
6 de julho de 2026
China2Brazil
A China ampliou os investimentos em hidrogênio verde e em empresas de tecnologia para acelerar a transição energética. Um dos exemplos é a Suzhou Nano City, parque de inovação que reúne 550 empresas de alta tecnologia e já investiu em mais de 120 projetos. A iniciativa integra a estratégia do país para fortalecer setores considerados estratégicos antes da implementação do 15º Plano Quinquenal (2026-2030), que prevê mais de RMB 20 trilhões em investimentos em um novo sistema energético. Nos últimos anos, o hidrogênio passou a ganhar espaço em aplicações como lançamentos de foguetes , transporte, pesquisa científica e processos industriais. Apesar do avanço, o setor ainda enfrenta desafios relacionados ao custo da tecnologia, à escala de produção e ao retorno dos investimentos. Um dos casos apoiados pela Suzhou Nano City é o da empresa fundada por Yan Wei, que chegou ao parque em 2021 com uma tecnologia de eletrolisadores para produção de hidrogênio verde. Além da infraestrutura, a companhia recebeu suporte financeiro de longo prazo para desenvolver a tecnologia antes da entrada no mercado. Durante esse período, a empresa ampliou sua equipe de pesquisadores, aperfeiçoou sucessivas gerações de produtos e passou a dominar todas as etapas de pesquisa, desenvolvimento e produção. Com isso, reduziu custos e aumentou a capacidade produtiva. O modelo adotado pelo parque combina investimentos públicos, capital privado e mecanismos de financiamento voltados para empresas de base tecnológica. A estratégia prioriza investimentos em startups com potencial de crescimento e foco em tecnologias consideradas estratégicas para a indústria chinesa. Até o fim de 2025, os fundos ligados à Suzhou Nano City haviam investido em mais de 120 projetos de alta tecnologia. Juntas, as empresas apoiadas alcançaram uma avaliação de mercado próxima de RMB 200 bilhões. Segundo Cheng Bin, diretor do Centro de Inovação Industrial do Parque Industrial de Suzhou, áreas como inteligência artificial, economia digital, biomedicina, nanotecnologia, novos materiais e saúde formam a base para o desenvolvimento das futuras indústrias do país. A expansão desses setores também faz parte do Plano Quinquenal para a Construção de um Novo Sistema Energético (2026-2030). O documento estabelece a meta de criar, até 2030, um sistema energético moderno, limpo, de baixo carbono, seguro e eficiente. De acordo com Jing Chunmei, diretora do Departamento de Pesquisa em Energia e Desenvolvimento Verde e de Baixo Carbono do Centro Chinês para Intercâmbio Econômico Internacional, a definição de metas industriais e o apoio contínuo à inovação devem fortalecer as cadeias produtivas, reduzir custos e acelerar a viabilidade econômica de tecnologias como o hidrogênio verde. Fonte: CCTV

6 de julho de 2026
China2Brazil
A China inaugurou 92 novas rotas internacionais de carga aérea no primeiro semestre de 2026, ampliando sua rede logística global com mais de 210 voos semanais de ida e volta, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (6) pela Federação Chinesa de Logística e Compras. As novas rotas reforçam principalmente as conexões com a Ásia e a Europa. Ao todo, foram abertas 41 ligações para destinos asiáticos, 38 para a Europa, 11 para a América do Norte , uma para a América do Sul e uma para a África. A expansão acompanha o aumento da demanda por mercadorias que exigem transporte rápido. Entre as principais cargas estão produtos do comércio eletrônico transfronteiriço, manufaturados de alta tecnologia, bens de alto valor agregado, equipamentos eletrônicos e autopeças. De acordo com a Federação Chinesa de Logística e Compras, as companhias aéreas aceleraram a abertura de rotas internacionais desde o início de 2026. Além de fortalecer os principais corredores entre Ásia e Europa, o setor ampliou as ligações transoceânicas e de longa distância. A entidade também informou que o transporte aéreo de cargas está cada vez mais voltado para produtos de maior valor agregado e que a rede de hubs logísticos da China segue em expansão para atender ao comércio internacional. Fonte: news.cn

