-se que a receita fiscal anual do projeto ultrapassa 1 bilhão de yuans (aproximadamente US$ 140,8 milhões). O rio Lancang, conhecido como Mekong além das fronteiras chinesas, é o terceiro mais longo da Ásia, estendendo-se por 4.909 quilômetros. A Huaneng Lancang é especializada no desenvolvimento e operação de recursos hidrelétricos, principalmente na bacia do rio Lancang e nas regiões vizinhas. Além disso, a empresa também realiza investimentos e construções em outros projetos de energia renovável, incluindo energia solar e eólica. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: STCN Imagem principal: Gui yong nian/ Adobe Stock

31 de maio de 2023
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O empresário e CEO da Tesla , Elon Musk, esteve na China e se reuniu com autoridades chinesas. Musk disse que o povo chinês é inteligente e diligente, e o desenvolvimento da China tem sido natural. Ele afirmou que os interesses dos EUA e da China estão altamente interligados, e sua empresa não apoia o desacoplamento econômico ou medidas que interrompam as cadeias de produção e suprimentos. A Tesla tem fábrica na China. Segundo Musk, a empresa está disposta a expandir ainda mais seus negócios no país e compartilhar as oportunidades trazidas pelo desenvolvimento do país. O Conselheiro de Estado e Ministro das Relações Exteriores, Qin Gang, estabeleceu uma analogia entre dirigir um veículo e os laços sino-americanos durante sua reunião na terça-feira com Elon Musk, CEO da Tesla, gigante de veículos de energia renovável. Para o desenvolvimento bem-sucedido das relações China-EUA , Qin disse a Musk em Pequim que o volante deve ser manejado corretamente, seguindo o caminho do respeito mútuo, convivência pacífica e cooperação vantajosa, como delineado pelo Presidente Xi Jinping. O condutor deve pisar no pedal do freio para evitar os riscos de uma condução perigosa e usar o acelerador para avançar na colaboração mutuamente benéfica, disse o representante chinês. Observando que o crescimento da China oferece oportunidades para o mundo todo, Qin afirmou que um "relacionamento China-EUA sólido, estável e construtivo" beneficiará não apenas os dois países, mas também os interesses de todas as nações. O comércio anual entre as duas maiores economias do mundo foi próximo de US$ 760 bilhões no ano passado, de acordo com dados fornecidos pela Administração Geral de Alfândegas da China e pelo Ministério das Relações Exteriores. Visita em meio a tensões Musk visitou a China em um momento em que os laços bilaterais sino-americanos têm enfrentado tensões políticas, e autoridades diplomáticas, econômicas e comerciais de alto escalão fizeram contato ou realizaram reuniões. Na semana passada, o Ministro do Comércio, Wang Wentao, se reuniu com a Secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo, e com a Representante Comercial dos EUA, Katherine Tai. Diao Daming, professor associado da Escola de Estudos Internacionais da Universidade Renmin da China, disse que esses desenvolvimentos positivos claramente ajudam a enviar um sinal de estabilidade para o mundo. "A China sempre acreditou que a cooperação sino-americana é mutuamente benéfica, e a cooperação é a única escolha correta", acrescentou. Durante uma coletiva de imprensa regular na terça-feira, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, disse: "A China sempre dá as boas-vindas a figuras empresariais de todos os países, incluindo o Sr. Musk, para visitar a China em busca de um entendimento mais profundo do país e uma cooperação mutuamente benéfica." A China está firmemente comprometida em promover sua abertura de alto nível e fomentar um ambiente de negócios orientado para o mercado, baseado na lei e internacionalizado, afirmou a porta-voz chinesa. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: China News Imagem principal: Ding Ting/ Xinhua

31 de maio de 2023
China2Brazil
