
26 de janeiro de 2022
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Nesta quarta-feira (26/01), o “Journal of Semiconductors” divulgou os dez principais progressos da China na pesquisa de semicondutores em 2021. Entre essas pesquisas, encontram-se pesquisas de várias universidades chinesas prestigiadas, como a Universidade de Pequim, Universidade de Zhejiang e Universidade Fudan. Em ordem de classificação, confira as principais conquistas científicas da China no campo dos supercondutores: Vales Rashba e estados quânticos Hall em arsênico preto de poucas camadas Fabricação controlável de filmes de cristal único semicondutores bidimensionais Nova abordagem espectroscópica para sondar a dinâmica da rede em interfaces de semicondutores Sistema de exibição de tecido totalmente flexível Relé quântico multimodal baseado em memória quântica absortiva Hardware neuromórfico de memória de computação de sensor integrado baseado em arquitetura de dispositivo homogênea Perovskita α-FAPbI3 estável à temperatura ambiente e alta umidade e seus dispositivos fotovoltaicos eficientes e estáveis Fonte de luz quântica de estado sólido de fóton único momento angular orbital de alto brilho Dopagem eficiente do tipo p de materiais semicondutores de nitreto de banda ultralarga Chip de sensor capacitivo integrado de alta eficiência em substrato de silício Todas essas conquistas foram publicadas em revistas acadêmicas de prestígio, como a Nature e Science. Fonte: IT Home

26 de janeiro de 2022
China2Brazil
O ano de 2022 marca o 30º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre a China e os cinco países da Ásia Central: Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão. Em 25 de janeiro, o presidente chinês Xi Jinping organizou uma conferência de vídeo em Pequim, para comemorar essa data importante nas relações internacionais. Os presidentes Tokayev, Japarov, Rakhmov, Berdimuhammedow e Mirziyayev, respectivamente dos países Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão, participaram da reunião. Na reunião, Xi Jinping anunciou que a China está disposta a abrir mercados nos países da Ásia Central, importando mais commodities e produtos agrícolas de alta qualidade dos países dessa área, ao mesmo tempo continuando o Fórum de Cooperação Econômica e Comercial China-Ásia Central. A China também quer garantir infraestrutura para garantir o livre fluxo de pessoas e mercadorias entre a China e os países da Ásia Central, além de expandir a cooperação para energia e tecnologia. Economia As trocas econômicas e comerciais entre a China e os países da Ásia Central mantiveram um bom ritmo de desenvolvimento. Desde o estabelecimento das relações diplomáticas, o volume de comércio entre a China e os cinco países aumentou de US$ 460 milhões em 1992, para US$ 38,6 bilhões em 2020. Nos últimos 30 anos, o estoque de investimento direto da China nesses países ultrapassou US$ 14 bilhões. Atualmente, a China é o maior parceiro comercial do Uzbequistão, Quirguistão e Turcomenistão, segundo maior do Cazaquistão e o terceiro maior para Tajiquistão. Em 25 de janeiro, Xi Jinping propôs incentivos para aumentar o volume de comércio entre a China e os países da Ásia Central para US$ 70 bilhões até 2030. Fonte: 21st Century Business Herald

26 de janeiro de 2022
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A China lançou com sucesso, nesta quarta-feira (26), um foguete Long March 4B acoplado com o satélite de observação terrestre, L-SAR 01A, para uma órbita de transferência geoestacionária (GTO, sigla em inglês) no Centro de Lançamento Espacial de Jiuquan, informou a mídia local, IThome. O satélite é usado principalmente para o monitoramento eficiente do ambiente geológico, deslizamentos de terra e desastres sísmico. Fonte: IT Home Esta foi a 407ª missão de voo da série de foguetes transportadores Long March. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome

26 de janeiro de 2022
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A USP, por meio do Centro de Inovação Inova USP, o Instituto de Pesquisa Belt and Road para Cooperação Internacional e Desenvolvimento (BRRI, na sigla em inglês) e a Universidade Shenzhen assinaram, no dia 17 de janeiro, um acordo de cooperação acadêmica para a criação do Centro de Pesquisa China-Brasil para Inovação e Competitividade. O BRRI é um think tank ligado à Iniciativa Belt and Road, um programa federal chinês de integração com países do mundo todo, também conhecido como Cinturão Econômico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século 21 ou Nova Rota da Seda. O acordo assinado com a USP prevê que o novo centro desenvolva atividades acadêmicas, como o estabelecimento de grupos de pesquisa em parceria e desenvolvimento de programas de pós-graduação e de pós-doutorado, e de ações voltadas a negócios, incluindo a criação de uma plataforma para o intercâmbio de informações e oportunidades para empreendimentos inovadores – brasileiros e chineses – e a atração de empresas dos dois países para a implementação de um conselho consultivo. O centro terá como sede o prédio do Inova USP, no campus de São Paulo, e atuará em cooperação com o Instituto de Estudos Avançados (IEA) e com a Pró-Reitoria de Pesquisa. Será presidido pelo professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e coordenador do Observatório da Inovação do IEA, Glauco Arbix. Parceria estratégica Durante a cerimônia, realizada on-line, a vice-reitora da Universidade Shenzhen, Zhang Xiao Hong, considerou que o acordo assinado com a USP é o começo de uma parceria benéfica para as instituições, que “poderão trabalhar juntas para construir uma plataforma e um mecanismo de cooperação e de desenvolvimento, para fomentar ações de intercâmbio educacional e de recursos acadêmicos, para melhorar a capacidade inovadora com estratégias bilaterais e para fortalecer os laços amigáveis entre China e Brasil”. “A China é um dos países que mais investem no Brasil. Dessa forma, é importante fomentar cada vez mais essas parcerias. Para a USP, uma universidade de pesquisa abrangente e multidisciplinar, as áreas de cooperação previstas neste acordo, como agricultura digital, bioeconomia, cidades inteligentes, relações internacionais e políticas públicas, são tópicos imprescindíveis neste momento do desenvolvimento brasileiro”, destacou o reitor da USP, Vahan Agopyan. A presidente do BRRI, Tao Yi Tao, abordou as linhas de atuação do instituto e também ressaltou a importância do acordo que possibilitará o desenvolvimento da pesquisa conjunta e do intercâmbio de estudantes entre os dois países. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Marco Antonio Zago, afirmou que a fundação está “preparada para apoiar a participação de pesquisadores de São Paulo nesta colaboração. Nosso Estado tem cooperações tradicionais com a China, tanto com universidades quanto com comércio e indústria. Uma das mais importantes vacinas contra a covid-19 no Brasil é produzida em São Paulo, com base em um acordo tecnológico assinado entre Sinovac e Instituto Butantan. Tenho certeza que a Fapesp vai contribuir para transformar este acordo em pesquisa conjunta concreta”. O diretor do Inova USP, Luiz Henrique Catalani, assegurou que o novo centro “está comprometido a construir e dar apoio aos elementos necessários para esta colaboração. Este acordo representa a pedra fundamental de uma nova era de colaboração entre o Inova USP e o BRRI”. O coordenador do centro, Glauco Arbix, explicou que os próximos passos serão o estabelecimento de um plano de cooperação e de um cronograma de execução e a criação de um grupo de trabalho conjunto para construir a proposta de cooperação. Também participaram do evento o novo reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, que será empossado no cargo no próximo dia 26 de janeiro; o pró-reitor de Pesquisa, Sylvio Roberto Accioly Canuto; o presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani), Valmor Tricoli; o diretor da Agência USP de Inovação (Auspin), Marcos Nogueira Martins; o coordenador do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida), Aluisio Segurado; o diretor do Departamento de Intercâmbio Internacional e Cooperação da Universidade de Shenzhen, Jiang Jianwu; o diretor da Escola de Intercâmbio Internacional da instituição chinesa, Yanchun Pan, entre outros dirigentes e representantes das universidades. Fonte: Adriana Cruz, Jornal da USP

24 de janeiro de 2022
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O Produto Interno Bruto (PIB) de Shanghai totalizou a marca de 4,06 trilhões de yuans em 2021, um crescimento de 16,5% em relação ao ano anterior. Desse total, as exportações, importações e o déficit comercial totalizaram 1,57 trilhão de yuans, 2,49 trilhões de yuans e 917,3 bilhões de yuans, respectivamente. O crescimento foi 14,6%, 17,7% e 23,4%, respectivamente, de acordo com os dados de análises divulgadas nesta segunda-feira (24), pelas autoridades locais. Principais características apresentadas na exportação e importação do comércio de Shanghai: Em dezembro de 2021, a Shanghai atingiu 399,2 bilhões de yuans na exportação e importação, 160,8 bilhões de yuans na exportação e 230,12 bilhões de yuans na importação e cresceram 17,5%, 27,2% e 11,6%, respectivamente. Em termos de general trade, a exportação e a importação de Shanghai em 2021 foi 2,33 trilhões de yuans, um crescimento de 24,1% (ou seja, representando a uma parte do valor total de 61,6% a.a. das importações e exportações de Shanghai). Em termos de processing trade, a exportação e a importação de Shanghai em 2021 foi de 723,48 bilhões de yuans, um crescimento de 2,9% do valor total de 61,6% ao ano. No ano passado, o valor investido pelas empresas estrangeiras na exportação e importação totalizou 2,5 trilhões de yuans, um aumento de 11,2%, do valor total de 61,6% ao ano. As empresas estatais foram de 450,52 bilhões de yuans, um aumento de 13,1%, ocupando 11,1% do valor total de 61,6% ao ano. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper

24 de janeiro de 2022
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De acordo com os resultados estatísticos da pesquisa por amostragem de turismo doméstico na China, em 2021, o número total de turistas domésticos foi de 3,246 bilhões, um aumento de 367 milhões, ou 12,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de turismo recuperou para 54% referente a 2019. Esses números podem ser divididos em residentes urbanos e rurais, em que o primeiro são 2,342 bilhões, um aumento de 13,4%, enquanto aqueles que vivem na zona rural são 904 milhões, aumento de 11,1%. A receita do turismo doméstico foi de US$ 460,9 bilhões (2,92 trilhões de yuans), aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, restaurando para 51% de 2019. O consumo per capita em viagens foi de 899,28 yuans, um aumento de 125,14 yuans, ou 16,2%, comparado com o ano passado. Fonte: The Paper
24 de janeiro de 2022
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O presidente da Foxconn, Liu Yangwei, anunciou na semana passada que a empresa chinesa entrará no metaverso ainda em 2022, e planeja incorporar elementos do metaverso nos seus projetos, como dispositivos vestíveis, computação em nuvem, data centers, semicondutores e microtelas de LED. No início deste mês, a Ennoconn, subsidiária de hardware de computador da Foxconn, recebeu um investimento de US$ 39,8 milhões da Google. As duas empresas planejam colaborar em mais projetos de metaverso em Taiwan. A Foxconn propôs seus planos para metaverso na primeira vez em 2021. Em um evento virtual online, Terry Gou, fundador da Foxconn, apareceu como um personagem virtual, mostrando as ambições da empresa em veículos elétricos e no metaverso. Fonte: IT Home

21 de janeiro de 2022
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Desde ano passado, o satélite Starlink de Elon Musk se aproximou da estação espacial chinesa Tiangong duas vezes, e ela foi forçada a evitar emergências nas duas vezes. Atualmente, as empresas européias e americanas, representadas pela SpaceX e OneWeb, estão lançando um enorme movimento de “cerco espacial”. À primeira vista, parece ser uma competição por recursos espaciais, mas em essência é uma disputa para garantir sua posição na próxima era do 6G. Em 12 de janeiro, o Conselho de Estado da China emitiu o plano de desenvolvimento da economia digital, parte do 14º Plano Quinquenal, no qual afirmava claramente que a tecnologia de comunicação móvel de sexta geração, o 6G, deveria ser implantada a longo prazo. E com isso, o 6G se tornou o ápice da estratégia nacional. O governo chinês planeja “avançar um G a cada 10 anos”, como o 5G foi colocado em operação comercial em 2019, os planos para a implementação do 6G está previsto para 2030. O metaverso entrou em erupção em 2021, o que irá acelerar ainda mais o progresso do 6G. O metaverso requer não apenas dispositivos inteligentes como XR, mas também protocolos de criptografia blockchain e NFT, todos baseados em 6G. A evolução do 5G para 6G é abissal: a velocidade de operação pode chegar ao nível de terabytes, o que é 100 vezes mais rápido que o 5G, e a taxa de atraso é de apenas microssegundos, um milionésimo de segundo, aumentando ainda mais a segurança da comunicação. De acordo com uma pesquisa japonesa, em 9 campos tecnológicos centrais, como comunicação, quântica, estação base e inteligência artificial, a China ocupa 40,3% do número de patentes 6G, ocupando o primeiro lugar do mundo, à frente dos EUA (35,2%), Japão (9,9%) e Europa (8,9%). A China Mobile prevê que, até 2025, o 5G impulsionará a escala do mercado chinês para quase 10 trilhões de yuans, e o 6G irá expandir esse número para muito mais além. Fonte: 36Kr

21 de janeiro de 2022
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Segundo notícias recentes, a montadora chinesa Geely está em contato com a fabricante de celulares Meizu para a negociação de uma aquisição. De acordo com pessoas envolvidas, “O negócio ainda está em andamento, e o DD (due diligence) está sendo feito”. O preço de compra ainda não foi divulgado, mas Li Shufu, do Grupo Geely, disse que investirá 10 bilhões de yuans, cerca de US$ 1,577 bilhões na área de smartphones. Embora a Meizu tenha continuado a lançar celulares nos últimos anos, os dados de vendas não são satisfatórios, e a quantidade de pedidos anuais caiu para apenas 10% do período de pico. A Geely criou a Hubei Xingji Time technology Co., Ltd. em setembro de 2021, de olho nos smartphones de última geração. O CEO dessa empresa é Wang Yong, ex-vice-presidente da ZTE. Fonte: IT Home

21 de janeiro de 2022
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A 4ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, sigla em inglês), que teve como tema "Nova era, futuro compartilhado", realizada em Xangai em 2021, atraiu cerca de três mil empresas de 127 países e regiões e encerrou com US$ 70,72 bilhões de transações provisórias. As informações foram passadas por Sun Chenghai, vice-diretor do Birô da CIEE, em uma conferência para divulgação do Relatório da 4ª Exposição Internacional de Importação da China, nesta sexta-feira (21). Segundo o Sun, a área total da 4ª exposição CIIE atingiu um novo recorde, chegando a 366 mil metros quadrados. Mais de 280 empresas da Fortune 500 e líderes do setor participaram da exposição. Na 4ª CIEE tiveram 215 empresas membros que são dos EUA, Japão, Alemanha, França e outros 26 países. Todas elas entre as 500 maiores empresas do mundo e da indústria. Encerrou-se a exposição com o volume de negócios intencional acumulado de US$ 70,72 bilhões para compras de bens e serviços de um ano na 4ª CIEE. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper