18 de julho de 2022
A China inaugurou neste domingo (17) seu primeiro aeroporto de cargas. Um avião de carga, Boeing 767-300, da SF Airlines decolou do Aeroporto de Ezhou Huahu (EHU), na província de Hubei, às 11h35, horário local, marcando o início da operação oficial do aeroporto. O Aeroporto de Ezhou Huahu (EHU), conhecido também como "o primeiro aeroporto hub de carga profissional da Ásia e o quarto melhor do mundo", fica a 76 km do Centro de Wuhan, ao lado do Rio Yangtze. O aeroporto é cercado por 7 portos de águas profundas para navios porta-contêineres, duas estradas de alta velocidade e 6 linhas ferroviárias de alta velocidade. Possibilita cobrir 90% da economia do país fazendo uma entrega de 1 hora e 30 minutos, prazo de entregas nacionais em uma noite e entregas internacionais nos dias seguintes. O aeroporto está projetado como um hub de carga aérea, alimentação para o transporte de passageiros, centro de transferência de carga e base de carga. A meta de planejamento a curto prazo, é atingir 2,45 milhões de toneladas através da movimentação de carga e correio até 2025. Tornar-se um hub de carga aérea internacional com foco em carga, um hub de transporte multimodal com foco em carga aérea internacional, um ponto importante para a logística aérea global e uma porta de entrada para que o expresso aéreo da China se conecte ao mundo. Após a abertura oficial do aeroporto, este ano irá gradualmente abrir rotas de passageiros de Erzhou para Pequim, Xangai, Shenzhen, Xiamen, Chongqing, Chengdu, Kunming, Qingdao, Ningbo, e rotas de carga de Erzhou para Shenzhen, Xangai, Frankfurt, Osaka etc.. Futuramente, será desenvolvido junto com o Aeroporto de Wuhan Tianhe (WUH), tornando-se aeroporto com sistema de ", alimentação para o transporte de passageiros+hub de carga aérea". Tradução: Mei Zhen Li Fonte: stdaily
11 de julho de 2022
Em 9 de julho, o Escritório Nacional de Estatísticas divulgou dados sobre a economia da China de junho, mostrando que o índice nacional de preços ao consumidor (IPC) aumentou 2,5% em relação ao ano anterior, e o índice nacional de preços ao produtor (PPI) aumentou em 6,1%. Na média de janeiro a junho, IPC e PPI aumentaram 1,7% e 7,7%, respectivamente, mantendo a tendência de estabilidade. Especialistas acreditam que os preços da China têm mantido uma operação estável, em um cenário em que os preços internacionais das commodities continuam em níveis elevados, e outras grandes economias ao redor do mundo enfrentam maiores pressões inflacionárias. Estabilidade na inflação De acordo com Dong Lijuan, estatístico sênior do Departamento Municipal do Escritório Nacional de Estatísticas, em junho, a situação da pandemia da China se tornou estável e teve melhora. A produção continua a avançar e a cadeia de suprimento das principais indústrias está ficando cada vez mais estável, garantindo a oferta do mercado. Tanto o IPC quanto o PPI se mantiveram estáveis. Incentivos do governo para garantir a oferta e preços estáveis Desde o governo chinês concedendo 30 bilhões de yuans para fornecer subsídios aos produtos, até a implementação de isenção do imposto de importação provisória de carvão, para acelerar a integração dos sistemas expressos de logísticas e distribuição e entre outros, uma série de medidas políticas tornaram-se uma importante garantia para estabilização dos preços. Mas, no futuro, como será a tendência dos preços na China? Os analistas acreditam que o atual aumento modesto dos preços reflete a recuperação estável da economia chinesa. Do ponto de vista da oferta de importantes commodities, sob o contínuo acúmulo de fatores positivos como a supersafra de grãos de verão, o alto nível de estoques de petróleo refinado e o contínuo avanço da retomada do trabalho e produção, a China tem a base e os recursos para estabilizar a oferta e os preços. Fonte: Diário do Povo
26 de maio de 2022
