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Tecnologia e novos hábitos mudam o varejo na China em 2026

Novos hábitos varejo
Imagem: Yang Guanyu/ Xinhua

As vendas de lojas autônomas, sem funcionários, e de clubes de compras cresceram mais de 25% na China entre janeiro e setembro de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os números fazem parte de um balanço divulgado pelo Ministério do Comércio sobre a transformação dos setores atacadista e varejista do país.

No período, o valor agregado dos dois setores chegou a 11,1 trilhões de yuans, alta de 4,4%. Atacado e varejo passaram a representar 10,4% do Produto Interno Bruto (PIB) chinês.

O varejo tradicional também apresentou crescimento. As vendas de lojas de conveniência avançaram 5,2%, enquanto as de supermercados aumentaram 4,1%. Shopping centers registraram expansão de dois dígitos.

Outra mudança aparece fora dos grandes centros urbanos. As vendas online nas áreas rurais alcançaram 2,25 trilhões de yuans nos primeiros nove meses do ano, crescimento de 6,5%. Já as vendas pela internet de produtos agrícolas aumentaram 12,6%, para 590,9 bilhões de yuans.

O consumo rural também avançou mais rapidamente que o urbano. As vendas de bens de consumo nas áreas rurais cresceram 2,3%, ritmo 1,4 ponto percentual superior ao registrado nas cidades.

Programas de incentivo à substituição de produtos usados por novos também movimentaram o mercado. Desde o início de 2026, mais de 100,9 milhões de eletrodomésticos foram substituídos por meio da iniciativa, enquanto as compras de novos produtos digitais e inteligentes ultrapassaram 120,6 milhões de unidades.

Entre as categorias com maior crescimento estão os equipamentos de comunicação. As vendas desses produtos chegaram a 812,3 bilhões de yuans entre janeiro e setembro, alta de 18,1%. Apenas em setembro, o crescimento foi de 31,1% na comparação anual.

Fonte: cctv