
6 de outubro de 2025
China2Brazil
O Índice de Preços de Commodities da China (CCPI) atingiu 111,9 pontos em setembro, alta de 0,2% em relação a agosto e o quinto mês consecutivo de crescimento, segundo dados divulgados em 5 de outubro pela Federação Chinesa de Logística e Compras, informados pela emissora CCTV. O desempenho indica continuidade na expansão das atividades produtivas e estabilidade no mercado interno de commodities. Na comparação anual, o índice avançou 1,7% em relação a setembro de 2024. Entre as 50 commodities monitoradas pela Federação, 18 registraram aumento nos preços. As maiores altas foram observadas no papelão ondulado (+6%), na soda cáustica (+2,5%) e no cobre eletrolítico (+2,3%). Por setor, o índice de metais não ferrosos manteve trajetória de alta, impulsionado pela maior demanda dos setores de energia renovável e fotovoltaico e pela ampliação do uso comercial da inteligência artificial. Em contrapartida, os preços dos metais ferrosos e minerais recuaram levemente, influenciados pela desaceleração das obras devido às altas temperaturas e às chuvas frequentes . Especialistas avaliam que, com o início do pico sazonal de produção em outubro e a aplicação das políticas voltadas para conter a “competição excessiva” e estimular o crescimento, o mercado de commodities deve permanecer estável nos próximos meses. No entanto, alertam que a recuperação global segue sob pressão de tensões geopolíticas, disputas comerciais e demanda enfraquecida em alguns setores. A manutenção da recuperação econômica , segundo analistas, dependerá do fortalecimento das políticas macroeconômicas, do incentivo à inovação empresarial e do aumento do consumo interno. Fonte: yicai.com

6 de outubro de 2025
China2Brazil
De janeiro a agosto de 2025, o valor total das importações e exportações da região do Delta do Rio Yangtzé alcançou RMB 11,07 trilhões, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas da China. O resultado representa alta de 5,5% em relação ao mesmo período de 2024 e corresponde a 37,4% do total nacional, com 58% de contribuição para o crescimento do comércio exterior do país. No mesmo período, as exportações de robôs industriais aumentaram 60,8%, enquanto as de máquinas-ferramentas de alta precisão subiram 26,8%. Do lado das importações , houve crescimento de 35,6% em componentes de computadores e de 46% em peças para aeronaves. De acordo com Lv Daliang, diretor do Departamento de Estatísticas e Análise da Administração Geral das Alfândegas, o avanço reflete o fortalecimento da capacidade de inovação e do desenvolvimento econômico da região. Ele destacou que o crescimento das importações e exportações do Delta do Yangtzé superou em 2 pontos percentuais a média nacional entre janeiro e agosto, elevando sua participação no total do comércio exterior da China em 0,7 ponto percentual em relação ao ano anterior. Fonte: news.cn

3 de outubro de 2025
China2Brazil
No dia 3 de outubro, o Ministério dos Recursos Naturais da China informou que o submarino tripulado Jiaolong realizou, pela primeira vez, mergulhos na região coberta por gelo do Ártico. A operação ocorreu no primeiro estágio da 92ª expedição oceânica chinesa e incluiu mais de dez imersões. O Jiaolong, que passou por atualização tecnológica e nacionalização de sistemas, iniciou atividades polares após testes no Mar da China Meridional. Pela primeira vez, houve uma operação subaquática coordenada no Ártico entre dois veículos, o submarino tripulado Jiaolong e o ROV (veículo operado remotamente), marcando um avanço na capacidade chinesa de exploração em águas profundas. A expedição começou em 15 de julho de 2025, quando o navio Shenhai-1 partiu de Qingdao levando o Jiaolong, e terminou em 8 de setembro com o retorno ao mesmo porto. O navio de pesquisa polar Xuelong-2, preparado para quebra de gelo, deu suporte às operações, que incluíram mergulhos tripulados, investigações com ROV e coleta de amostras com CTD (condutividade, temperatura e profundidade). De acordo com os pesquisadores, a análise de imagens em alta definição com apoio de inteligência artificial revelou que a densidade, diversidade e tamanho de organismos bentônicos variam em escalas de dezenas a centenas de quilômetros, influenciadas por topografia e profundidade. Essas informações devem subsidiar a elaboração de um mapa de biodiversidade e orientar medidas de proteção ecológica no Ártico. Além disso, foram identificados possíveis pockmarks, cavidades de dissolução, rochas carbonáticas e extensas áreas com vestígios de moluscos, indícios de antigas emissões de fontes frias que podem contribuir para estudos sobre a migração de metano ao longo da história geológica da região. As investigações detalhadas com o Jiaolong também ampliaram o conhecimento sobre a distribuição da biodiversidade no fundo do mar Ártico e sobre os mecanismos de adaptação dos ecossistemas marinhos, fortalecendo a base científica para pesquisas futuras. Fonte: news.cn