6 de julho de 2026
China2Brazil
A China conquistou pela segunda vez consecutiva a RoboCup, considerada a Copa do Mundo dos robôs, ao vencer a categoria de robôs humanoides de grande porte da edição de 2026. A equipe Tsinghua Vulcan garantiu o título no torneio, encerrado no domingo (5), em Incheon, na Coreia do Sul, repetindo o resultado obtido no Brasil em 2025 . Além do bicampeonato na principal categoria, plataformas desenvolvidas pela empresa chinesa Accelerated Evolution equiparam as equipes campeãs das três disputas de robôs humanoides. O robô Booster T1 levou a Tsinghua Vulcan ao título de grande porte, enquanto o Booster K1 foi utilizado pela equipe alemã B-Human, vencedora da categoria de médio porte. Já a equipe Invic, da Universidade de Wuhan, conquistou o primeiro lugar entre os robôs de pequeno porte com o Booster K1 Air. Ao todo, 38 equipes utilizaram robôs da Accelerated Evolution durante a competição. Equipes da Alemanha e dos Estados Unidos também adotaram as plataformas chinesas e terminaram entre as primeiras colocadas em suas categorias. Criada em 1997, a RoboCup reúne universidades e centros de pesquisa de diversos países para testar robôs em cenários que simulam desafios do mundo real. Nas partidas de futebol, os humanoides precisam identificar a bola, manter o equilíbrio, reagir às ações dos adversários e tomar decisões de forma autônoma, tornando a competição uma das principais referências para avaliar avanços em inteligência incorporada e locomoção robótica. Segundo a Accelerated Evolution, a estratégia da empresa é ampliar o acesso às suas plataformas para equipes de pesquisa e desenvolvimento, com foco na evolução de sistemas de controle de movimento e inteligência incorporada. Fonte: stdaily

6 de julho de 2026
China2Brazil
A China registrou uma mudança inédita em seu sistema financeiro em 2025. Pela primeira vez, o financiamento por títulos e ações superou os empréstimos bancários nas novas operações de financiamento social, informou Pan Gongsheng, governador do Banco Popular da China, durante o Fórum de Lujiazui de 2026. Segundo Pan, os empréstimos responderam por 45% das novas operações de financiamento social no ano passado, enquanto títulos e ações somaram 47%. O resultado indica que uma redução da dependência do crédito bancário e um avanço do mercado de capitais no financiamento da economia chinesa. O governador afirmou que essa mudança acompanha a modernização da economia chinesa e a transição para novos setores industriais. Ele destacou que, na década de 1990, o crédito bancário representava praticamente todo o financiamento social do país. No fim de 2025, essa participação caiu para cerca de dois terços, enquanto o financiamento direto passou a representar aproximadamente um terço do total. Pan também afirmou que os títulos, especialmente os emitidos pelo governo, lideram o crescimento do financiamento direto. Segundo ele, a tendência é que essa participação continue aumentando nos próximos anos, com expansão do mercado de capitais e maior abertura financeira da China . Fonte: China Daily

6 de julho de 2026
China2Brazil
O LEGOLAND Shanghai Resort , primeiro parque da marca na China, ultrapassou a marca de 2 milhões de visitantes em seu primeiro ano de operação. Com o resultado, o empreendimento se tornou o resort LEGOLAND que mais rapidamente atingiu esse número de visitantes no mundo, segundo a empresa. O parque também registrou o maior crescimento de público no primeiro ano entre todas as unidades da rede. As famílias com crianças representam mais de 80% dos visitantes do resort. Embora a maior parte do público venha da região do Delta do Rio Yangtzé, o parque também recebe turistas de localidades como Pequim e das províncias de Guangdong e Shandong. Segundo John Jakobsen, diretor de estratégia de desenvolvimento de portfólio da Merlin Entertainments, o desempenho do parque colocou o LEGOLAND Shanghai na liderança global tanto em número de visitantes quanto em satisfação dos clientes entre os resorts da marca. Jakobsen afirmou que os resultados reforçam o potencial do mercado de turismo voltado para famílias na China e que o país seguirá como um dos principais mercados da estratégia de expansão da Merlin Entertainments. Localizado no distrito de Jinshan, em Xangai, o LEGOLAND Shanghai Resort ocupa uma área de 318 mil metros quadrados. O complexo é o 11º resort LEGOLAND do mundo e era o maior parque da rede quando foi inaugurado. A gerente-geral do LEGOLAND Shanghai Resort, Jeanette Chen, afirmou que a empresa pretende ampliar as experiências oferecidas às famílias e fortalecer a presença da marca na região. Fonte: Xinhua

