31 de março de 2026
Os setores manufatureiro e não manufatureiro da China entraram em território de expansão em março, indicam dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE) nesta terça-feira (31), apontando recuperação da economia do país. O índice de gerentes de compras (PMI) do setor manufatureiro atingiu 50,4 em março, alta de 1,4 ponto percentual em relação a fevereiro. Huo Lihui, estatístico do DNE, afirmou que a retomada da produção e a atividade do mercado impulsionaram o crescimento. A produção e a demanda registraram expansão, com os subíndices de produção e novos pedidos em 51,4 e 51,6, respectivamente, aumentando 1,8 e 3 pontos percentuais. Indústrias de processamento agrícola e de alimentos secundários, além de pesca de metais e laminação de não ferrosos, registraram leituras acima de 55. O índice de volume de compras subiu para 50,9, avanço de 2,7 pontos, refletindo a recuperação da produção e da demanda. Grandes empresas mantiveram crescimento estável com PMI de 51,6, enquanto médias e pequenas empresas registraram melhorias mais acentuadas, com PMIs de 49 e 49,3, aumentos mensais de 1,5 e 4,5 pontos percentuais. No setor não manufatureiro, o PMI atingiu 50,1 em março, alta de 0,6 ponto percentual em relação a fevereiro, confirmando a expansão das atividades de serviços no país. Fonte: Xinhua
9 de janeiro de 2026
A China ampliou em 2026 a política das “Duas Novas” para estimular investimento e consumo na manufatura. As medidas atuam no setor industrial e no mercado de bens duráveis, com o objetivo de renovar equipamentos, acelerar a substituição de produtos usados e promover integração entre empresas de diferentes portes. O governo implantou a política para atender à demanda de mercado e apoiar a transição do país de grande produtor para potência industrial. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e o Ministério das Finanças emitiram um comunicado recente para ampliar o escopo de apoio, os padrões de subsídio e os mecanismos de implementação. O governo também liberou antecipadamente o primeiro lote de RMB 62,5 bilhões em títulos especiais de longo prazo para 2026, destinado ao programa de troca de bens de consumo usados por novos. Desde a implementação, a política impulsionou investimentos em fabricação de equipamentos, bens de consumo e tecnologia da informação. Esses investimentos fortaleceram a modernização da manufatura e alinharam oferta e demanda. A renovação de equipamentos tem foco na indústria manufatureira . A China ocupa o posto de maior volume industrial do mundo há 15 anos consecutivos e opera um sistema industrial completo com equipamentos-chave em larga escala. Esse cenário cria potencial de substituição, porque máquinas tradicionais apresentam limites de desempenho e eficiência energética. Empresas do setor passaram a demandar equipamentos de alta precisão, flexibilidade e menor consumo de energia. Esse movimento afeta o ritmo do investimento. Entre janeiro e novembro de 2025, o investimento em aquisição de máquinas e equipamentos cresceu 12,2% em termos anuais e contribuiu com 1,8 ponto percentual para o crescimento do investimento total. A participação desse tipo de investimento atingiu 17,4% do total, um avanço de 2,3 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024. A política também movimenta o consumo e abre espaço de mercado. Um volume elevado de bens duráveis entrou em ciclo de substituição, e os subsídios reduziram o custo para o consumidor. Em 2025, as vendas relacionadas à troca por novos ultrapassaram RMB 2,6 trilhões. O programa incluiu mais de 11,5 milhões de veículos, mais de 129 milhões de eletrodomésticos, mais de 91 milhões de celulares e produtos digitais, mais de 120 milhões de itens para reforma de cozinhas e banheiros e mais de 12,5 milhões de bicicletas elétricas. Esse volume absorveu capacidade produtiva, garantiu receitas às empresas e estimulou o consumo em cadeias correlatas. A política também induz melhoria técnica. A substituição de equipamentos aumenta a eficiência, ajusta processos produtivos e eleva a competitividade. Empresas empregam parte desse ganho para ampliar pesquisa e desenvolvimento e desativam capacidade obsoleta. Com isso, a participação de capacidade produtiva avançada cresce e altera o padrão da manufatura para um modelo mais intensivo em tecnologia e eficiência. O programa de troca de bens de consumo reforça essa dinâmica. Produtos inteligentes e sustentáveis ganham participação no volume substituído. Veículos de nova energia representam quase 60% dos automóveis trocados. Entre os eletrodomésticos substituídos, mais de 90% possuem nível