3 de outubro de 2025
China2Brazil
A China e a Índia retomarão voos diretos entre os dois países até o fim de outubro de 2025, após cinco anos de suspensão. O acordo foi anunciado pela Embaixada da Índia em Pequim e marca a primeira reativação de rotas desde a pandemia de covid-19 . O entendimento prevê a reabertura de rotas entre pontos aéreos designados, condicionada às decisões comerciais das companhias e ao cumprimento de requisitos operacionais. A IndiGo, maior companhia aérea indiana, foi a primeira a confirmar a retomada. A empresa informou que a partir de 26 de outubro de 2025 operará a rota Calcutá–Cantão (Guangzhou). A Air India também planeja retornar ao mercado chinês. Do lado chinês, a Air China deve lançar a rota Pequim Capital–Tianfu–Nova Délhi, enquanto a China Eastern Airlines estuda a operação Shanghai Pudong–Kunming–Nova Délhi. Os planos ainda não foram detalhados. Segundo dados da plataforma Flight Master, em outubro de 2019, antes da pandemia, seis companhias operavam entre China e Índia: quatro chinesas e duas indianas. Naquele período, a China Eastern detinha 24,2% da oferta de assentos, com destaque para Shanghai–Nova Délhi e Kunming–Calcutá. A China Southern respondia por 22,9%, operando Guangzhou–Nova Délhi. A Air China participava com 12,4% em rotas entre Pequim–Nova Délhi e Pequim–Mumbai, enquanto a Shandong Airlines tinha 6,4% com Kunming–Nova Délhi. Do lado indiano, a IndiGo representava 20,8%, com rotas Chengdu–Nova Délhi e Guangzhou–Calcutá. A Air India tinha 8,2%, operando Shanghai–Nova Délhi. As rotas eram concentradas em grandes centros: Pequim, Shanghai, Guangzhou, Chengdu e Kunming ligados a Nova Délhi, além de conexões de Pequim e Guangzhou para Mumbai e de Kunming/Guangzhou para Calcutá. Entre as ligações, Guangzhou–Nova Délhi liderava com 22,9% do mercado, seguida por Shanghai–Nova Délhi (19,6%) e Kunming–Calcutá (12,9%). A retomada aérea ocorre após a flexibilização de vistos. Em julho de 2025, a Índia voltou a emitir vistos de turismo para cidadãos chineses. No mês seguinte, chanceleres dos dois países se reuniram em Nova Délhi e acordaram intensificar comércio e investimentos bilaterais . Com os voos restabelecidos, o tráfego aéreo na Ásia deve mudar. Passageiros indianos, que costumavam usar Hong Kong e Singapura como hubs para Europa e Estados Unidos, poderão optar por conexões em Pequim, Shanghai e Guangzhou. Já os viajantes chineses terão acesso direto à Índia, sem depender de escalas em Hong Kong ou Tailândia. Fonte: Yicai.com