3 de julho de 2026
China2Brazil
A China abriu oficialmente, nesta quinta-feira, os contratos futuros e de opções de carbonato de lítio da Bolsa de Futuros de Guangzhou (GFEX) para investidores estrangeiros. A medida transforma o produto em um instrumento de acesso internacional e amplia a participação global em um mercado considerado estratégico para a cadeia de baterias de veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia. Esta é a primeira vez que a GFEX internacionaliza um produto por meio do mecanismo de "produto específico". A iniciativa amplia o processo de abertura da bolsa, iniciado em 2025, quando os contratos de silício industrial, carbonato de lítio e polissilício passaram a integrar o programa para Investidores Institucionais Estrangeiros Qualificados (QFI). O carbonato de lítio é uma das principais matérias-primas das baterias de íons de lítio. Embora dependa da importação do minério, a China ocupa posição central no processamento e no consumo global do insumo, além de concentrar uma cadeia industrial integrada. Segundo a GFEX, a entrada de investidores estrangeiros deve aumentar a liquidez do mercado e fortalecer a formação de preços do carbonato de lítio, ampliando a influência internacional das cotações negociadas na China. A referência dos contratos futuros da bolsa já é utilizada em negociações físicas de minério e carbonato de lítio. De acordo com a Huayou Cobalt, grande parte das operações comerciais da empresa utiliza esses preços como base, enquanto os contratos de opções são empregados para proteger as operações contra oscilações do mercado. Para Jia Xiaolong, diretor-geral da Nanhua Futures, a participação de investidores internacionais tende a tornar os preços mais representativos e ampliar o uso do mercado chinês por empresas estrangeiras interessadas em realizar operações de hedge para reduzir riscos de volatilidade. O interesse internacional já começou a aparecer. Segundo Shi Chenghu, CEO da BANDS Financial, a empresa mantém contato com tradings globais de commodities que pretendem utilizar os contratos futuros de carbonato de lítio da GFEX para proteção de preços. A instituição também oferece treinamento sobre regras de negociação e estratégias de hedge para esses clientes. A GFEX afirma que a abertura do mercado faz parte da estratégia chinesa de ampliar a integração do sistema financeiro ao mercado internacional . A bolsa avalia que os contratos futuros e de opções poderão oferecer novas ferramentas de gestão de riscos para empresas da cadeia global de baterias e fortalecer o papel da China na formação dos preços internacionais do carbonato de lítio. Fonte: news.cn

3 de julho de 2026
China2Brazil
A União Europeia iniciou uma nova rodada de negociações comerciais com a China para reduzir o déficit bilateral, mas enfrenta um cenário contraditório. Enquanto busca equilibrar a balança comercial, o mercado europeu registra aumento na demanda por aparelhos de ar-condicionado fabricados por empresas chinesas devido à onda de calor que atinge o continente. Em reunião realizada em 29 de junho, em Bruxelas, representantes da China e da União Europeia criaram o Mecanismo de Consulta sobre Comércio e Investimentos China-União Europeia, voltado para discutir temas como equilíbrio comercial, controles de exportação, propriedade intelectual e Organização Mundial do Comércio (OMC). Após o encontro, o comissário europeu para Comércio e Segurança Econômica, Maroš Šefčovič, afirmou que a expectativa é avançar nas negociações até outubro. Segundo dados citados pela CNBC, o déficit comercial da União Europeia com a China chegou a € 360 bilhões em 2025 e atingiu € 98 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o maior patamar desde 2022. Durante a reunião, o ministro do Comércio da China, Wang Wentao, criticou medidas restritivas adotadas pela União Europeia contra empresas chinesas e defendeu que o novo mecanismo de consultas pode ampliar o diálogo e reduzir as divergências comerciais. Calor recorde aumenta procura por ar-condicionado chinês Enquanto as negociações avançam, uma onda de calor impulsiona as vendas de ar-condicionado na Europa, mercado em que fabricantes chinesas ocupam posição de destaque. Segundo a CNBC, a Midea informou que os pedidos do modelo portátil PortaSplit ultrapassaram 200 mil unidades até 29 de junho, o dobro do registrado em 2025. O equipamento foi desenvolvido para atender às normas de construção da Europa Ocidental, permitindo a instalação sem alterações permanentes nas fachadas dos edifícios. Dados da Agência Internacional de Energia (IEA) mostram que apenas cerca de 20% das residências europeias possuem ar-condicionado. O percentual é muito inferior aos quase 90% registrados nos Estados Unidos, indicando espaço para expansão do mercado. Levantamento da Euromonitor International aponta que, em 2025, as chinesas Haier, Gree e Midea responderam por 32% das vendas de ar-condicionado no varejo europeu. Nenhum fabricante da União Europeia aparece entre as cinco marcas mais vendidas no continente. Fonte: guancha.cn

3 de julho de 2026
China2Brazil
A China encerrará, a partir de 1º de janeiro de 2027, a política de redução de 50% do imposto sobre veículos e embarcações para automóveis de baixo consumo energético e a isenção tributária concedida a veículos comerciais 100% elétricos, híbridos plug-in, incluindo os de autonomia estendida, e veículos comerciais movidos a célula de combustível. A medida foi anunciada pelo Ministério das Finanças, em conjunto com a Administração Estatal de Tributação e o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação. Com a mudança, tanto os veículos já em circulação quanto os adquiridos após a entrada em vigor da nova regra passarão a recolher o imposto conforme a legislação vigente. A alteração abrange automóveis de baixo consumo energético, veículos comerciais elétricos, híbridos plug-in e modelos comerciais movidos a célula de combustível. Por outro lado, automóveis de passeio totalmente elétricos e veículos de passeio movidos a célula de combustível permanecerão isentos do tributo. Segundo o governo chinês, esses modelos não se enquadram na base de incidência prevista pela Lei do Imposto sobre Veículos e Embarcações por não emitirem poluentes. O imposto sobre veículos e embarcações é cobrado anualmente dos proprietários ou administradores desses bens. Desde 2012, a China adota incentivos para estimular a produção e a compra de veículos de nova energia, oferecendo desconto de 50% para automóveis de baixo consumo que atendiam aos critérios oficiais e isenção integral para veículos de nova energia qualificados. De acordo com o Ministério das Finanças, a retirada parcial dos incentivos ocorre em um cenário de expansão da indústria chinesa de veículos de nova energia e do aumento da frota desses modelos. Segundo o governo, esse crescimento reduziu a necessidade de manter parte dos benefícios fiscais e ampliou o debate sobre a equidade do sistema tributário. Especialistas do setor afirmam que o impacto financeiro da mudança tende a ser limitado. Em Pequim, por exemplo, um automóvel de passeio com motor de 1,5 litro paga atualmente RMB 420 por ano de imposto, enquanto em Xangai e na província de Guangdong o valor anual é de RMB 300. Na avaliação do setor, a revisão da política busca tornar a tributação mais equilibrada e adequar os incentivos ao estágio atual de desenvolvimento da indústria chinesa de veículos de nova energia. Fonte: People.com.cn