O comércio eletrônico chinês obteve um crescimento surpreendente ao longo dos anos, tornando-se um dos maiores mercados de e-commerce do mundo. Em 2022, segundo a Statista, 27,2% do total de vendas no varejo na China foram feitas online, crescendo em relação aos 24,5% registrados em 2021. Esse movimento foi graças ao desenvolvimento do e-commerce e que tem como principais nomes Alibaba, JD.com e Tencent. O e-commerce chinês começou a ganhar destaque no final dos anos 1990, quando as empresas chinesas procuravam explorar as oportunidades oferecidas pela internet. Naquela época, a China estava no processo de abertura econômica, passando por reformas e a internet fornecia um novo canal de negócios para as empresas chinesas. Alibaba, JD.com e Tencent foram criadas nesse mesmo período e desempenharam um papel fundamental para o amadurecimento do e-commerce chinês. O Alibaba, fundado por Jack Ma em 1999 , foi uma das primeiras empresas a apostar no potencial do comércio eletrônico na China. Inicialmente, o Alibaba operava como uma plataforma de negócios B2B, conectando empresas chinesas com clientes internacionais. Em 2003, o Alibaba lançou o Taobao, uma plataforma de comércio eletrônico C2C (consumidor para consumidor), que rapidamente se tornou um sucesso. O Taobao permite que indivíduos vendam produtos online, impulsionando o crescimento do e-commerce entre os pequenos empreendedores chineses. Em 2008, o Alibaba lançou o Tmall, uma plataforma de comércio eletrônico B2C (empresa para consumidor), destinada a marcas e varejistas independentes. O Tmall se tornou uma plataforma popular para as principais marcas internacionais e chinesas alcançarem os consumidores chineses em massa. No mesmo período, a JD.com, fundada por Richard Liu em 1998, também estava ganhando destaque no cenário do e-commerce chinês. Inicialmente, a JD.com era uma loja online de eletrónica, mas rapidamente expandiu o seu catálogo para incluir uma vasta gama de produtos. A JD.com se destaca pela sua abordagem verticalmente integrada, controlando a logística e a entrega dos produtos para garantir uma experiência de compra eficiente e confiável. Nos anos seguintes, o comércio eletrônico chinês cresceu rapidamente, impulsionado por vários fatores. O primeiro foi o crescimento exponencial do acesso móvel à internet e adoção de dispositivos por consumidores chineses. O aumento da conectividade e a popularidade dos smartphones criaram uma base sólida para seu crescimento. Além disso, a China também testemunhou um crescimento significativo no setor logístico, com empresas como a Cainiao (parte do Alibaba Group) investindo em infraestrutura e tecnologia para melhorar a eficiência da entrega. Esses avanços no setor logístico ajudaram a superar os desafios de distribuição em um país geograficamente vasto. Atualmente, o e-commerce chinês é dominado por algumas plataformas principais, sendo as mais proeminentes o Alibaba Group (que inclui o Taobao, Tmall e AliExpress) e JD.com. Essas plataformas abrangem uma ampla gama de produtos, desde eletrônicos e roupas até mantimentos e serviços. O panorama do e-commerce na China também foi impulsionado pela ascensão do livestreaming de vendas. Celebridades, influenciadores e vendedores usam plataformas como o Taobao Live para realizar a transmissão ao vivo, onde podem interagir diretamente com os espectadores e promover produtos. Essa forma de marketing e vendas se tornou extremamente popular na China e impulsionou ainda mais o comércio eletrônico. Outro aspecto importante foi o uso de pagamentos móveis na China. O Alipay, do Alibaba, e o WeChat Pay, da Tencent, são dois dos principais serviços de pagamento digital utilizados pelos consumidores chineses. Essas plataformas permitem que os consumidores façam pagamentos de forma conveniente usando seus smartphones, tanto em lojas físicas quanto online. Esses sistemas de pagamento facilitam as transações online e offline, aumentando a popularidade e o crescimento do mercado eletrônico. Em termos de inovação, a China também está liderando o caminho com o desenvolvimento do comércio eletrônico social. Plataformas como o Pinduoduo permitem que os consumidores compartilhem produtos com amigos, família ou outros membros da comunidade para comprar produtos em grandes quantidades, obtendo descontos significativos. Quanto mais pessoas se juntarem à compra em grupo, maior será o desconto obtido. No geral, o comércio eletrônico chinês se transformou em um setor extremamente lucrativo e influente, impulsionado pela infraestrutura digital avançada e a inovação contínua nas plataformas e nas formas de marketing. A China permanece como um líder global no comércio eletrônico, com um panorama dinâmico e um mercado em constante evolução. Quer saber mais sobre a China? Leia também: Relações EUA-China Imagem principal: ChayTee/ Adobe Stock

30 de maio de 2023
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Lubair Aviation Technology e China AVIC Electronics são apenas duas das muitas empresas do setor de aviação da China que estão prontas para se beneficiar da implantação em larga escala da primeira aeronave de passageiros de fabricação nacional do país, o C919, que completou seu voo comercial inaugural em 28 de maio. Até o final do ano passado, o C919 havia recebido 1.035 pedidos de 32 clientes, de acordo com a Comissão de Ciência e Tecnologia do governo municipal de Xangai. A Lubair Aviation fornece à Commercial Aircraft Corporation of China, fabricante do C919, materiais de aviação e produtos químicos consumíveis de aviação, afirmou a empresa sediada em Shenzhen. Várias subsidiárias da China AVIC Electronics são fornecedoras do C919. A AVIC Xifei Civil Aircraft, por exemplo, fabrica a estrutura da fuselagem e partes das asas. Mais de 200 empresas estiveram envolvidas no desenvolvimento dos produtos utilizados no C919, como componentes padrão, contatores, fontes de energia secundária e peças forjadas para aviação, de acordo com um relatório da CSC Investment Research. A Glarun Technology ajudou a construir o sistema de informações do C919, a Western Superconducting Material Technologies participou do desenvolvimento de seus materiais e a Hunan Boyun New Materials fornece rodas e sistemas de freio por meio de uma joint venture com a empresa americana Honeywell. A longa cadeia industrial do C919 impulsiona a atualização tecnológica e a industrialização do setor de aviação da China , afirmou a Great Wall Securities. Já as fundições de braços de dobradiça, carcaças de liga de titânio para motores e outros acessórios são todos fabricados localmente. No futuro, os motores, a aviônica, os sistemas elétricos e outros componentes da aeronave serão desenvolvidos localmente, e a proporção do valor doméstico do C919 aumentará gradualmente. Tradução: Mei Zhen Li Fonte e imagem principal: Mao Siqian/ Agência Xinhua

30 de maio de 2023
China2Brazil
O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), instituição multilateral estabelecida pelos países do BRICS, anunciou a emissão de 8,5 bilhões de yuans (US$ 1,2 bilhão) em títulos panda com prazo de três anos no mercado interbancário de títulos da China, superando o recorde anterior de 7 bilhões de yuans. Os títulos panda são notas denominadas em yuan vendidas por emissores não chineses no mercado da China continental. Os recursos líquidos obtidos por meio dessa venda, que podem ser remetidos para o exterior em yuan chinês ou convertidos em outras moedas, serão destinados a fins corporativos gerais no NDB, além de financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável que beneficiem os países membros e contribuam para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, conforme declarado pelo banco em comunicado divulgado recentemente. "Com o intuito de apoiar nossas operações, o NDB busca aumentar sua presença nos mercados de capitais locais de nossos países membros por meio da emissão e empréstimo em moedas locais, incluindo o Mercado de Títulos Interbancários da China", afirmou Leslie Maasdorp, vice-presidente e diretor financeiro. "Permanecemos firmemente comprometidos em apoiar os esforços da China para aprofundar seu mercado de capitais doméstico, e essa emissão de títulos panda contribui para esse objetivo", acrescentou Maasdorp. Fundado em 2015, o NDB, sediado em Xangai, era originalmente chamado de Banco de Desenvolvimento dos BRICS, ou BRICS Bank, em referência a seus fundadores - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O objetivo do banco é mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do BRICS , além de outras economias emergentes e países em desenvolvimento, complementando os esforços das instituições financeiras multilaterais e regionais para o crescimento e desenvolvimento global. O Banco da China foi o principal subscritor dos títulos panda do NDB. O Banco Industrial e Comercial da China, o Banco Agrícola da China, o Banco de Construção da China e outras quatro instituições financeiras chinesas atuaram como subscritores conjuntos. A venda atraiu uma demanda forte de uma ampla gama de investidores, refletindo a confiança no NDB e em sua sólida reputação no mercado. "Gostaria de expressar minha gratidão aos investidores por sua confiança contínua no NDB e em sua missão de mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável de alta qualidade nos países do BRICS e além", afirmou Maasdorp. A oitava reunião anual do NDB está sendo realizada em Xangai hoje e amanhã. O encontro terá foco em questões e perspectivas de desenvolvimento global, bem como no papel que o NDB pode desempenhar na moldagem de uma nova era de desenvolvimento nos países do BRICS Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Eric Prouzet/ Unsplash

30 de maio de 2023
China2Brazil
A plataforma de big data Rising Lab, do Grupo de Mídia Yicai, divulgou o Ranking de Atratividade de Negócios das Cidades na China em 2023. Xangai conquistou o primeiro lugar entre as cidades de primeira linha na China em termos de atratividade de negócios, seguida por Pequim, Guangzhou e Shenzhen. Na lista das novas cidades de primeira linha, Chengdu obteve a primeira posição, seguida por Chongqing, Hangzhou, Wuhan, Suzhou, Xi'an, Nanjing, Changsha, Tianjin, Zhengzhou, Dongguan, Qingdao, Kunming, Ningbo e Hefei. Com base em dados de quase 200 marcas de consumo de destaque, comportamento do usuário de 17 empresas líderes de internet e big data de fornecedores institucionais, o ranking avaliou o desenvolvimento de 337 cidades chinesas em cinco índices-chave: concentração de recursos comerciais, posição como centro urbano, atividade dos residentes, diversidade de estilo de vida e potencial futuro. [caption id="attachment_17320" align="alignnone" width="841"] Fonte da imagem: Finance Sina[/caption] Uma novidade neste ano foi a inclusão de Kunming, capital da província de Yunnan, no sul da China, na lista das novas cidades de primeira linha, substituindo Foshan, na província de Guangdong, que subiu rapidamente no ranking no ano anterior. O Ranking de Atratividade de Negócios das Cidades na China foi lançado pela primeira vez em 2016 pela Yicai, que já havia introduzido o termo "nova cidade de primeira linha" três anos antes. De acordo com a Yicai, nos próximos anos muitas cidades de segunda linha na China alcançarão indicadores semelhantes aos das cidades de primeira linha. Grandes empresas têm buscado essas cidades e contribuído para sua ascensão, sendo assim denominadas de novas cidades de primeira linha. Ao longo dos últimos 10 anos, novos formatos de negócios e uma nova geração de consumidores impulsionam o desenvolvimento de marcas e cidades. As cidades de primeira linha já não são as únicas atraentes, pois cidades de menor porte passaram a oferecer empregos competitivos e salários atrativos para os jovens. Enquanto algumas cidades de menor porte conseguiram acelerar seu crescimento econômico seguindo o exemplo das cidades de primeira linha, outras sacrificaram sua individualidade nesse processo. Os resultados têm sido mistos. Não existe um caminho certo ou errado para o desenvolvimento, mas é certo que cada cidade chinesa possui sua própria paisagem, habitantes, história, tradições, personalidade e identidade única, tornando-se atrativa à sua própria maneira. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Finance Sina Imagem principal: Zhou Xian/ Unsplash

29 de maio de 2023
China2Brazil
Xangai está construindo o maior centro de bioenergia do mundo. A primeira e segunda fases do projeto já estão em pleno funcionamento. Quando a construção da terceira fase for concluída até maio de 2025, o projeto deverá lidar com 4.500 toneladas de resíduos úmidos por dia. Essa será a maior base de reciclagem profunda de resíduos úmidos do mundo, segundo o Grupo Chengtou Environment. As duas primeiras fases têm capacidade para lidar com 2.500 toneladas por dia. A empresa sediada em Xangai é responsável por 80% do trabalho de transferência e eliminação de resíduos da cidade e é a maior unidade de eliminação de resíduos da metrópole chinesa oriental. Ela construiu cinco plantas de eliminação de resíduos úmidos, com capacidade de manuseio de 3.530 toneladas por dia, representando metade da capacidade total de manuseio de resíduos úmidos em Xangai. Xangai se tornou a primeira cidade da China a implementar a classificação de lixo em julho de 2019. A reciclagem é uma parte importante do manejo de resíduos e a taxa de reciclagem de resíduos domésticos da cidade deve alcançar 43% até o final do ano, afirmou o governo local em um documento divulgado em março. O sistema de reciclagem de recursos renováveis da Chengtou Environment abrange os seis distritos de Jiading, Qingpu, Xuhui, Huangpu, Jing'an e Pudong, com 5.210 estações de reciclagem. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Agência/ Xinhua

29 de maio de 2023
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A gigante da internet chinesa, NetEase, anunciou um aumento de 53,7% em seu lucro líquido no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo forte crescimento de seus negócios de jogos e melhor controle de custos. De acordo com o último relatório de ganhos da empresa, a NetEase registrou um lucro líquido de 6,8 bilhões de yuans (US$ 963,5 milhões) nos três meses encerrados em 31 de março. A receita aumentou 6,3%, totalizando 25 bilhões de yuans (US$ 3,5 bilhões). Os ganhos provenientes de jogos e serviços relacionados representaram 80,4% do total, atingindo CNY 20,1 bilhões, um aumento de 7,6% em comparação ao ano anterior. Esse crescimento se deve principalmente ao aumento da receita com jogos online, como o jogo "Eggy Party", lançado pela NetEase em maio do ano passado, e ao fato de a empresa ter pago royalties pelos jogos licenciados que operaram no trimestre anterior, conforme divulgado ontem. Não foram fornecidas orientações sobre o desempenho futuro. A NetEase descontinuou alguns jogos em janeiro, cujas margens de lucro eram relativamente pequenas, e isso ajudou a mudar a estrutura de receita para beneficiar mais jogos com margens de lucro mais altas, afirmou o gigante da internet. Embora nenhum título tenha sido mencionado, a parceria de licenciamento entre a NetEase e a Blizzard Entertainment chegou ao fim em 23 de janeiro, o que significa que a maioria dos jogos altamente populares da editora americana, como World of Warcraft, StarCraft, Healthstone e Overwatch, não está mais disponível no continente. A NetEase continua investindo no desenvolvimento de suas próprias tecnologias-chave, como modelos de linguagem avançados. A empresa gastou 3,7 bilhões de yuans (US$ 524,3 milhões) em pesquisa de inteligência artificial nos primeiros três meses, representando 15% de sua receita total, de acordo com o relatório de ganhos. A NetEase está aplicando sua tecnologia de IA altamente desenvolvida em todo o processo de comercialização de jogos e conseguiu melhorar a eficiência do trabalho em elos cruciais em 90%. "Em relação aos modelos de linguagem avançados, as empresas que têm sucesso são aquelas capazes de escolher excelentes cenários de aplicação. Portanto, a principal tarefa da NetEase é explorar a aplicação desses modelos de IA e desenvolver produtos mais adequados às necessidades dos usuários", disse o CEO William Ding. Atualmente, a NetEase possui 10 estúdios no exterior. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: STCN Imagem principal: Eggy Party/ Divulgação