3 de outubro de 2025
China2Brazil
Durante a 15ª Conferência de Informatização da Indústria Leve da China, autoridades divulgaram novos dados sobre a digitalização do setor. O país possui atualmente 167 fábricas nacionais de 5G dedicadas à indústria leve. A taxa de uso de ferramentas digitais de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no setor alcança 86,2%, enquanto a digitalização da gestão operacional chega a 82,3%. Segundo Zhang Chonghe, presidente da Federação Chinesa da Indústria Leve , houve avanços na digitalização de equipamentos, na numeração computadorizada de processos-chave e na ampliação do uso de ferramentas digitais de P&D. O setor tem registrado expansão em produtos inteligentes para o lar, itens personalizados, alimentos funcionais, brinquedos inteligentes, instrumentos musicais inteligentes e óculos inteligentes. Zhang destacou que a inteligência artificial vem criando novos cenários de aplicação. Modelos e serviços baseados na internet também se expandem, promovendo maior integração entre cadeia de suprimentos, cadeia de valor e rede digital, o que fortalece a modernização da indústria leve. Apesar do avanço, a aplicação da IA ainda ocorre de forma fragmentada e desigual. Para Zhang, o próximo passo é adotar um planejamento mais integrado e medidas eficazes para impulsionar o modelo “Inteligência Artificial +” no setor. O objetivo é aplicar tecnologias de IA para estimular a inovação científica, acelerar a transformação industrial e ampliar o consumo, de modo a atender à demanda crescente da população chinesa. Fonte: people.com.cn

2 de outubro de 2025
China2Brazil
O presidente do Grupo Xiaomi e líder da divisão de smartphones, Lu Weibing, informou no Weibo que as vendas da série Xiaomi 17 ultrapassaram 1 milhão de unidades desde o lançamento. Segundo ele, o desempenho inicial foi mais rápido do que o registrado por gerações anteriores da marca. A empresa anunciou que está ampliando a produção para reforçar o estoque. Em 29 de setembro, dois dias após a estreia comercial, Lu já havia relatado forte demanda pelos aparelhos. O modelo mais vendido foi o Xiaomi 17 Pro Max, seguido pelo Pro, ambos com preço acima de RMB 6 mil. A empresa também aumentou os pedidos adicionais do Pro. Na geração passada, a versão padrão com 1 TB de armazenamento teve baixa participação nas vendas. Por isso, a Xiaomi optou por não lançar essa configuração de início, apesar de já ter concluído a validação técnica. Após críticas de consumidores, a companhia iniciou a produção em massa do modelo de 1 TB, com entregas programadas para 5 de outubro. Lu reconheceu que a ausência inicial da versão impactou as vendas da edição padrão. O executivo afirmou ainda que a empresa espera que a série Xiaomi 17 ultrapasse os resultados da linha Xiaomi 15. De acordo com o portal IT Home, em 27 de setembro, a série Xiaomi 17 estabeleceu um recorde no mercado chinês, em apenas cinco minutos após o início das vendas, superou todos os lançamentos nacionais de smartphones de 2025 em volume e faturamento no primeiro dia. O Xiaomi 17 Pro Max respondeu por mais de 50% das vendas totais e alcançou o maior faturamento de estreia do setor neste ano. Fonte: IT Home

2 de outubro de 2025
China2Brazil
A indústria de inteligência artificial (IA) da China alcançou RMB 900 bilhões em 2024, segundo dados da Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT). O resultado representa crescimento de 24% em relação a 2023. Até setembro de 2025, o país já contava com mais de 5.300 empresas de IA, o equivalente a 15% do total global. O setor se organiza em um sistema que inclui infraestrutura, estruturas de modelos e aplicações em diferentes áreas. Durante a Conferência de Indústria de Inteligência Artificial e Capacitação da Nova Industrialização 2025, a engenheira-chefe adjunta da CAICT, Wang Aihua, explicou que a cadeia industrial de IA se divide em três níveis: camada básica, estruturas de modelos e aplicação. Em 2024, a receita da camada básica avançou 54% e chegou a RMB 309,9 bilhões. As estruturas de modelos cresceram 18%, alcançando RMB 31,5 bilhões. Já a camada de aplicações somou RMB 566,5 bilhões, com aumento de 13%. Nesse segmento, equipamentos como celulares, computadores e veículos inteligentes conectados puxaram a expansão. Na mesma ocasião, a CAICT apresentou as “Dez Palavras-Chave da Indústria de Inteligência Artificial de 2025”: supermodelos básicos, agentes inteligentes mais autônomos, inteligência incorporada aplicada a treinamentos, modelos de mundo em estágio inicial, softwares impulsionados por IA, ecossistema aberto de computação inteligente, conjuntos de dados de alta qualidade por setor, código aberto como padrão, mitigação de alucinações e IA como bem público internacional. De acordo com Wei Kai, diretor do Instituto de Pesquisa em Inteligência Artificial da CAICT, essas diretrizes funcionam como referência para o acompanhamento do setor. Ele destacou que a expressão “ inteligência incorporada aplicada a treinamentos” mostra o avanço da tecnologia para além dos laboratórios, chegando a campos de prática, embora ainda existam obstáculos, como a escassez de dados de qualidade, a dificuldade de generalização dos modelos e a integração entre software e hardware. O evento também marcou a divulgação do balanço do Comitê Técnico de Padronização de Inteligência Artificial do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação. Desde a sua criação, o grupo reuniu 167 propostas de padronização e, em parceria com a Associação Chinesa de Padronização em Comunicações, promoveu 20 padrões oficiais voltados para IA. Fonte: People.com.cn