máximo de eficiência energética ou hídrica. Para capturar essa demanda, empresas desenvolvem tecnologias, ajustam processos e lançam produtos alinhados ao consumo verde e inteligente. A atualização integrada das cadeias industriais gera ganhos em componentes e materiais, criando um ciclo em que a demanda induz oferta e a oferta abre nova demanda. A atualização da política das “Duas Novas” também amplia o acesso de pequenas e médias empresas (PMEs). O governo simplificou processos, reduziu o valor mínimo de investimento e expandiu a cobertura dos subsídios. Antes da revisão, muitas PMEs enfrentavam dificuldades de financiamento e custos elevados, o que limitava a renovação de equipamentos. A nova política combina subsídios e instrumentos de mercado para direcionar recursos para modernização tecnológica e renovar o parque industrial. Isso reforça a competitividade e estimula integração entre empresas de diferentes portes. A política das “Duas Novas” avança sobre investimento e consumo, alinhada à demanda do mercado. Ao modernizar equipamentos, substituir produtos usados e integrar cadeias industriais, o plano fortalece fundamentos para o desenvolvimento industrial da China e acelera sua transição para potência manufatureira. Fonte: gmw.cn
1 de abril de 2025
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor manufatureiro da China atingiu 51,2, alta de 0,4 ponto percentual em relação a fevereiro. Esse foi o maior nível desde dezembro de 2024, indicando expansão na produção e nas operações do setor, segundo dados divulgados pela Caixin. O PMI manufatureiro do Departamento Nacional de Estatísticas também subiu, alcançando 50,5 em março, um aumento de 0,3 ponto percentual. Pelo segundo mês consecutivo, o índice permaneceu na faixa de expansão e atingiu o maior nível em um ano. Os dados do PMI da indústria manufatureira da Caixin mostram que oferta e demanda do setor continuaram em expansão. O índice de produção atingiu o nível mais alto dos últimos quatro meses. Já o índice de novos pedidos recuou levemente, mas permaneceu acima do ponto crítico. Além disso, entre as categorias analisadas, os novos pedidos de bens de consumo apresentaram crescimento mais expressivo, enquanto os bens intermediários e de investimento registraram alta moderada. As exportações avançaram em um ritmo mais acelerado. O índice de novos pedidos de exportação atingiu o maior nível desde maio de 2024. Empresas do setor atribuíram esse crescimento à recuperação da demanda internacional e à ampliação da base de clientes. Preços de fábrica caem pelo quarto mês seguido Os preços de fábrica seguiram em queda pelo quarto mês consecutivo, pressionados por descontos oferecidos por fornecedores e pela contração do índice de preços de compra de matérias-primas, que caiu pela primeira vez em seis meses. Empresas do setor relataram que a concorrência intensificada também impactou os preços de venda no primeiro trimestre de 2025. Apesar da expectativa de que novos produtos e ações promocionais impulsionem vendas e produção nos próximos 12 meses, o nível de otimismo registrado em março ficou abaixo da média de longo prazo. No mercado de trabalho, o índice de emprego avançou para a faixa de expansão pela primeira vez desde setembro de 2023. Fonte: Caixin.com
1 de abril de 2024
Com as empresas acelerando a retomada da produção após o Ano Novo Chinês, a atividade de mercado aumentou e o Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor manufatureiro em março superou as expectativas. Os dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas em 31 de março mostram que o PMI do setor manufatureiro da China em março foi de 50,8%, um aumento de 1,7 pontos percentuais em relação ao mês anterior, retornando à zona de expansão acima de 50% após 5 meses. O índice de atividade comercial do setor de serviços em março foi de 53,0%, um aumento de 1,6 pontos percentuais em relação ao mês anterior, atingindo o nível mais alto desde julho do ano passado. O índice composto de produção do PMI foi de 52,7%, um aumento de 1,8 pontos percentuais em relação ao mês anterior, indicando uma aceleração na expansão das atividades de produção e operação das empresas chinesas. O cenário do setor manufatureiro se expandiu em março, com o PMI do setor retornando à zona de expansão após 5 meses abaixo de 50%, refletindo uma melhora na economia e uma recuperação significativa. Dos 21 setores pesquisados, 15 estão na zona de expansão em comparação com o mês anterior, um aumento de 10 setores, indicando uma ampla expansão do setor manufatureiro. Analistas avaliam que as políticas macroeconômicas estão sendo implementadas gradualmente, com os efeitos das políticas se tornando cada vez mais evidentes, a confiança das empresas está aumentando, a abertura ao exterior da China está se intensificando, com os efeitos das políticas de estabilidade do comércio exterior se tornando mais evidentes. As mudanças nos subíndices do PMI do setor manufatureiro mostram um crescimento coordenado na oferta e demanda do mercado, com os quatro principais setores se recuperando em conjunto. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) da p rodução e operação do setor manufatureiro em março foi de 55,6%, um aumento de 1,4 pontos percentuais em relação ao mês anterior, atingindo uma faixa de alta atividade, o que indica que as empresas estão mais confiantes no desenvolvimento do mercado recente. Em termos de setores, as expectativas de produção e operação nas indústrias de processamento de alimentos agrícolas, alimentos e bebidas, equipamentos ferroviários, marítimos, aéreos e espaciais, e equipamentos elétricos estão todas acima de 60,0%, indicando um otimismo maior em relação ao desenvolvimento do setor. Do lado da demanda, o índice de novos pedidos em março foi de 53%, um aumento de 4 pontos percentuais em relação ao mês anterior, com um aumento significativo; o índice de novos pedidos de exportação foi de 51,3%, um aumento de 5 pontos percentuais em relação ao mês anterior, retornando à zona de expansão após 11 meses consecutivos abaixo de 50%. Com a política de estabilização econômica, estímulo à demanda interna e estabilidade do comércio exterior, a força motriz interna da economia continua a ser liberada, e a melhoria da demanda externa também está ocorrendo, resultando em um bom crescimento da demanda de mercado. Do lado da produção, o índice de produção em março foi de 52,2%, um aumento de 2,4 pontos percentuais em relação ao mês anterior, enquanto o índice de emprego foi de 48,1%, um aumento de 0,6 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Com o fim do impacto do feriado do Ano Novo Chinês, o clima gradualmente se aquecendo e as empresas e locais de trabalho em todo o país retomando plenamente as operações, o aumento da demanda impulsionou a vontade das empresas de produzir. Devido ao aquecimento da oferta e da demanda, o emprego no setor manufatureiro em março melhorou marginalmente, com o índice de emprego atingindo 48,1, um crescimento de 0,6 em relação ao mês anterior, interrompendo a tendência de queda dos últimos três meses, mas ainda permanecendo na zona de contração. Em relação aos preços, os custos de produção no setor manufatureiro aumentaram, mas os preços de venda permaneceram baixos, aumentando a pressão sobre os lucros das empresas. O índice de preços de compra de matérias-primas principais em março subiu 0,4 pontos percentuais para 50,5; o índice de preços de fábrica caiu 0,7 pontos percentuais para 47,4, continuando a cair para a zona de contração. Zhang Liqun observa que, com a queda do índice de preços de fábrica, e considerando que mais de 60% das empresas ainda relatam uma falta de demanda, é evidente que o problema da demanda insuficiente ainda é proeminente, e a contradição entre a oferta e a demanda na economia macroeconômica ainda não foi resolvida. Em termos de tamanho das empresas, o PMI das grandes, médias e pequenas empresas foi de 51,1%, 50,6% e 50,3%, respectivamente, um aumento de 0,7, 1,5 e 3,9 pontos percentuais em relação ao mês anterior, todos acima do ponto de inflexão. A atividade econômica no setor não manufatureiro também teve um aumento significativo. Como o setor não manufatureiro não possui um índice composto, geralmente o índice de atividade comercial é usado para refletir as mudanças gerais na economia não manufatureira. Os dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas mostram que o índice de atividade comercial do setor não manufatureiro da China em março foi de 53%, um aumento de 1,6 pontos percentuais em relação ao mês anterior, marcando o quarto mês consecutivo de aumento. Além disso, o aumento em relação ao mês anterior continuou a se expandir, atingindo o nível mais alto desde julho do ano passado, indicando que as atividades operacionais não manufatureiras estão acelerando o crescimento com base na consolidação dos meses anteriores. O vice-presidente da Associação Chinesa de Logística e Compras, Cai Jin, acredita que, de forma geral, as atividades operacionais do setor não manufatureiro continuam a se estabilizar e melhorar, com bons desempenhos nos setores de construção, serviços produtivos, novas energias e financiamento social. O aumento contínuo das atividades econômicas está tendo um impacto positivo na confiança das empresas, com o índice de expectativa de atividade comercial ultrapassando os 58%, e os índices de expectativa de atividade comercial na construção e no setor de serviços aumentando em relação ao mês anterior. Ao analisar as mudanças nos dados detalhados, observa-se que as atividades econômicas relacionadas estão sendo aceleradas, os novos serviços relacionados a energias renováveis estão mantendo-se ativos, o ambiente de financiamento está melhorando e a confiança das empresas está se fortalecendo. Após um breve ajuste durante o Ano Novo Chinês, as atividades econômicas aceleraram, com um bom desempenho nos setores da construção e serviços produtivos. Os índices de atividade comercial nos setores de construção de casas, atacado, correios, e serviços de manuseio, movimentação e armazenagem tiveram aumentos significativos em relação ao mês anterior, todos acima de 52%. Com o aumento contínuo da intensidade do controle macroeconômico, o ambiente de financiamento social continua a melhorar. Os índices de atividade comercial nos setores de serviços financeiros e de mercado de capitais estão ambos acima de 60%. O setor de serviços de informação, representado pela operação de telecomunicações, internet e serviços de tecnologia de software, mantém um crescimento rápido e constante. Nos últimos anos, os índices de atividade comercial desses dois setores têm sido consistentemente mais altos do que a média dos índices de atividade comercial não manufatureira. Em março, os índices de atividade comercial desses dois setores aumentaram consecutivamente por dois meses em relação ao mês anterior, com uma ampliação em relação ao mês anterior, e os índices estão acima de 58%. Fonte: yicai.com Imagem principal: iStocker/ Adobe Stock
31 de janeiro de 2024
A Federação Chinesa de Logística e Compras e o Centro de Pesquisas do Setor de Serviços do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS) divulgaram nesta quarta-feira (31) o Índice Gerentes de Compras (PMI) da China para janeiro. O PMI do setor industrial manufatureiro da China no primeiro mês do ano foi de 49,2%, um aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao mês anterior. As atividades de produção das empresas aceleraram no mês. O índice de produção em janeiro é 51,3%, um aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao mês anterior, atingindo o ponto mais alto nos últimos quatro meses. As atividades de produção no setor de inovação tecnológica e bens de consumo aceleraram acentuadamente. Do ponto de vista da indústria manufatureira, a maioria dos setores industriais se recuperou em relação ao mês anterior, com os principais setores mostrando sinais de estabilização e melhoria, sugerindo que a economia está tendo um início tranquilo em 2024. Em janeiro, entre os 21 setores manufatureiros, os índices dos gerentes de compras de 13 setores aumentaram, um setor ficou estável e os outros sete setores caíram em relação ao mês anterior. Do ponto de vista das empresas de diferentes portes, as grandes empresas aumentaram de forma constante. Em janeiro, o índice dos gerentes de compras das grandes empresas foi de 50,4%, um aumento de 0,4 ponto percentual em relação ao mês anterior, e tanto a oferta quanto a demanda aceleraram o crescimento em relação ao mês anterior. Fonte: wap.peopleapp.com Imagem principal: Wang Quanchao/Xinhua
14 de julho de 2022
Nesta quarta-feira (13), a Fortune China publicou a última lista sobre as 500 empresas chinesas mais apreciadas de 2022. No ranking desse ano, mais de 30% das empresas são da indústria manufatureira. A lista mede as maiores empresas chinesas listadas por receita a cada ano. A receita total de todas as 500 empresas no ano passado foi de 62 trilhões de yuans, uma taxa mais forte em comparação com a taxa média de crescimento de 17,4% das 500 empresas listadas. O lucro líquido atingiu 4,7 trilhões de yuans, cerca de 9,2% mais do que no ano passado. Entre eles, duas empresas privadas, JD.com e Alibaba, melhoraram suas classificações. A Jd.com ficou entre os Top 10 da lista da FORTUNE China 500, subindo 4 posições para para a 7 ª posição. Já a Alibaba ficou em 11 º lugar. Os Top 10 da lista são Sinopec, CNPC, China State Construction, Ping An Insurance (Group), China Railway Group, CRCC, JD.com, ICBC, China Life and China Mobil. Um total de 49 empresas novas e realistadas este ano. A Didi entrou na lista pela primeira vez e ficou em 75º lugar com uma receita bruta de 173.800 milhões de yuans. O NIO e a Li Auto Inc. estrearam no ranking pela primeira vez no setor de nova energia, em 344º e 427º, respectivamente. Em termos de rentabilidade, as 10 empresas mais lucrativas da lista, além de seis bancos comerciais e companhias de seguros, a Tencent Holdings Limited ocupa o 4º lugar na lista de lucros, com um lucro líquido de origem de 224,8 bilhões de yuans. Em termos de perdas, um total de 49 empresas listadas não conseguiram obter lucros, com perdas totais de cerca de 463 bilhões de yuans. Com base nos números de perda mostrados nos relatórios financeiros de cada empresa, as top 3 com mais perda de rentabilidade é a Kwai, Didi e Suning, com perdas de 78 bilhões de yuans, 49,3 bilhões de yuans e 32,2 bilhões de yuans, respectivamente. Indústrias manufatureira ocupa mais de 30% da lista da Fortune China 500 Do ponto de vista da indústria, entre as 500 maiores empresas da China, a indústria de metais tem um total de 60 empresas na lista, o que representa o maior número de empresas na lista deste ano. O segundo setor com maior número de empresas na lista é o financeiro, que passou de quatro para cinco neste ano. Entre eles, a Guosen Securities voltou à lista depois de cair nem 2018. E as instituições financeiras estabelecidas de Shenzhen, como Ping An Insurance (Group), CMB, CITIC Securities e CCM, ainda estão presentes na lista deste ano. O setor mais movimentado foi o imobiliário, que caiu de nove para seis. Além disso, a receita bruta das empresas listadas caiu quase 40% em comparação com o ano passado. Isso tem a ver com o fato de o setor imobiliário chinês entrar em um ciclo descendente devido às políticas regulatórias. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome; 21st Century Business Herald
1 de abril de 2022
Recentemente, influenciada por múltiplos fatores de instabilidade interna e externa, a atividade manufatureira chinesa contraiu em março pela primeira vez em cinco meses. No entanto, analistas e autoridades permanecem otimistas sobre as perspectivas de médio e longo prazo da economia chinesa, argumentando que ainda há espaço para a política macroeconômica chinesa. Eles preveem uma política fiscal mais forte e medidas monetárias mais fáceis nos próximos meses para apoiar ainda mais o crescimento, incluindo reduções de impostos, mais investimentos em infraestrutura e cortes na taxa de juros e na taxa de reserva obrigatória, para impulsionar ainda mais o crescimento. Segundo os dados apresentados pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês) mostram que os índices dos gerentes de compras (PMI, sigla em inglês) para o setor de manufatura da China foi de 49,5 p.p. em março, em comparação com 50,2 p.p. em fevereiro. Após permanecer em território de expansão por quatro meses consecutivos, o PMI da manufatura chinesa começou a declinar. Zhao Qinghe, estatístico sênior da NBS, disse que o ressurgimento de casos de COVID-19 que afetaram algumas áreas, provocou um choque nos setores tais como transporte, acomodações e de serviços. Para os fabricantes, o ressurgimento afetou a produção e a operação de algumas empresas, e a escalada das tensões geopolíticas levou a um declínio ou ao cancelamento dos pedidos de exportação, disse Zhao. Apesar das pressões econômicas, Luo Zhiheng, economista-chefe da Yuekai Securities, destacou que o PMI de fabricação de alta tecnologia permaneceu em território de expansão, o que indica que a transformação estrutural da economia e o desenvolvimento de alta qualidade estão avançando firmemente. Luo acredita que a atual situação econômica exige uma política fiscal proativa, como a promoção da emissão de títulos especiais dos governos locais para acelerar a construção de infraestrutura e estabilizar os investimentos e devem ser feitos para garantir a subsistência básica das pessoas afetadas por surtos de COVID. Wu Chaoming, vice-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Internacional Cai Xin, estima que o PMI de manufatura pode voltar acima dos 50 pontos nos próximos meses com a ajuda de medidas eficazes do governo para controlar a pandemia e estabilizar o crescimento. Especialistas dizem que, em resposta às pressões sobre o desenvolvimento econômico, poderia persuadir o Banco Popular da China (PBOC, sigla em inglês), o banco central do país, a implementar uma política de flexibilização de curto prazo e reduzir as taxas de reservas obrigatórias e das taxas de juros das apólices. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
15 de março de 2022
