14 de fevereiro de 2023
A renda per capita disponível dos residentes em seis cidades chinesas excedeu 70.000 yuans (US$ 10.270) no ano passado. Guangzhou, no sul do país, assim como Suzhou e Hangzhou na costa leste, entraram na lista pela primeira vez, informou à Yicai Global com as estatísticas divulgadas pelos governos locais. Xangai ficou em primeiro lugar entre os seis membros do clube de elite com renda disponível per capita de 79.610 yuans, seguido por Pequim e Shenzhen. Guangzhou, Suzhou e Hangzhou tornaram-se os novos membros com 71.357 yuans, 70.819 yuans e 70.281 yuans, respectivamente. Os empregos de alta renda foram uma das principais razões pelas quais as cidades de primeira linha encabeçaram a lista por renda disponível per capita, observou Yicai Global . Três indústrias com as maiores rendas nos últimos anos, a saber: transmissão de informações, software e serviços de tecnologia da informação; finanças; e pesquisa científica e serviços técnicos; estavam concentradas nessas cidades. As quatro primeiras cidades da China são Pequim, Xangai, Guangzhou e Shenzhen . Por produção econômica, Suzhou ficou em sexto lugar no continente chinês no ano passado. A concentração de empresas de alta e nova tecnologia e o aumento dos gastos em pesquisa e desenvolvimento proporcionam uma boa base para o aumento da renda dos residentes na cidade da província de Jiangsu. Hangzhou, por sua vez, é a sede da gigante da internet Alibaba Group Holding e sede de muitas empresas de internet com amplos empregos de alta renda. Zhejiang, da qual Hangzhou é a capital, é uma das províncias mais desenvolvidas da China, com uma renda per capita mais alta. Outras quatro cidades entre as 10 primeiras por renda disponível no ano passado: Nanjing, a capital de Jiangsu; Ningbo, um dos principais centros econômicos de Zhejiang; Xiamen, uma cidade portuária na província de Fujian, e Wuxi, outra cidade em Jiangsu. Wuxi ficou em 10º lugar, com renda per capita de 65.823 yuans. Fonte: STCN
5 de abril de 2022
O saldo de diversos depósitos de instituições financeiras urbanas, também conhecidos como “fundos totais”, reflete a capacidade de uma cidade absorver recursos. Então, como a quantidade total de capital nas principais cidades mudou em 2021? Ao classificar as 20 cidades com maior quantidade de capital no final de 2021, o 21st Business Herald descobriu que as 10 principais cidades com acúmulo de capital são Pequim, Xangai, Shenzhen, Guangzhou, Hangzhou, Chengdu, Chongqing, Nanjing, Suzhou e Tianjin. Entre essas cidades, as três primeiras ultrapassaram 10 trilhões de yuans, e o depósito domiciliar per capita em Pequim chegou a 222.700 yuans. As cidades nas posições 11 a 20 são Wuhan, Xi’an, Ningbo, Zhengzhou, Changsha, Jinan, Qingdao, Wuxi, Hefei e Fuzhou. Pequim, Xangai e Shenzhen lideram a classificação das cidades com maior quantidade de capital, com mais de 11 trilhões de yuans, além de serem os três principais centros financeiros da China. As três cidades têm mercados de fatores nacionais e sistemas de negociação, como bolsas de valores, bem como sedes de grandes instituições financeiras, incluindo bancos, títulos, seguros, fundos e agências fiduciárias. Por que cidades do Delta do Rio Yangtze estão crescendo tão rápido? Em termos de taxa de crescimento, entre as 20 principais cidades, 10 têm uma taxa de 10% ou mais, e entre essas cidades, sete estão na região do Delta do Rio Yangtze. A taxa de crescimento de Ningbo chega a 13,5%, ocupando o primeiro lugar entre as 20 cidades. Xangai e Hangzhou tiveram uma taxa maior que 12%, enquanto Nanjing atingiu a marca do 11%, e por último Wuxi, Hefei e Suzhou chegaram a 10% na taxa de crescimento. A taxa de crescimento do PIB das principais cidades do Delta do Rio Yangtze em 2021 foi muito proeminente. Incluindo Hangzhou, Wuxi, Hefei, Nantong, Suzhou, Changzhou e outras cidades da região, a taxa média de crescimento de dois anos atingiu ou ultrapassou 6%. Nos últimos anos, a integração do Delta do Rio Yangtze foi se aprofundando, enquanto a divisão de trabalho e colaboração entre as cidades da região foram reforçadas, além de várias otimizações na infraestrutura de equipamentos como ferrovia de alta velocidade. Fatores como capital, tecnologia e talentos se reuniram ainda mais no cluster de cidades do Delta do Rio Yangtze. Fonte: Zaker