2 de outubro de 2025
China2Brazil
Segundo o Ministério dos Transportes, a China contabilizou 335,78 milhões de deslocamentos inter-regionais em 1º de outubro, primeiro dia do feriado do Dia Nacional e do Festival do Meio Outono . O número representa alta de 1,4% em relação ao mesmo período de 2023. No transporte ferroviário, 23,132 milhões de passageiros viajaram, aumento de 7,9% em comparação ao ano anterior. O transporte aquaviário registrou 1,3215 milhão de pessoas, avanço de 20,5%. Já o transporte aéreo somou 2,4749 milhões de passageiros, crescimento de 3,2%. O tráfego rodoviário atingiu 308,86 milhões de deslocamentos, alta de 0,8%. Dentro desse total, o transporte rodoviário comercial de passageiros movimentou 41,21 milhões de pessoas, expansão de 2,4%. As viagens em automóveis particulares de pequeno porte em rodovias expressas e estradas nacionais e provinciais chegaram a 267,65 milhões, aumento de 0,6%. Fonte: news.cn

1 de outubro de 2025
China2Brazil
No dia 1º de outubro, o preço internacional do ouro registrou novas altas. O ouro à vista em Londres ultrapassou US$3.895 por onça troy no intraday, próximo da marca de US$3.900. Na COMEX, o metal chegou a superar US$3.900 por onça, estabelecendo novo recorde histórico. O aumento internacional repercutiu no mercado de consumo de ouro. Durante o feriado prolongado do Dia Nacional e do Festival do Meio Outono , o mercado registrou maior procura. Repórteres do Securities Times visitaram o mercado de Shuibei, em Shenzhen, e lojas de marcas de joias, constatando que a valorização global foi rapidamente repassada ao varejo. Desafios para reposição de estoque No dia 1º de outubro, a cotação do ouro 24 quilates no site oficial da Chow Sang Sang estava em RMB 1.130 por grama, enquanto a Chow Tai Fook registrava RMB 1.129 por grama. No mercado de Shuibei, o preço das joias chegou a RMB 888 por grama, acima dos RMB 796 por grama no início de setembro. Apesar da valorização, o movimento nas lojas se manteve moderado. Comerciantes afirmam que o pico de vendas deve ocorrer no meio do feriado. Por outro lado, lojistas relatam que os consumidores permanecem observando o mercado. A alta do ouro também trouxe desafios para reposição de estoque. “Quando o preço está alto, não ousamos estocar muito, porque o risco de queda aumenta. Compramos na medida em que vendemos. Enquanto houver lucro, adquirimos ouro bruto, mas não aumentamos o estoque facilmente”, explicou Chen, gerente de uma loja em Shuibei. Ele acrescentou que a margem bruta das joias de ouro vendidas por peso varia entre 10% e 20%, enquanto as joias de preço fixo das grandes marcas registram margens de 30% a 40%. “As marcas adotam esse modelo porque o consumo de ouro se volta mais para o valor de autoexpressão e ajuda a lidar com a pressão da alta de preços.” Outros lojistas afirmam que, com a valorização das grandes marcas, o mercado de Shuibei se torna mais competitivo, atraindo consumidores em busca de melhores preços. Diferença crescente entre preço de venda e recompra Alguns consumidores consideram a oscilação nos preços normal e veem o ouro como ativo de refúgio no longo prazo. No entanto, a diferença entre preço de venda e recompra aumentou. No mercado de Shuibei, o ouro à venda chega a RMB 888 por grama, enquanto a recompra está em torno de RMB 857 por grama, diferença superior a RMB 30, contra RMB 10 a 15 anteriormente. Perspectivas globais O World Gold Council, no relatório “Revisão e Análise de Tendências do Mercado de Ouro da China no 2º Trimestre de 2025”, aponta que o consumo de joias pode permanecer pressionado no segundo semestre devido à baixa confiança do consumidor e preços elevados. Entretanto, fatores sazonais e eventuais estímulos governamentais podem oferecer suporte. Em setembro, o preço internacional do ouro subiu 11,8%, acumulando alta de 16,8% no terceiro trimestre e quase 47% no ano. Analistas atribuem o avanço às incertezas do dólar e à expectativa de cortes adicionais de juros pelo Federal Reserve. A prata também atingiu o maior preço desde 2011, enquanto o Citibank alertou que políticas do governo dos EUA podem reduzir a oferta de metais do grupo da platina. O UBS projetou que o ouro pode alcançar US$4.200 por onça até meados de 2026, sustentado pela fraqueza do dólar, compras de bancos centrais e aumento de investimentos via ETFs. O Goldman Sachs mantém a previsão de US$4.000 por onça, mas aponta possibilidade de ultrapassar US$4.500 por onça. O banco destacou que, se 1% dos investidores individuais que possuem títulos do Tesouro dos EUA migrassem para o ouro, o preço poderia se aproximar de US$5.000 por onça. Fonte: The Paper

