
30 de junho de 2026
China2Brazil
A China concentra a maior parte dos principais portos do mundo em movimentação de cargas e contêineres, segundo dados do setor de transportes divulgados em 30 de junho pelo Escritório de Informação do Conselho de Estado da República Popular da China. Entre os 10 maiores portos globais em carga, 8 estão no país. No recorte de contêineres, 6 também ficam na China. O Ministério dos Transportes da China informou ainda que o transporte aquaviário de cargas atingiu cerca de 15 trilhões de toneladas por quilômetro em 2025. O volume representa mais da metade do sistema integrado de transporte do país, o que reforça a dependência estrutural do modal marítimo e fluvial na logística chinesa. Os dados também apontam a consolidação de três grandes complexos portuários de escala global: Mar de Bohai, Delta do Rio Yangtzé e Grande Baía Guangdong–Hong Kong–Macau. Esses polos concentram atividades industriais e funcionam como eixos de integração entre produção, exportação e distribuição interna. No comércio marítimo internacional, a China respondeu por cerca de um terço do total global. Em 2025, os portos do país movimentaram 18,3 bilhões de toneladas de cargas e 354 milhões de unidades equivalentes a contêineres de 20 pés, padrão usado para medir capacidade logística no transporte marítimo internacional. O conjunto desses indicadores reforça a centralidade da China na infraestrutura portuária global, tanto no fluxo de mercadorias quanto na concentração de grandes terminais marítimos. Fonte: CCTV

29 de junho de 2026
China2Brazil
Os jogos desenvolvidos na China arrecadaram mais de US$20,45 bilhões no mercado internacional em 2025, o maior resultado já registrado pelo setor. O valor marca o sexto ano consecutivo em que a receita com vendas no exterior supera US$14 bilhões, segundo a Associação de Publicação Digital e Audiovisual da China. Segundo a consultoria Newzoo, as editoras do país lideram alguns dos gêneros de jogos para dispositivos móveis que mais crescem no mundo, como os jogos de combinação (match games) e os de estratégia 4X. A consultoria atribui esse desempenho à experiência das empresas chinesas na operação contínua dos jogos e aos investimentos na aquisição e retenção de usuários. Ecossistema fortalece competitividade Nos últimos anos, a China deixou de ser reconhecida apenas pelo tamanho de seu mercado consumidor para construir um ecossistema completo da indústria de jogos. O país reúne empresas que atuam em todas as etapas da cadeia, do desenvolvimento e publicação à operação e distribuição global. Além de gigantes como Tencent e NetEase, o mercado abriga estúdios com alcance internacional, entre eles miHoYo, Lilith Games, Game Science e iDreamSky. Essa evolução também é reconhecida por executivos do setor. Segundo Shuhei Yoshida, ex-chefe da PlayStation Studios, os estúdios chineses desenvolveram vantagens na velocidade de desenvolvimento e na capacidade de produção em larga escala. A Newzoo projeta ainda que a China deverá crescer acima da média global e dos mercados ocidentais no segmento de jogos para PC, impulsionada pela recuperação de grandes franquias e pelo lançamento de novos títulos. Avanços tecnológicos impulsionam o setor O reconhecimento internacional também está ligado aos avanços técnicos dos estúdios chineses. Lançado em 2024, Black Myth: Wukong recebeu destaque da imprensa especializada pelos gráficos e conquistou os prêmios de Jogo do Ano e Melhor Design Visual no Golden Joystick Awards. Para produzir seus cenários, a equipe utilizou fotogrametria para digitalizar construções históricas e patrimônios culturais chineses, reproduzindo esses ambientes com alto nível de detalhamento dentro do jogo. Outros títulos também reforçam essa evolução tecnológica. Genshin Impact e Wuthering Waves ganharam reconhecimento internacional pela qualidade visual, animações e construção de mundos abertos. A consultoria Niko Partners afirmou, em relatório recente, que elevou suas projeções para o mercado chinês de jogos após o desempenho acima do esperado tanto de novos lançamentos quanto de franquias já consolidadas. Cultura chinesa amplia alcance global Além dos avanços técnicos, a incorporação de elementos da cultura chinesa tem contribuído para ampliar o alcance internacional dos jogos desenvolvidos no país. Para Gabriela Siemienkowicz, diretora de comunicação da desenvolvedora polonesa 11 bit studios, um dos diferenciais de Black Myth: Wukong está na autenticidade de sua narrativa. "Sua mitologia e seu contexto cultural dão a ele uma sensação de autenticidade", afirmou. Essa estratégia também aparece em outros sucessos internacionais. Naraka: Bladepoint utiliza referências às artes marciais, armas históricas e à estética oriental. Já Where Winds Meet se passa durante o período das Cinco Dinastias e Dez Reinos (907–979) e incorpora elementos da tradição wuxia, gênero literário e cinematográfico baseado em heróis das artes marciais chinesas. Outro exemplo é Honor of Kings, que adapta personagens da mitologia, do folclore e da história chinesa. Na avaliação de Joost van Dreunen, cofundador e CEO da ALDORA, a transformação da indústria chinesa na última década consolidou o país entre os principais mercados globais de jogos. "A China passou de iniciante a potência global no setor de jogos", disse. Fonte: Xinhua

29 de junho de 2026
China2Brazil
A China começa a adotar, a partir de 1º de julho, uma nova norma nacional que endurece os requisitos de segurança para baterias de veículos elétricos. A principal mudança é que, durante os testes, as baterias não poderão pegar fogo nem explodir, mesmo em situações de falha térmica. A regulamentação substitui a exigência anterior, que apenas determinava que o sistema emitisse um alerta antes de um possível incêndio. Agora, além do aviso, a bateria deverá permanecer estável, sem incêndio ou explosão, e a fumaça produzida não poderá colocar os ocupantes em risco. Norma amplia testes de segurança A nova regra prevê sete testes para células individuais e 17 para módulos e sistemas de baterias. Os ensaios simulam situações como colisões, altas temperaturas, curtos-circuitos, incêndios externos, sobrecarga e descarga excessiva. A norma também cria dois testes inéditos: um para verificar a resistência da bateria a impactos na parte inferior do veículo e outro para avaliar a segurança de baterias com recarga ultrarrápida . Nesse último caso, modelos capazes de carregar de 20% a 80% em até 15 minutos serão submetidos a 300 ciclos de recarga antes de um teste de curto-circuito, sem que possam apresentar incêndio ou explosão. Fabricantes já se adaptam Segundo especialistas do setor, os novos requisitos devem acelerar o desenvolvimento de tecnologias voltadas à segurança das baterias, como sistemas de proteção térmica, monitoramento inteligente e melhorias na estrutura das células. Desde a publicação da norma, em março de 2025, montadoras e fabricantes de baterias anunciaram que alguns de seus produtos já atendem aos novos padrões. Apesar das mudanças, especialistas ressaltam que a nova regulamentação não elimina os cuidados durante o uso do veículo. Danos provocados por colisões, alagamentos ou modificações não autorizadas ainda podem comprometer a segurança das baterias. Fonte: news.cn

29 de junho de 2026
China2Brazil
A indústria cultural da China alcançou RMB 20,8 trilhões (cerca de US$2,9 trilhões) em receita operacional em 2025, o maior valor já registrado pelo setor. O resultado representa um crescimento de 8,8% em relação ao ano anterior, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Departamento Nacional de Estatísticas da China. Além do avanço da receita, o lucro total da indústria chegou a RMB 1,9 trilhão, refletindo o aumento da rentabilidade das empresas culturais. Serviços digitais impulsionam o crescimento Os serviços culturais responderam por 59,1% da receita do setor e concentraram 82,7% do crescimento registrado em 2025, consolidando-se como o principal motor da indústria. Entre os segmentos que mais cresceram estão a publicidade na internet , os jogos digitais, a animação multimídia e o desenvolvimento de softwares para publicação digital. O relatório também aponta que as empresas culturais de grande porte ampliaram em 12,1% os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no último ano. Segundo o levantamento, a integração entre cultura e tecnologia continua impulsionando novos modelos de negócios e sustentando a expansão da indústria cultural chinesa. Fonte: CCTV

29 de junho de 2026
China2Brazil
A China registrou uma redução de 38,2% nos acidentes e de 45,7% nas mortes envolvendo equipamentos especiais nos últimos dez anos, mesmo com a rápida expansão da infraestrutura industrial do país. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29), durante a Conferência sobre Segurança de Equipamentos Especiais 2026, realizada em Xangai. Até o primeiro trimestre de 2026, o país contabilizava 24,79 milhões de equipamentos especiais em operação, incluindo elevadores, caldeiras, vasos de pressão, parques de diversões, teleféricos para passageiros e tubulações industriais. Entre 2021 e 2025, esse número cresceu, em média, mais de 8% ao ano. Segundo os organizadores, a redução dos acidentes acompanha o fortalecimento do sistema de fiscalização e das normas de segurança aplicadas ao setor. IA e robôs ganham espaço nas inspeções Durante a conferência, também foi lançado o Livro Azul sobre o Desenvolvimento da Indústria de Inspeção e Testes de Equipamentos Especiais, que aponta a digitalização como uma das principais tendências do setor. O relatório destaca o uso crescente de inteligência artificial, robôs para inspeção de oleodutos e gasodutos e sistemas inteligentes de monitoramento para identificar riscos e falhas. Além disso, o documento chama atenção para o envelhecimento da infraestrutura. Hoje, a China possui mais de 1,1 milhão de elevadores com mais de 15 anos de uso, enquanto parte dos equipamentos da indústria petroquímica continua operando além da vida útil prevista. Durante o evento, autoridades de Xangai, Jiangsu, Zhejiang e Anhui também firmaram um acordo para ampliar a cooperação na fiscalização da segurança de equipamentos especiais na região do Delta do Rio Yangtzé. Fonte: news.cn