A China manteve sua posição como o maior centro manufatureiro do mundo por 12 anos consecutivos, respondendo por 27,4% do PIB, com um valor agregado da indústria de mais de US$ 4 trilhões. De 2012 a 2021, o valor agregado da indústria chinesa cresceu de US$ 3 trilhões para US$ 5 trilhões, com o valor agregado do setor de manufatura aumentando de US$ 2 trilhões para aproximadamente US$ 5 trilhões. A China é o único país do mundo com todos os setores industriais listados na classificação industrial das Nações Unidas (ONU), com mais de 220 tipos de produtos industriais em produção. Em 2021, o valor agregado da indústria acima do tamanho da China cresceu 9,6%, acima dos 6,8 p.p. de 2020, obtendo um crescimento médio de 6,1% em dois anos. A vantagem competitiva internacional da cadeia industrial fotovoltaica, eólica e naval aumentou ainda mais. A produção de contêineres aumentou 110,6% ano após ano e a produção de chips 33,3% ano após ano. Novos displays, máquinas-ferramenta, novos materiais e outros campos todos esses setores tiveram um avanço significante. O valor agregado das indústrias manufaturas e de equipamentos de alta tecnologia cresceu 18,2% e 12,9%, respectivamente, contribuindo para o crescimento da indústria regulamentada em 28,6% e 45%, respectivamente. O consumo de energia por unidade de valor acrescentado nas indústrias acima da dimensão diminuiu 5,6% em comparação com o ano anterior. A China construiu a maior rede de fibra óptica e comunicação móvel do mundo. No total, mais de 1,425 milhão de estações base 5G foram construídas e colocadas em operação. O número de terminais de telefone celular 5G conectados atingiu 520 milhões de famílias. A taxa de penetração de ferramentas digitais de design de P&D atingiu 74,7%, proporcionando um forte impulso para o desenvolvimento econômico e social sustentável e saudável. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
1 de março de 2021
Em 1º de março, numa coletiva de imprensa no Escritório de Informação da China, o Ministro da Indústria e Tecnologia da Informação, Xiao Yaqing, apresentou que, durante o 13º Plano Quinquenal (2016-2020), o valor agregado industrial da China aumentou de RMB 23,5 trilhões (US$ 3,63 trilhões) para RMB 31,3 trilhões (US$ 4,84 trilhões), tornando-se a maior potência industrial do mundo por 11 anos consecutivos. A participação da indústria manufatureira contribuiu em quase 30% da indústria manufatureira mundial. Xiao Yaqing informou que a China abrirá totalmente seu setor de manufatura geral, irá liberar ordenadamente as restrições de acesso ao investimento estrangeiro no setor de telecomunicações e atrairá mais projetos de manufatura de alto padrão de propriedade estrangeira para o país. E ao mesmo tempo, disse que a China fará a estrutura básica da indústria avançada e da modernização da cadeia industrial; focará nos principais componentes básicos, equipamentos e processo de fabricação modernos, materiais básicos essenciais, software industrial; intensificará os esforços na inovação científica e tecnológica em todos os níveis para melhorar continuamente a resistência e a elasticidade da cadeia industrial para garantir que ela mantenha em patamar internacional. Na coletiva de imprensa, Xiao Yaqing complementou que a taxa média de crescimento do valor agregado da indústria de alta tecnologia atingiu 10,4% durante o período do 13º Plano Quinquenal, que foi 4,9 pontos percentuais superior à taxa média de crescimento do valor agregado da indústria acima da escala (classificação chinesa para a escala da indústria). Além disso, o valor agregado da indústria de serviços de tecnologia da informação e software de transmissão de informação também aumentou significativamente, de cerca de 1,8 trilhão de yuan para 3,8 trilhões de yuan, e sua proporção no PIB aumentou de 2,5% para 3,7%. "O 14º Plano Quinquenal propõe acelerar a construção de um novo padrão de desenvolvimento, tendo a circulação doméstica como base e a circulação nacional e internacional se promovendo mutuamente. Xiao Yaqing apontou que a construção de um novo padrão de desenvolvimento é uma reforma sistêmica e profunda. Para construir um novo padrão de desenvolvimento, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação é o principal campo de batalha e a principal força que deve fazer esforços em quatro áreas: Intensificar a independência da ciência e tecnologia e, aumentar a capacidade de inovação da cadeia industrial; Manter o sistema integral da cadeia industrial e intensificar a base industrial avançada e da modernização da cadeia industrial; Expandir a demanda interna, circular a economia nacional e acelerar na melhoria da qualidade do sistema de abastecimento da indústria manufatureira; Promover a sinergia entre o ciclo duplo internacional e doméstico e elevar mais o nível de abertura para o exterior. Fonte: 21st Century Business Herald