1 de outubro de 2025
China2Brazil
O Relatório de Opinião Pública Global 2024 do Pew Research Center, dos Estados Unidos, registrou aumento de 5 pontos percentuais na percepção positiva sobre a China em comparação ao ano anterior. Levantamento da Morning Consult, realizado em 41 países com cerca de 4.900 adultos, apontou que a China atingiu índice líquido de favorabilidade global de 8,8, enquanto os EUA registraram -1,5, demonstrando que a China superou os Estados Unidos em popularidade global. O Índice Global Soft Power 2025 da Brand Finance, do Reino Unido, mostra aumento no poder brando da China. O relatório atribui esse crescimento à Iniciativa Cinturão e Rota, à promoção do desenvolvimento sustentável e à presença internacional das marcas chinesas. Três tendências na percepção internacional Relatórios internacionais identificam três movimentos na melhora da imagem chinesa: Reconhecimento no Sul Global: países da América Latina, como Brasil, Colômbia e Venezuela, afirmam que a China é “um parceiro confiável que respeita outras nações”, segundo pesquisa da revista The Economist. Maior conhecimento no Ocidente: pesquisa da Morning Consult indica que cidadãos de 16 países, incluindo Holanda, Espanha, Canadá e Alemanha, passaram a preferir a China em relação aos EUA. Atração de jovens estrangeiros: o Pew Research Center revela que mais jovens em todo o mundo têm uma impressão positiva sobre a China. A The Economist afirma que pesquisas mostram crescente percepção da China como país “inovador e interessante”. Inovação e cultura A inovação chinesa também atrai atenção internacional. Jogos como Black Myth: Wukong, animações como Nezha 2 e produtos culturais como o brinquedo colecionável Labubu têm repercussão global. A The Economist destaca avanços em inteligência artificial, veículos elétricos e drones como fatores da crescente imagem de modernidade do país. A política de facilitação de vistos contribui para aumentar o número de visitantes estrangeiros. No primeiro semestre de 2025, a China registrou 38,05 milhões de entradas e saídas de estrangeiros, crescimento de 30,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre eles, 13,64 milhões entraram com isenção de visto, representando 71,2% do total, alta de 53,9% comparada a 2024. O influenciador digital norte-americano IShowSpeed transmitiu ao vivo sua visita à China, mostrando aos internautas mudanças e experiências locais. Sites como o Independent Online, da África do Sul, avaliam que o modelo de desenvolvimento chinês equilibra crescimento econômico e progresso cultural. Fonte: news.cn