Representantes dos países BRICS (grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) reuniram-se em um encontro virtual, nesta quarta-feira (25), para oficializar o estabelecimento do comitê de cooperação espacial do BRICS. O comitê é considerado um novo marco para a utilização conjunta de satélites de sensoriamento remoto da Terra e cooperação sobre exploração de uso pacífico do espaço. Zhang Kejian, diretor-geral de Administração Estatal de Ciência, Tecnologia e Indústria para Defesa Nacional da China disse que o presidente Xi Jinping atribui grande importância ao desenvolvimento dos países BRICS. Ele salientou que a China está disposta a trabalhar junto com os países do mundo, incluindo os BRICS, para acelerar a implementação da agenda 2030 das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável, promover firmemente a implementação da iniciativa de desenvolvimento global e construir juntos uma comunidade de desenvolvimento global. Zhang destacou que o estabelecimento da Comissão Conjunta dos BRICS orientará a cooperação dos satélites de sensoriamento remoto da Terra, promoverá um nível mais elevado de cooperação entre as agências espaciais em áreas como proteção ambiental, prevenção e mitigação de desastres e resposta às mudanças climáticas. Além disso, a comissão fará o compartilhamento eficiente de dados e dará um novo impulso à cooperação estratégica dos países BRICS. Durante o encontro, as agências espaciais dos cinco países apresentaram suas atividades espaciais realizadas nos anos passados e a implementação do Acordo de Cooperação em Constelação de Sensoriamento Remoto por Satélite entre os países BRICS. Além disso,e assinaram o Documento sobre os Termos de Referência do Comitê Conjunto de Cooperação Espacial do BRICS, a Especificação Técnica para o Intercâmbio de Dados em Constelação de Sensoriamento Remoto por Satélite entre os países BRICS e os Procedimentos de Implementação para a Observação Conjunta em Constelação de Satélites de Sensoriamento Remoto do BRICS. Os participantes expressaram suas congratulações pelo estabelecimento da Comissão Conjunta BRICS de Cooperação Espacial, sua satisfação com o desenvolvimento de procedimentos para compartilhamento de dados e observação conjunta de constelações de satélites de sensoriamento remoto pelas agências espaciais BRICS, e suas boas-vindas pelo estabelecimento do Centro de Dados e Aplicações de Constelações de Satélites de Sensoriamento Remoto BRICS (China). Os participantes concordaram em melhorar continuamente a capacidade da constelação de satélites de teledetecção do BRICS, fazer esforços concertados para pôr em prática a eficácia dos dados da constelação e contribuir conjuntamente para o desenvolvimento econômico e social sustentável dos países BRICS. A constelação é composta por satélites dos BRICS, incluindo satélite de Observação da Terra GaoFen-6 e Gaofen3-02 da China, o satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS-04A), desenvolvido por meio de uma parceria entre o Brasil e a China, satélite russo Star Series V, e o satélite indiano de Recursos Terrestres 2 e 2A. Os dados do satélite de constelações estão disponíveis em estações terrestres em Sanya, China; Cuiabá, Brasil; região de Moscou, Rússia; Shad Nagar-Hyderabad, Índia; e Hatebishoek, África do Sul. Membros do Grupo de cooperação em Constelação de Sensoriamento Remoto por Satélite do BRICS, representantes dos departamentos diplomáticos de várias partes, representantes de departamentos de agências espaciais e representantes de empresas relevantes todos participaram da reunião. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: CNSA
17 de janeiro de 2022
O Produto Interno Bruto (PIB) da China totalizou a marca de 114,36 trilhões de yuans em 2021, um crescimento de 8,1% em relação ao ano anterior (ou, o equivalente a um aumento médio de 5,1% a.a. quando consideramos os 2 últimos anos), de acordo com estimativas oficiais divulgadas nesta segunda-feira (17), pelo Departamento Nacional de Estatísticas (NBS, sigla em inglês) da China. Esta é a maior alta em dez anos. Em termos trimestrais, no 1º trimestre de 2021 o PIB cresceu 18,3% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, e no 2º, 3º e 4º trimestres cresceu 7,9%, 4,9% e 4,0%, respectivamente, quando comparados com os mesmos trimestres do ano anterior. Ning Jizhe, chefe de agência da NBS, no entanto, apontou durante coletiva à imprensa que a expansão econômica foi mais estável ao longo do ano em períodos anteriores, expondo que o crescimento médio anual do 1º, 2º, 3º e 4º trimestres, quando considerados os 2 últimos anos, foi de 4,9%, 5,5%, 4,9% e 5,2%. As fortes expansões neste ano foram impulsionadas pela produção industrial e exportações robustas, mas enfraqueceu no último trimestre principalmente devido ao impacto de novos surtos de Covid-19, da desaceleração