3 de julho de 2026
China2Brazil
A fabricante chinesa de baterias CATL registrou lucro de 20,7 bilhões de yuans no primeiro trimestre de 2026, resultado superior ao lucro líquido combinado de dez das principais montadoras chinesas de capital aberto, entre elas BYD , SAIC Motor e Geely Automobile, que somaram 17,5 bilhões de yuans no mesmo período. Os dados evidenciam o desequilíbrio na rentabilidade da cadeia de veículos elétricos na China. Enquanto fornecedores de baterias ampliam os ganhos, as montadoras enfrentam margens cada vez menores. Segundo a Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros, a indústria automobilística chinesa acumulou lucro de 144 bilhões de yuans entre janeiro e maio de 2026, com margem de apenas 3,4%, abaixo da média de 6,1% registrada pelas indústrias relacionadas. Parte dessa diferença está no peso das baterias no custo dos veículos elétricos. Elas representam entre 40% e 50% do valor de produção de um automóvel. Além disso, a alta dos preços de matérias-primas, como o carbonato de lítio, e de componentes eletrônicos aumentou os custos das fabricantes de veículos. Além disso, a forte concorrência no mercado chinês reduziu a rentabilidade das montadoras. Muitas empresas intensificaram a disputa por participação de mercado por meio de cortes de preços e da ampliação do número de lançamentos, estratégia que pressionou ainda mais as margens de lucro. Nos primeiros cinco meses de 2026, a China lançou 550 novos modelos de automóveis, média de três veículos por dia. O ritmo supera o de outros segmentos de bens de consumo e reflete a disputa entre fabricantes para ampliar presença no mercado. Diante desse cenário, algumas montadoras começaram a rever suas estratégias e passaram a priorizar a rentabilidade em vez do crescimento acelerado das vendas. Ao mesmo tempo, autoridades chinesas reforçaram o discurso contra a concorrência considerada excessiva no setor. Fonte: China News

2 de julho de 2026
China2Brazil
A China deve movimentar cerca de RMB 1,09 trilhão no mercado de inteligência incorporada (Embodied AI) em 2026, segundo o relatório Desenvolvimento da Indústria Chinesa de Inteligência Incorporada 2026, divulgado nesta quarta-feira, em Xangai. O estudo aponta que o país reúne um dos mercados que mais crescem no mundo no setor, com taxa média anual de expansão entre 22% e 23% desde 2018, quando o segmento era estimado em RMB 213,3 bilhões. O relatório foi apresentado durante a abertura da Feira Internacional da Indústria de Inteligência Incorporada de Xangai 2026. A publicação é resultado de uma parceria entre a Associação Chinesa para Aplicações da Tecnologia Mecatrônica e a Shanghai International Exhibition. Segundo o estudo, a inteligência incorporada combina inteligência artificial e robótica para permitir que máquinas percebam, interajam e executem tarefas no ambiente físico. O documento classifica essa tecnologia como a próxima etapa da evolução da IA , após a popularização dos modelos de linguagem de grande porte (LLMs). Os robôs industriais concentram cerca de 45% do mercado chinês de inteligência incorporada, seguidos pelos robôs de serviços, com aproximadamente 25%, e pelos robôs especiais, com cerca de 15%. Já os robôs humanoides representam em torno de 5% do mercado, mas registram o ritmo de crescimento mais elevado e devem impulsionar a expansão do setor nos próximos anos. O relatório também afirma que a China possui a cadeia industrial mais completa do mundo para a inteligência incorporada. O ecossistema reúne desde fabricantes de sensores de alta precisão, servomotores e redutores harmônicos até empresas responsáveis pela montagem dos robôs e pelo desenvolvimento de algoritmos. Além disso, os polos industriais do Delta do Rio Yangtzé e do Delta do Rio das Pérolas concentram fornecedores de componentes, o que reduz o tempo de desenvolvimento e atualização de protótipos em comparação com mercados da Europa e dos Estados Unidos. De acordo com o estudo, o custo total de fabricação no país é entre 30% e 50% menor do que o de concorrentes internacionais. Fonte: China News