Economia

South China Expo promove cooperação entre a China e países do Sul e Sudeste Asiático

Expo
Fonte da imagem: Chen Xinbo/ Xinhua

De 16 a 20 de agosto, a 7ª Exposição China-Sul da Ásia (a Expo Sul da Ásia) será realizada na cidade chinesa de Kunming, província de Yunnan. Esta é a primeira vez que a Expo Sul da Ásia retoma integralmente sua forma presencial desde o início da pandemia da COVID-19. O tema desta edição é “Unidade e Cooperação para o Desenvolvimento”, e contará com 15 pavilhões. Serão organizados 14 eventos durante a exposição, cobrindo todos os países do sul da Ásia, sudeste asiático, e os países membros do Acordo de Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP).

Em 2013, quando a primeira Expo Sul da Ásia foi realizada, o comércio total entre a China e os países do sul da Ásia era inferior a US$100 bilhões. Em 2022, este número se aproximou de US$200 bilhões, com um crescimento médio anual de 8,3% ao longo de uma década. A China tem sido o maior parceiro comercial de países como Paquistão, Bangladesh e Maldivas por vários anos. Produtos do sul da Ásia como frutos do mar, chá e nozes são muito apreciados pelos consumidores chineses, e suas exportações para a China têm aumentado constantemente.

A economia da China e dos países do sul da Ásia representa 1/5 da economia global, sendo uma das regiões de crescimento econômico mais rápido e vibrante do mundo, com comércio e investimento ativos e potencial de cooperação em constante crescimento. Sob o quadro da Iniciativa “Um Cinturão, Uma Rota”, o progresso no Corredor Econômico China-Paquistão tem sido estável.

Portos como Hambantota e Gwadar estão impulsionando a modernização industrial dos países onde estão localizados. Projetos de cooperação, como a expansão e renovação dos aeroportos internacionais de Pokhara, no Nepal, e de Malé, nas Maldivas, têm feito progressos notáveis. A China tem feito contribuições tangíveis para o desenvolvimento dos países do sul da Ásia e para a conectividade regional.

Fonte: People.cn
Imagem principal: Chen Xinbo/ Xinhua