do consumo e de uma crise imobiliária. Outras áreas da economia , como de serviços e de investimentos, tiveram crescimentos pouco expressivos, mas demonstraram uma recuperação a um patamar estabilizado. Quais as perspectivas para a economia no 1º trimestre de 2022? Apesar do crescimento do último trimestre de 2021, Ning reiterou que a economia chinesa está sofrendo pressão no início deste ano. Segundo ele, apesar da estabilidade no crescimento interno, ainda há muitas incertezas em relação ao desenvolvimento do mercado imobiliário doméstico e fatores externos. No entanto, afirmou de que as premissas que mantiveram a China dentro de uma faixa de crescimento estável deverão se manter ao longo deste ano. É esperado pela Conferência Central de Trabalho Econômico da China que, em 2022, os esforços econômicos e de políticas públicas estejam em linha com uma política de ‘crescimento estável’. Hoje, o banco central chinês anunciou corte em sua taxa de juros, reduzindo seus custos de empréstimo de médio prazo (MLF, sigla em inglês) pela primeira vez desde abril de 2020. A redução será para algumas instituições financeiras em 10 bps, passando de 2,95% para 2,85%. Este corte de juros é coerente com o afrouxamento da política monetária pelo banco central chinês e ao incentivo ao financiamento para que a economia consiga lidar com a pressão que está sofrendo. Liu Xuezhi, pesquisador sênior do Centro de Pesquisa Financeira do BOCOM (Banco de Comunicações), apontou que exportações e mercado imobiliário, pilares que suportaram o crescimento econômico em 2021, irão enfraquecer gradualmente em 2022. Estes fatores combinados com a lenta recuperação da demanda doméstica dificultarão o crescimento estável dos investimentos em infraestrutura, com a economia tendo um crescimento em um nível moderado. Por enquanto, estima-se que o PIB de 2022 aumente em cerca de 5%, taxa que deverá ser composta por um crescimento recuperado de cerca de 6,5% do consumo, de cerca de 4,5% dos investimentos, e de cerca de 4,5% das exportações. Especificamente, para o 1º trimestre do ano, devida à fraca demanda atual e recuperação do consumo, espera-se que a economia chinesa cresça em 4,5%. É possível que o crescimento do 1º trimestre de 2022 seja cerca de 5,3%, de acordo com Zhang Yongjun, se o ímpeto do último trimestre continuar neste ano. Os investimentos melhoraram em novembro e dezembro, com emissão de bonds e ritmo de novos projetos acelerando neste ano. Ning também apontou que há ainda bastante potencial para expansão efetiva de investimentos, alegando que o gap de desenvolvimento entre áreas urbanas e rurais do país ainda é grande, com diversos elos frágeis de infraestrutura em áreas de subsistência. Com uma série de políticas e medidas a serem introduzidas neste ano, de incentivo ao investimento em produção industrial, investimentos privados em P&D, e em tecnologias de transformação, espera-se que a tendência de modernização industrial da China continue expandindo. Para Luo Zhiheng, vice-presidente de Yuekai Securities, "afetada pela nova variante do coronavírus, a situação de prevenção e intolerância à epidemia durante o Ano Novo chinês poderá ser mais tensa neste ano do que no ano passado, com os impactos no setor de consumo ainda a serem avaliados. Os EUA podem aumentar a taxa de juros básica de sua economia já em março, o que impactará nas medidas políticas da China. Já para a taxa de juros da China, é melhor reduzi-las o quanto antes, havendo ainda a possibilidade de mais reduções no futuro". Leia também: Balança comercial da China atinge superávit recorde acima dos US$ 6 trilhões
29 de dezembro de 2021
A Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc, sigla em inglês), divulgou uma análise de dados, nesta quarta-feira (29), onde apresenta o valor das importações e exportações da China para os outros 14 países membros da Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) que chegou a totalizar 10,96 trilhões de yuans (US$ 1,7 trilhão) nos primeiros 11 meses de 2021, representando 31% do valor no comércio exterior da China. Segundo a RCEP, este acordo entrará em vigor no dia 1 de janeiro de 2022. Do total de 701 obrigações vinculativas da RCEP, a direção geral da alfândega, individual ou conjuntamente, é responsável por 174, ou seja, 24,8%, e está totalmente preparada para sua implementação, diz o boletim aduaneiro. Até agora, os documentos regulatórios que precisam ser verificados no site de importação e exportação foram simplificados de 86 em 2018 para 41. Além de circunstâncias especiais, como confidencialidade, os outros 38 documentos regulatórios podem ser todos aplicados on-line, verificados em rede e desalfandegados sem papel através da "janela única" do comércio internacional, os documentos de ligação de logística alfandegária sem papel, eletrônico e regulação inteligente, nível de normalização melhorou consideravelmente. As estatísticas aduaneiras apresentaram também que, em novembro deste ano, o tempo total de desalfandegamento das importações nacionais foram 35,87 horas; O tempo total de desembaraço aduaneiro das exportações foram 1,57 horas. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: gov.cn
28 de dezembro de 2021
O relatório que lista os desenvolvimentos e a indústria dos 100 melhores condados da China, foi publicado nesta terça-feira (28), pela a Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT, sigla em inglês). O relatório apresenta que, o PIB total dos condados atingiu 15 trilhões de yuans (US$ 2 trilhões), ocupando 15% do PIB total do país. Além disso, cerca de 60% dos condados da lista já têm o PIB com mais de 100 bilhões de yuans (US$ 15,7 bilhões). Ao mesmo tempo, a produtividade da força de trabalho dos 100 melhores condados teve um nível de produção maior do que a média do país. Os 100 melhores condados de 2021 estão concentrados em Jiangsu, Guangdong, Zhejiang, Fujian e outras 15 províncias. Sendo na província de Jiangsu com 23 regiões, a Guangdong com 21 regiões, a Zhejiang com 13 regiões e o Fujian com 11 regiões. Apesar de que, a província de Jiangsu tem uma maior quantidade de regiões na lista dos 100 melhores condados que a província de Guangdong. Mas, o PIB de Guangdong é maior do que o de Jiangsu, com o valor de 400 bilhões de yuans (US$ 62 bilhões). Em termos de distribuição regional, 75 são da região Leste, 14 são da região Central, 10 são da região Oeste e 1 é da região Nordeste. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald
7 de maio de 2021
A Administração Geral da Alfândegas da China publicou os dados das importações e exportações do comércio exterior do país, com um resultado de US$ 1,81 trilhão nos primeiros 4 meses do ano, mantendo um ritmo acelerado de transações. Nos primeiros quatro meses de 2021, importações e exportações chinesas resultaram em uma receita de US$ 1,81 trilhão, um crescimento de 28,5% comparado com o mesmo período do ano passado. No mês de abril, as transações totais foram de US$ 490 bilhões, um aumento de 26,6% ano-a-ano, entre eles, as exportações representam US$ 266 bilhões, crescimento de 22,2%, já as importações são US$ 224 bilhões, um aumento significante de 32,2%. Diretor do Departamento de Estatística e Análise da Administração Geral da Alfândega, Li Kuiwen, declarou que desde junho do ano passado, as transações do comércio exterior estiveram em um crescimento constante por 11 meses seguidos. Ao comparar com ano de 2019, os 4 primeiros meses deste ano teve uma aceleração de 21,8%, isso mostra um resultado na estratégia de prevenção e controle da pandemia e desenvolvimento socioeconômico do governo chinês, assim como a estabilidade do comércio exterior. Em relação com as principais mercadorias comercializadas, de produtos eletromecânicos e produtos de mão-de-obra intensiva tiveram um crescimento na exportação, onde os eletromecânicos representam uma parcela de US$ 590 bilhões, aumento de 36,3% comparado com ano passado, e ocupam 59,9% do total das exportações; enquanto os produtos de mão-de-obra totalizam US$ 173 bilhões, um crescimento de 31,9%, representando 17,5% das exportações. As principais commodities também tiveram um aumento na importação, entre elas, soja, petróleo bruto e minério de ferro importados cresceram 16,8%, 7,2% e 6,7% anualmente, respectivamente. Fonte: 21st Century Business Herald
4 de maio de 2021
Os números trimestrais da economia urbana foram publicados. Entre eles, a classificação do rendimento disponível per capita sofreu uma alteração significativa em relação ao primeiro trimestre de 2020 e ao ano todo de 2020. Até o momento, as cidades com maior renda disponível per capita são Xangai, Suzhou, Hangzhou, Ningbo, Nanquim, Shaoxing, Shenzhen, Pequim e Guangzhou. Os seis primeiros lugares são cidades da Região do Delta do Rio Yangtze. Situação trimestral do rendimento disponível per capita dos residentes nas principais cidades Fonte de dados: departamentos locais de estatística. Do qual Guangzhou não revela diretamente a renda disponível per capita de todos os residentes, e sua posição na tabela não representa uma classificação. Xangai, Suzhou, Hangzhou, Ningbo, Nanquim, Shaoxing ultrapassam mais de 20 mil yuans (US$ 3089) Mas isto não significa que as cidades da Região do Delta do Rio Yangtze estejam “invertendo a tendência” no primeiro trimestre deste ano. De fato, no primeiro semestre de 2020, Suzhou e Hangzhou já se situaram em segundo e terceiro lugar em termos de renda disponível per capita, enquanto Ningbo e Shaoxing tiveram um aumento no ranking em relação ao mesmo período do ano passado. Entre eles, a Ningbo divulgou um crescimento detalhado por fonte de renda: a renda salarial per capita foi de 12.103 yuans (US$ 1869,54), um aumento de 11,5%; o lucro operacional líquido foi de 3.673 yuans (US$ 567,36), um aumento de 23,9%; o rendimento líquido de propriedade per capita foi de 2.287 yuans (US$ 353,27); a renda líquida de transferência per capita foi de 2.617 yuans, um aumento de 20,6%. As quatro fontes de renda registraram um crescimento de dois dígitos, especialmente o lucro operacional líquido, a renda líquida de propriedade e a renda líquida de transferência, que cresceram mais de 20%. Note-se também que a diferença de renda entre os residentes urbanos e rurais das cidades da Região do Delta do Rio Yangtze é relativamente pequena, por exemplo, a relação de renda entre residentes urbanos e rurais em Suzhou foi de 1,57 no primeiro trimestre, enquanto Hangzhou também reduziu para 1,66 de 1,70 um ano antes e Nanquim foi de 1,70. Considerando que, tendo em conta a situação nacional, o rendimento disponível per capita dos habitantes das zonas urbanas foi de 13.120 yuans (US$ 2026, 63) e dos habitantes das zonas rurais de 5398 yuans (US$ 833,82), dando uma razão de renda urbana-rural de 2,43; Guangzhou, que também é uma cidade economicamente desenvolvida, também teve uma razão de renda disponível per capita de 2,03 no primeiro trimestre. Renda dos residentes de Shenzhen excede marginalmente a de Pequim Outra mudança notável é que a renda disponível per capita de Shenzhen ultrapassou a de Pequim pela primeira vez no primeiro trimestre deste ano, com 19.591 e 19.585 yuans (US$ 3026,20 e US$ 3025,27), respectivamente. Isso se deve principalmente ao crescimento da receita de até 14, 4% em Shenzhen, em comparação com apenas 9,6% em Pequim. Entre eles, Shenzhen divulgou um crescimento detalhado por fonte de renda: renda salarial per capita foi de 15.662 yuans (US$ 2419,29), um aumento de 17, 3% em relação ao ano anterior; lucro operacional líquido foi de 1.953 yuans (US$ 301,68), um aumento de 3,7% em relação ao ano anterior; renda líquida de propriedade per capita de 2.810 dólares, um aumento de 5,9% em comparação ao ano anterior; e renda líquida de transferência foi de -835 yuans (US$ 128.98) , em comparação com -757 yuans (US$ 116,93) no mesmo período em 2020. Entre os diferentes tipos de renda, a renda salarial dos residentes de Shenzhen teve um grande aumento, atingindo 15.662 yuans (US$ 2419,29), um número que ultrapassou o nível de Xangai no mesmo período. Além disso, Xangai tem um elevado grau de envelhecimento e a proporção de aposentados a aumentar, enquanto a introdução contínua de medidas de proteção de subsistência, tais como o aumento do padrão de pensão básica para aposentados, assistência social impulsionou um forte crescimento da renda de transferência e se tornou uma força motriz sólida para o crescimento atual da renda dos residentes atuais. Mas do ponto de vista da renda, os cidadãos de Shenzhen há muito tempo estão em desvantagem em termos de renda líquida de transferência. Algumas pessoas locais em Shenzhen sugeriram não há muito tempo que Shenzhen pode reduzir a proporção da receita do governo em relação ao PIB, aumentar o nível de renda e poder de consumo dos cidadãos, e dar um impulso contínuo para o desenvolvimento econômico através do aumento do consumo. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21 st Century Business Herald
23 de abril de 2021
No dia 23, durante o "Lançamento da Primavera do Keep 2021" (New Keep New Life), o sócio e vice-presidente da empresa, Liu Dong, disse à mídia, que as vendas do aplicativo Keep no negócio de produtos de consumo esportivo chegaram a US$ 1 bilhão em 2020, não incluindo os negócios on-line e os negócios de publicidade. Na opinião de Liu Dong, o desenvolvimento dos negócios da Keep nos últimos seis anos pode ser dividido em três estágios: primeiro, o estágio das ferramentas móveis de fitness; segundo, o estágio dos produtos de consumo esportivo; e terceiro, o estágio da tentativa de plataforma. (Logo do aplicativo Keep) "Agora, a Keep está evoluindo na direção de uma plataforma e se tornará mais rica e diversificada", disse Liu, ao contrário das marcas esportivas que se expandem das cenas esportivas, a Keep tenta dominar o consumo expandindo sua atuação para prover aos usuários a experiência de "comer, vestir, usar e treinar". Durante o evento, a Keep também lançou três novas aulas de alta qualidade e dois produtos de hardware inteligente, bicicleta ergonométrica “C1 Pro” e bracelete Keep que são oferecidos para membros pagos do nível B2. Até o momento, a Keep expandiu-se gradualmente de cursos de fitness e serviços voltados a membros, para roupas, equipamentos de exercícios inteligentes que estão inteiramente conectados com os cursos, conteúdo e big data. "Uma grande característica dos produtos de consumo é a reaquisição do usuário e o consumo de alta freqüência". Falando sobre alimentos de baixa caloria, vestuário de fitness e outros produtos esportivos e de estilo de vida, Liu Dong disse: "Os usuários compram uma bicicleta dinâmica e não podem comprar uma bicicleta por um ano ou dois. Mas os usuários comprarão roupas e alimentos por causa do exercício, que é uma grande recompra incremental". Ao contrário do modelo anterior de receita em 5 fontes “receita de hardware, do shopping, do espaço esportivo Keepland, receita online e receita de alimentos leves", a última abordagem de receita do Keep é dividida em três partes, principalmente no negócio de produtos de consumo, de publicidade e de membros pagos. Quanto ao assunto relacionado ao IPO da empresa, não há informações sobre o assunto. Conforme as informações públicas, em janeiro deste ano, a Keep completou US$360 milhões em financiamentos da Série F, com uma avaliação pós-investimento de US$2 bilhões. Antes da rodada da Série F, a Keep já havia concluído oito rodadas de financiamento, com investidores incluindo Tencent, Morningside Venture Capital, BAI (Bertelsmann Asia Investments), GGV (Granite Global Ventures) e outros fundos. Fonte: ITHome; Diário do Povo
29 de janeiro de 2021
A China e a França concordaram na sexta-feira, 28 de janeiro, que a conclusão das negociações do acordo de investimento China-UE trouxe grandes resultados positivos. Os dois países demonstraram disposição para promover o trabalho de acompanhamento, como as ratificações. O acordo foi alcançado entre o conselheiro de Estado chinês e o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, e o conselheiro diplomático francês, Emmanuel Bonne, quando eles copresidiram o 21º Diálogo Estratégico China-França. Wang disse que tanto a China quanto a França devem continuar a fazer pleno uso do mecanismo de diálogo sob a orientação estratégica dos chefes de Estado dos dois países para promover o desenvolvimento das relações China-França. Ele disse que os dois países devem consolidar a confiança mútua estratégica, aumentar a estabilidade e previsibilidade do bilateralismo e injetar mais energia positiva em um mundo incerto. Ele apelou a ambas as partes para que fortaleçam a cooperação para a inovação no novo campo da energia e na economia digital. Observando que a adesão à autonomia estratégica é do interesse de longo prazo dos países da UE, Wang disse que a China e a UE devem continuar a defender o multilateralismo e promover a formação de mais consensos internacionais. Ele observou que ambos devem ser cautelosos com o “pseudo multilateralismo”. Bonne disse que a França espera fortalecer a comunicação e coordenação com a China nas principais questões globais e regionais, como cooperação em vacinas, mudança climática e biodiversidade. A França apoia a cooperação de alto nível entre a UE e a China e está disposta a continuar a trabalhar com a China para promover o desenvolvimento da parceria estratégica abrangente UE-China, disse Bonne. Fonte: Xinhua Net