24 de dezembro de 2021
As cidades são o núcleo do impulsionamento de um novo tipo de urbanização da China, o desenvolvimento e expansão de aglomerações urbanas e áreas metropolitanas, além de serem um importante força motriz de desenvolvimento de alta qualidade. Em 23 de dezembro, o Centro de Pesquisa Econômica Urbana da CCID Consulting divulgou uma pesquisa sobre as 100 maiores cidades da China em competitividade de 2021, com foco nos principais indicadores de desenvolvimento econômico dessas cidades em 2020. Fonte: The Paper PIB A pesquisa mostra que as 100 cidades têm uma área urbana total de 1,38 milhão de km², e uma população de 690 milhões de pessoas. Com 14,4% do território chinês, as 100 cidades possuem 49,5% da população total da China, e contribui para 60,7% do PIB nacional. O PIB per capita dessas cidades chegou a 88.367,80 yuans, cerca de US$ 13.866,06, que é 1,23 vezes a média nacional, enquanto o PIB regional médio e cerca de 4 vezes a média nacional. Fonte: The Paper
28 de outubro de 2021
Desde o início de 2021, mesmo sob o impacto da pandemia e inundações, a economia da China não parou. Os preços da energia dispararam, muitos lugares reduziram o consumo e a produção. O mercado imobiliário esfriou e muitas transações foram cortadas pela metade. Sob essas grandes mudanças, o que aconteceu no cenário econômico da China nos últimos três trimestres? Veja o PIB de 30 províncias nesse período. Guangdong – 8,800 trilhões Jiangsu – 8,489 trilhões Shandong – 8,043 trilhões Zhejiang – 5,285 trilhões Henan – 4,401 trilhões Sichuan – 3,899 trilhões Fujian – 3,519 trilhões Hubei – 3,473 trilhões Hunan – 3,322 trilhões Anwei – 3,187 trilhões Xangai – 3,086 trilhões Pequim – 2,975 trilhões Hebei – 2,906 trilhões Jiangxi – 2,160 trilhões Shaanxi – 2,119 trilhões Chongqing – 1,995 trilhões Liaoning – 1,972 trilhões Yunan – 1,960 trilhões Guangxi – 1,804 trilhões Shanxi – 1,558 trilhões Mongólia Interior – 1,449 trilhões Guizhou – 1,398 trilhões Tianjin – 1,141 trilhões Xinjiang – 1,139 trilhões Heilongjiang – 974,7 bilhões Jilin – 953,6 bilhões Gansu – 740,1 bilhões Hainan – 450,8 bilhões Ningxia – 318,0 bilhões Chingai – 240,1 bilhões *valores em moeda chinesa, yuan. Liderança Do ponto de vista do PIB total, o PIB de Guangdong e Jiangsu nos três primeiros trimestres, ultrapassou a marca de 8 trilhões de yuans, mostrando uma situação de disputa pela liderança. Entre esses dois, o PIB de Guangdong foi de 8,800 trilhões de yuans, em primeiro lugar, mas a diferença para Jiangsu não é tão significante para se considerar isolado na liderança. O PIB de Jiangsu nesse período aumentou 10,2% em relação ao ano anterior, sendo agora 8,489 trilhões de yuans, com apenas 311 bilhões de yuans de diferença. Fonte: The Paper
25 de outubro de 2021
Nesta segunda-feira (25), a consultoria de gestão Kearney lançou o Relatório de Cidades Globais de 2021. Na lista, além de Nova Iorque, Londres, Paris e Tóquio que continuam sendo as quatro melhores, entraram também mais três cidades da China que são Pequim, Hong Kong e Xangai. O relatório do índice Global de Cidades (GCI, sigla em inglês) 2021 analisa o impacto do covid-19 e das medidas de contenção na participação global de 156 cidades em todo o mundo; 31 cidades chinesas foram incluídas nas 156 cidades incluídas na avaliação. Esse ano, as cidades adicionadas foram Yokohama do Japão, Hefei, Jinan, Kunming e Taiwan da China. Embora muitas das cidades mais conectadas globalmente do mundo no Ocidente e na Ásia tenham caído em seus rankings gerais como resultado do impacto da pandemia, Nova York, Londres, Paris e Tóquio mantiveram os quatro primeiros lugares no Índice. Los Angeles entrou no top 5 este ano. Pequim caiu uma posição para o 6 º lugar, já que as medidas de contenção da pandemia impactaram as pontuações de experiência cultural da cidade e silenciaram o desempenho econômico limitando sua atividade comercial. Hong Kong deslizou para o 7º lugar após mais um ano de instabilidade política, enquanto Chicago e Cingapura se mantiveram fortes em oitavo e nono lugares, e Xangai subiu dois lugares para entrar no top 10 pela primeira vez. O relatório menciona que, sob o impacto da epidemia, as atividades comerciais e culturais de Xangai permanecem fortemente ativas. No ano passado, Xangai não só manteve a sua posição do primeiro lugar em termos de tráfego marítimo por muitos anos, como também subiu para o segundo lugar em termos mundiais de tráfego aéreo. A dinâmica dos mercados de capitais fez com que o número de empresas unicórnios saltassem para a quarta posição no mundo. Xangai está constantemente impulsionando o desenvolvimento da cidade como um todo com o seu excelente valor comercial e continua a avançar para o primeiro nível da cidade global. Além disso, Guangzhou subiu dois lugares para o 61º lugar, devido aos avanços nas dimensões da atividade comercial e da experiência cultural. Shenzhen subiu três lugares para o 72º lugar, impulsionado principalmente por atividades comerciais, capital humano e experiência cultural. O relatório menciona que, nos últimos anos, o crescimento da indústria de internet em Shenzhen impulsionou o aumento do valor comercial da cidade. Sua política de estabelecimento atraiu também várias populações de ensino superior a estabelecer sua casa em Shenzhen, injetando vitalidade para o desenvolvimento da cidade. “Os resultados do relatório deste ano apresentam que as cidades mais conectadas globalmente também são mais vulneráveis ao covid-19.” Wang Yu, parceiro global da Kearney, disse, no entanto, que com base nos dados do sétimo censo da China, “descobrimos que o indicador mais relevante para a pontuação da cidade é o número de cidades com nível de educação superior ou que são de alta tecnologia. Apenas as cidades que atraem pessoas jovens altamente qualificadas, são cidades competitivas a longo prazo”. O diretor de Kearney, Zhou Pengyuan, disse que, embora a epidemia tenha trazido muitas conexões físicas de intercâmbio internacional, as conexões não físicas ainda existem. Uma das forças por trás da divisão de classificação entre as cidades chinesas este ano é que as cidades de alta conexão ainda podem manter altos níveis de conexões internacionais e competitividade internacional na fase “pós-epidemia”. “Como as cidades podem encontrar seu próprio caminho de desenvolvimento único, manter e reforçar o nível de conectividade na rede urbana, é também a próxima fase do desenvolvimento internacional das cidades chinesas na nova jornada.” Vale notar que o ranking geral das cidades globais, atingido pela epidemia, registrou um crescimento médio da pontuação das cidades abaixo de 1%, ou mesmo negativo, em todas as regiões, apenas a China conseguiu uma recuperação rápida contra o impacto da pandemia, com uma pontuação média urbana superior a 3%. Nos últimos cinco anos, a taxa de crescimento composto anual média das cidades chinesas foi também a mais alta de todas as regiões. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper
31 de julho de 2020
As principais cidades da China divulgaram seus respectivos dados econômicos para o primeiro semestre do ano, e o ranking das 10 cidades com maior PIB foi divulgado. Atualmente, as dez cidades com o maior PIB da primeira metade do ano, são: Xangai Pequim Shenzhen Chongqing Guangzhou Suzhou Chengdu Hangzhou Wuhan Nanquim Vale ressaltar que Chongqing ultrapassou Guangzhou, avançando para o quarto lugar. Segundo estatísticas divulgadas pelo Bureau Municipal de Estatísticas de Guangzhou, no primeiro semestre de 2020, o PIB de Guangzhou foi de cerca de 1.096,8 bilhões de yuans (R$ 810,9 bilhões), uma queda de 2,7% em relação ao ano anterior. De acordo com dados anteriores divulgados pelo Escritório Municipal de Estatística de Chongqing, no primeiro semestre do ano, o PIB de Chongqing foi de cerca de 1.121 bilhão de yuans (R$ 828,7 bilhões), um aumento de 0,8% em relação ao ano anterior. Nanquim entrou na lista dos 10 primeiros pela primeira vez, enquanto Tianjin ficou em 11º no PIB no primeiro semestre de 2020, caindo uma posição do ranking de 2019 e está fora da lista este ano. A diferença entre Chengdu e Suzhou está diminuindo, o que implica a ascensão das cidades do interior nas regiões central e oeste. Leia mais: PIB da China cresce 3,2% no segundo trimestre Fonte: Yicai.com