26 de junho de 2026
China2Brazil
A indústria publicitária da China ultrapassou pela primeira vez a marca de 2 trilhões de yuans (cerca de R$1,5 trilhão) em receita anual em 2025. O setor faturou 2,05 trilhões de yuans, alta de 32,6% em relação ao ano anterior, enquanto o índice de desenvolvimento da indústria avançou 11,6%, alcançando 143,3 pontos, segundo relatório divulgado pela Administração Estatal para Regulação do Mercado (SAMR). O Relatório do Índice de Desenvolvimento da Indústria Publicitária da China (2026) mostra que o faturamento do setor dobrou nos últimos cinco anos, refletindo a expansão do mercado publicitário no país. De acordo com Gu Baozhong, inspetor do Departamento de Supervisão de Publicidade da SAMR, a região leste segue concentrando a maior parte da atividade do setor. Já o oeste chinês apresentou o ritmo de crescimento mais acelerado, com destaque para o Círculo Econômico de Chengdu-Chongqing. O relatório também aponta que as grandes empresas, principalmente plataformas de internet, lideram a expansão da indústria. Ao mesmo tempo, pequenas e médias empresas ampliaram sua participação com o uso de ferramentas digitais, especialmente em nichos de mercado e na geração de empregos. Segundo Liu Hui, inspetor-chefe do Departamento de Supervisão de Publicidade da SAMR, o índice serve como referência para acompanhar a evolução do setor, comparar o desempenho entre regiões e subsidiar políticas públicas e decisões empresariais. Fonte: gmw.cn

26 de junho de 2026
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Um supercomputador chinês tornou-se o primeiro do mundo a superar, de forma contínua, a marca de 200 quintilhões de cálculos por segundo, estabelecendo um novo recorde na computação de alto desempenho. O feito foi alcançado pelo LineShine (LingSheng), que lidera a edição de 2026 do ranking TOP500, divulgado durante a Conferência Internacional de Supercomputação (ISC 2026), em Hamburgo, na Alemanha. Desenvolvido integralmente na China e instalado no Centro Nacional de Supercomputação de Shenzhen, o LineShine registra desempenho sustentado de 2,19 exaflops, o equivalente a 219 quintilhões de operações de ponto flutuante por segundo. Essa unidade é usada para medir a capacidade de processamento dos supercomputadores mais potentes do mundo. Além de estabelecer o novo recorde, o sistema colocou a China novamente no topo do ranking TOP500 pela primeira vez desde 2017, quando o Sunway TaihuLight liderou a lista dos supercomputadores mais poderosos do mundo. O resultado eleva o limite da computação de alto desempenho e reforça os avanços da China no desenvolvimento de infraestrutura para processamento de grandes volumes de dados. Fonte: news.cn

26 de junho de 2026
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A China anunciou que vai fortalecer as reservas estratégicas de combustíveis fósseis e ampliar a participação das fontes de energia limpa durante o 15º Plano Quinquenal (2026–2030). O plano prevê aumento da produção nacional, expansão da capacidade de armazenamento e novos investimentos em energias renováveis para reforçar a segurança energética do país. O anúncio foi feito nesta quinta-feira por Wang Hongzhi, diretor da Administração Nacional de Energia (NEA), durante uma coletiva de imprensa do Escritório de Informação do Conselho de Estado da China. Segundo ele, a segurança energética continuará como uma prioridade estratégica nos próximos cinco anos. O carvão seguirá como a principal fonte para garantir a estabilidade do abastecimento energético. Por isso, o governo manterá a construção de grandes bases de produção de carvão, de acordo com as condições do país. Na área de petróleo e gás natural, a China ampliará os investimentos em exploração e produção dentro do território nacional. A meta é manter estável a produção de petróleo e aumentar a oferta de gás natural. O governo também expandirá as reservas estratégicas de energia. As medidas incluem o fortalecimento da capacidade de armazenamento de petróleo e gás, a ampliação das reservas tecnológicas para produção de combustíveis sintéticos a partir do carvão e a consolidação de um sistema de reserva da capacidade produtiva das minas de carvão para atender situações de emergência. Além disso, a China acelerará a expansão das fontes de energia não fóssil. O país continuará investindo em energia eólica, solar, hidrelétrica e nuclear, além de avançar na construção de um novo sistema elétrico nacional. O objetivo é fazer com que o crescimento do consumo de eletricidade seja atendido principalmente por fontes de energia limpa. Segundo Wang, a China também continuará diversificando as importações de energia e ampliará a cooperação com países produtores de recursos energéticos. O governo pretende ainda fortalecer a cooperação internacional para garantir a segurança das rotas globais de transporte de energia. Durante a coletiva, Wang afirmou que a política energética adotada pelo país permitiu manter o equilíbrio entre oferta e demanda e preservar a estabilidade dos preços no mercado doméstico, mesmo diante das oscilações registradas no mercado global de energia desde o fim de fevereiro deste ano. Fonte: news.southcn

26 de junho de 2026
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O governo brasileiro deu mais um passo para emitir títulos públicos em yuan no mercado financeiro da China, conhecidos internacionalmente como Panda Bonds. Durante missão oficial ao país nesta semana, representantes do Ministério da Fazenda entregaram uma carta de intenções para a operação, que busca ampliar o acesso do Brasil a investidores internacionais e fortalecer a cooperação financeira entre os dois países. Durante a cerimônia, o ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, afirmou que o governo pretende realizar a emissão nos próximos meses, após a conclusão das etapas necessárias junto ao Banco Popular da China. O secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, explicou que a entrega da carta marca o início do processo. Segundo ele, a emissão ainda depende da conclusão dos procedimentos legais e operacionais, além das condições de mercado. A iniciativa faz parte da estratégia do Tesouro Nacional para diversificar as fontes de financiamento da Dívida Pública Federal e ampliar a presença do Brasil em mercados internacionais. O Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026 prevê emissões em moedas além do dólar. Em abril, o governo realizou uma operação no mercado europeu e agora avança para a primeira emissão de títulos em yuan na China. Além da agenda financeira, Durigan apresentou iniciativas voltadas à captação de recursos para investimentos sustentáveis, incluindo instrumentos do programa Eco Invest Brasil e do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). O que são os Panda Bonds Os Panda Bonds são títulos de dívida emitidos por governos, empresas ou organismos internacionais diretamente no mercado financeiro chinês e denominados em yuan, a moeda da China. Eles permitem que países como o Brasil captem recursos de investidores chineses sem recorrer a mercados tradicionais, como os dos Estados Unidos ou da Europa. Esse tipo de emissão segue uma convenção do mercado financeiro internacional. Há títulos semelhantes em outros países, como os Samurai Bonds, no Japão , e os Kangaroo Bonds, na Austrália. Fonte: Gov.br

25 de junho de 2026
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A capacidade instalada de geração de energia da China atingiu 4,01 bilhões de quilowatts no fim de maio de 2026, segundo dados da Administração Nacional de Energia divulgados no dia 25. O volume representa alta de 11% em relação ao ano anterior e supera a soma da capacidade de Estados Unidos, União Europeia, Índia, Japão e Rússia. O avanço mantém o país na liderança global do setor e ocorre em meio à expansão acelerada das fontes não fósseis. Essas fontes já representam 62,2% da capacidade instalada chinesa, enquanto a participação da energia a carvão recuou de 61,2% em 2010 para 31,7% em maio de 2026. As renováveis passaram de 23,6% para 60,5% no mesmo período. A mudança na matriz energética também se reflete no ritmo de expansão do sistema elétrico. A China levou cerca de oito anos para passar de 1 para 2 bilhões de quilowatts, cinco anos para chegar a 3 bilhões e pouco mais de dois anos para alcançar 4 bilhões. Segundo o Conselho de Eletricidade da China, o avanço resulta da combinação entre políticas públicas, redução de custos tecnológicos e consolidação da cadeia industrial. Desde 2020, medidas voltadas à transição energética ampliaram a integração de projetos renováveis à rede elétrica. No campo tecnológico, o custo dos módulos fotovoltaicos caiu mais de 90% na última década, enquanto a energia eólica terrestre se tornou competitiva em relação ao carvão. Já na indústria, o país concentra grande parte da produção global de equipamentos de energia solar e eólica. A infraestrutura de transmissão também acompanha a expansão. A China já concluiu 46 projetos de ultra-alta tensão, tecnologia usada para levar energia de regiões produtoras no oeste até centros consumidores no leste e no centro do país. Fonte: finance.people