7 de janeiro de 2022
O Programa Chinês de Exploração Lunar, anunciou nesta sexta-feira (7), que a sonda Yutu-2 bateu o seu recorde anterior de um percurso de 1000 metros e aprofundará também nos estudos em uma fotografia de um objeto em formato de cubo, capturada em dezembro do ano passado para descobrir a causa do impacto que gerou o cubo como uma “Casa Misteriosa”. Fonte: CSNA. A imagem refere-se a um objeto em formato de cubo capturado pela sonda Yutu-2 no final de 2021. O veículo lunar Yutu-2 se desacoplou da missão chinesa de exploração lunar, Chang'e-4, às 22 horas e 22 minutos, no dia 3 de janeiro de 2019, e pousou no lado oculto da Lua. De acordo com a Administração Espacial Nacional da China (CSNA, sigla em inglês), uma câmera panorâmica, um radar lunar, um espectrômetro de imagem infravermelha e um detector atômico neutro em colaboração com a Suécia foram instalados no Yutu-2. Com objetivo de realizar observações e estudos rádio astronômicos de baixa frequência na superfície lunar, através da detecção de posição. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
1 de dezembro de 2021
Segundo o Centro Nacional de Ciência Espacial (NSSC, sigla em inglês), a equipe de pesquisadores do Liu Yang, de Laboratório Principal de Clima Espacial do Estado (SKSW, sigla em inglês), conseguiram identificar pela primeira vez os condritos carbonáceos na faixa etária de 1 milhão de anos em corpo de resíduos de meteoritos, através das imagens hiperespectrais e dados espectrais que a Chang'e-4 havia capturado. No entanto, apesar de estudos anteriores terem encontrado fragmentos de condritos carbonáceos nas amostras Apollo, nenhum resíduo de impacto de condritos carbonáceos foi diretamente observado na superfície lunar por detecção remota. As descobertas da equipe de Liu sugerem que os impactos de asteroides carbonáceos ricos em voláteis podem ainda estar fornecendo água para a Lua atualmente. Além disso, o estudo mostrou a possibilidade de resíduos de corpos de impacto em materiais mais jovens da tabela lunar, como a amostra de retorno da Chang’e-5. E a análise direta desses resíduos de corpos de impacto, que podem estar presentes na amostra de Chang’e-5, fornecerá uma referência importante sobre a história da evolução da composição e tipos de corpos de impacto do sistema terra-lua. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
8 de novembro de 2021
Nesta segunda-feira (8), o Projeto Chinês de Exploração Lunar informou que a sonda "Tianwen-1" realizou com sucesso o quinto "freio" de desaceleração e entrou com precisão na órbita de sensoriamento remoto, iniciando a exploração global de sensoriamento remoto de Marte. Além disso, a equipe de engenharia de desenvolvimento otimizou o projeto orbital para o Tianwen-1 e determinou o esquema orbital de sensoriamento remoto para cerca de 265 km perto do ponto de ignição, cerca de 10.700 km distante do ponto de ignição e um período de cerca de 7,08 horas. As determinações foram feitas para garantir a realização da detecção global e retransmitir comunicações entre o Tianwen-1 e a Terra. Segundo as autoridades, serão usadas as sete cargas úteis científicas a bordo do orbitador da sonda Tianwen-1 para obter os dados relacionados à morfologia e a estrutura geológica, a composição dos materiais superficiais, a distribuição dos tipos de solo, a ionosfera atmosférica e o ambiente espacial de Marte. E focarão principalmente em unidades geomorfológicas e geológicas típicas, como crateras, vulcões, cânions e leitos de rios secos. Até o momento, o orbitador está em órbita por 473 dias. O astromóvel está na superfície marciana por 174 dias, com uma distância total percorrida de 1253 metros. Ambos estão em boas condições e todos os sistemas funcionando normalmente. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome