2 de janeiro de 2025
Há um ano, em 1º de janeiro de 2024, entrou em vigor a versão revista e atualizada da Lei de Proteção Ambiental do Oceano da República Popular da China. Durante o último ano, o país avançou significativamente na proteção e recuperação do ecossistema marinho, aprimorando a qualidade do ambiente marinho, fortalecendo as funções de serviço do ecossistema e construindo barreiras ecológicas na zona costeira. Entre as ações desenvolvidas, os departamentos responsáveis intensificaram a coordenação entre terra e mar, a integração entre rios e oceanos e a abordagem de tratamento integral dos ecossistemas. Além disso, foi promovida a utilização ordenada dos recursos marinhos e acelerada a transformação verde da economia marinha, fortalecendo as bases para uma gestão sustentável dos oceanos. Segundo Lu Lihua, vice-diretora do Departamento de Restauração Ecológica do Espaço Territorial do Ministério dos Recursos Naturais, o governo chinês orientou a implementação de 83 projetos de proteção e recuperação marinha em regiões costeiras, financiados pelo orçamento central, no âmbito do 14º Plano Quinquenal . Até o momento, cerca de 19,6 bilhões de yuans foram destinados a essas iniciativas, resultando na recuperação de aproximadamente 400 quilômetros de linha costeira e 31 mil hectares de zonas úmidas costeiras. As ações contribuíram para o fortalecimento da biodiversidade e das funções ecológicas dos ecossistemas marinhos. A definição de normas e o suporte científico-tecnológico são prioridades na proteção ambiental marinha da China, conforme destacou Lu Lihua, vice-diretora do Departamento de Restauração Ecológica do Espaço Territorial do Ministério dos Recursos Naturais. “Estamos continuamente trabalhando para melhorar o sistema de normas técnicas de proteção e recuperação do ecossistema marinho”, afirmou. Em 2024, o Ministério dos Recursos Naturais e a Administração Nacional de Florestas e Pastagens da China promoveram a publicação do Regulamento Técnico para a Proteção e Recuperação do Ecossistema de Manguezais como norma nacional, além de introduzirem o Sistema de Normas de Proteção e Recuperação do Ecossistema Marinho. O país também avançou no desenvolvimento e publicação de uma segunda série de seis tecnologias inovadoras voltadas para a proteção e recuperação marinha. Wang Lei, diretor do mesmo departamento, ressaltou que a estratégia chinesa combina a recuperação natural como método principal e a recuperação artificial como abordagem complementar. Ele destacou que os projetos de recuperação de ecossistemas marinhos estão sendo implementados de forma ordenada, com a construção inicial de um padrão que integra planejamento orientador, garantias institucionais, apoio financeiro e bases tecnológicas, abrangendo desde as montanhas até os mares. Fonte: news.china.com.cn
20 de abril de 2023
A China concluiu sua 39ª expedição à Antártida no início de abril, com tarefas que incluíam pesquisas sobre mudanças climáticas globais, o reabastecimento de materiais e a rotação de funcionários em duas estações no Polo Sul. Desde que iniciou suas expedições à Antártida em 1984, o país construiu um sistema de monitoramento polar composto por navios de pesquisa, aviões polares de asa fixa e um robô subaquático autônomo, afirmou Liu Jiaqi, acadêmico da Academia Chinesa de Ciências (CAS) e pesquisador do Instituto de Geologia e Geofísica da CAS, segundo um relatório publicado pelo People's Daily em março. Durante quase 40 anos de pesquisa, o país estudou o ambiente ecológico, a evolução do clima e a geologia da região, além de elaborar o primeiro mapa topográfico do interior antártico, acrescentou Liu. Por que construir a quinta estação de pesquisa? A China construiu quatro estações de pesquisa na região antártica - Estações Grande Muralha, Zhongshan, Kunlun e Taishan - e está agora construindo a quinta. A nova base de pesquisa, na Ilha Inexpressível, na Baía de Terra Nova, no Mar de Ross, será construída para monitoramento e proteção ambiental , fornecendo garantia para investigações e servindo como instalações de resgate e emergência, de acordo com um relatório da Xinhua em 2017. A nova estação preencherá a lacuna na pesquisa antártica da China, uma vez que as estações Grande Muralha e Zhongshan cobrem o Atlântico e o Oceano Índico, respectivamente. Atividade antártica da China limitada a fins pacíficos Desde que a China se tornou uma parte consultiva do Tratado da Antártica em 1958, a atividade antártica do país tem sido limitada a fins pacíficos, disse Chen Hong, diretor executivo do Centro de Estudos da Ásia-Pacífico da Universidade Normal do Leste da China, ao Global Times na quarta-feira. A quinta estação de pesquisa do país será equipada com um heliponto e um cais quebra-gelo apenas de acordo com suas atividades científicas, disse Chen, acrescentando que não há evidências de que as atividades de pesquisa científica da China na Antártida tenham um propósito militar. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Huanqiu Imagem principal: Zhu difeng/ Adobe Stock
17 de junho de 2022
Nesta quarta-feira (15/06), a Associação da Indústria de Proteção Ambiental da China lançou um plano de incentivo de desenvolvimento de alta qualidade da indústria ecológica e de proteção ambiental. O plano também prevê o aprofundamento da luta contra a poluição e apoio ao Plano de Carbono (2021-2030). O plano está sob a orientação e apoio da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, Ministério da Ecologia e Meio Ambiente e outros departamentos. O documento determina metas de desenvolvimento em torno de cinco aspectos, incluindo estrutura e layout industrial, nível técnico, nível de padronização, competitividade de mercado e sistema de desenvolvimento integrado. O planejamento para até 2025 é que a taxa de crescimento anual composta da receita operacional de proteção ecológica e ambiental não deve ser inferior a 10%. Para 2030, será estabelecido um sistema industrial moderno de proteção e ambiental que atenda às necessidades de prevenção e controle da poluição ambiental. Assim como a proteção e restauração ecológica, reciclagem eficiente de recursos, pico de carbono e incentivo de adaptação verde do desenvolvimento econômico e social. Guo Chengzhan, presidente da associação, disse que a indústria de proteção ecológica e ambiental é estrategicamente emergente, que surge com a necessidade da neutralidade carbônica e desempenhando um papel importante no desenvolvimento econômico e social. Nos últimos anos, a escala da indústria de proteção ambiental da China continuou a se expandir, ganhando ainda mais espaço de mercado. De acordo com um relatório de 2021, durante o 13º Plano Quinquenal, a taxa de crescimento da receita ambiental da China permaneceu acima de 13%. Em 2020, a receita total da indústria chinesa de proteção ambiental chegou a 1,95% trilhão de yuans, um aumento anual de cerca de 7,3%. Fonte: Diário do Povo