
11 de abril de 2024
China2Brazil
Cada vez mais consumidores do mundo todo estão optando por comprar em plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço da China e adquirir produtos chineses. Em 2023, as plataformas de comércio eletrônico da China dominaram a lista dos dez principais aplicativos de compras baixados globalmente, com SHEIN, Temu (subsidiária do Pinduoduo), Alibaba, AliExpress e Pinduoduo ocupando respectivamente o primeiro, segundo, sétimo, nono e décimo lugares. Na Coreia do Sul, por exemplo, o AliExpress foi o aplicativo móvel com o maior número de novos usuários no mercado sul-coreano em 2023, segundo a mídia sul-coreana. A Temu, subsidiária do Pinduoduo, abriu mercado nos Estados Unidos. A Temu tem sido consistentemente o aplicativo mais baixado nas principais lojas de aplicativos, como a Apple e o Google. Os EUA foram o mercado de maior crescimento e maior contribuição de receita da Temu no ano passado. A empresa exporta mais de 400.000 pacotes por dia, com um peso médio diário de cerca de 600 toneladas, sendo mais da metade destinada aos Estados Unidos. Atualmente, existem mais de 100.000 empresas principais de comércio eletrônico transfronteiriço na China. O rápido desenvolvimento das plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço é impulsionado pelo aumento da capacidade geral de fabricação na China, onde cada vez mais fábricas conseguem produzir produtos com alta competitividade em termos de qualidade e preço. As regiões do Delta do Rio das Pérolas e do Delta do Rio Yangtze, dois importantes polos de fabricação do país, tornaram-se importantes fontes de produtos para o comércio eletrônico transfronteiriço. De acordo com o “Relatório de Desenvolvimento do Delta do Rio Yangtze (2023)”, o Delta do Rio Yangtze possui 32 zonas de testes abrangentes de comércio eletrônico transfronteiriço, representando cerca de 1/5 do total nacional, com o volume de comércio eletrônico transfronteiriço representando quase metade do total nacional. O surgimento das plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço da China no exterior também tem impulsionado as pequenas e médias empresas chinesas a se aventurarem mais no mercado internacional. Os serviços totalmente gerenciados permitem que os comerciantes se tornem “gerentes de loja sem esforço”. Várias plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço da China lançaram serviços totalmente autogerenciáveis, que ajudam os comerciantes que não entendem de operações transfronteiriças ou têm falta de pessoal para lidar com o tráfego do site, logística, atendimento pós-venda, entre outros aspectos. Os comerciantes só precisam listar seus produtos, podendo assim se tornar “gerentes de loja sem esforço”. Anteriormente, era necessário ter um bom domínio do inglês, entender a operação da loja, calcular a logística, lidar com problemas pós-venda e devoluções reversas. Agora, basta entender o produto e ser capaz de fornecê-lo”, disse um representante da AliExpress. Cadeia de suprimentos flexível para reduzir estoques dos comerciantes No ano passado, a Temu lançou um novo modelo de pré-venda, no qual os comerciantes não precisam manter estoques antecipados nos armazéns e podem enviar os produtos somente após receberem os pedidos. Nesse modelo, para os produtos populares e com potencial de mercado, os comerciantes podem fazer pedidos com confiança; para os produtos com baixa demanda, os comerciantes não enfrentam pressão de estoque durante a fase de testes. A SHEIN inovou com um modelo de cadeia de suprimentos flexível baseado na produção sob demanda, realizando uma transformação digital e informatizada em toda a cadeia de suprimentos para permitir a produção sob demanda e reduzir a pressão de estoque. Para as pequenas e médias empresas da China, o sucesso das plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço da China não só amplia os canais de negócios para explorar mercados internacionais, mas também reduz ainda mais as barreiras de entrada para o comércio eletrônico transfronteiriço. Por exemplo, muitas empresas que nunca haviam se envolvido no comércio eletrônico transfronteiriço podem usar os modelos “totalmente gerenciado” ou “parcialmente gerenciado” lançados pelas plataformas para superar a falta de talentos especializados em comércio eletrônico transfronteiriço, tornando mais fácil para elas expandirem seus negócios para o exterior. Estratégias operacionais diversificadas mantêm o crescimento contínuo. A qualidade e o preço acessível são os principais pontos positivos que os consumidores estrangeiros atribuem aos produtos chineses nas plataformas. No entanto, alguns consumidores estrangeiros também relatam que o prazo de entrega após a compra nas plataformas é relativamente longo. Do fornecimento como fábrica terceirizada à criação de marcas próprias, a competitividade dos produtos fabricados na China continua a aumentar. Com a melhoria da cadeia de suprimentos, a inovação nos modelos de plataforma e o aumento da conscientização das marcas, mais produtos chineses estarão nos carrinhos de compras dos consumidores internacionais. Fonte: people.com.cn Imagem principal: Xinhua

11 de abril de 2024
China2Brazil
A GCL Technology , uma empresa chinesa líder na produção de materiais fotovoltaicos, continua a expandir sua presença no mercado global com a recente assinatura de um contrato de fornecimento de longo prazo com o gigante solar Longi Green Energy Technology. Este acordo, anunciado recentemente, fortalece a posição da GCL no setor, destacando sua capacidade de competir efetivamente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador. O contrato estabelece que a Longi adquirirá 425.000 toneladas de silício granular do tipo N da GCL até o final de 2026, num valor estimado em 23,3 bilhões de yuans (US$ 3,2 bilhões), com base nos preços atuais do mercado. Esta parceria estratégica não apenas representa uma conquista significativa para a GCL, mas também ressalta sua liderança no desenvolvimento e produção de materiais fotovoltaicos de alta qualidade. O diferencial da GCL reside em sua capacidade de produzir silício granular, uma inovação tecnológica que a coloca à frente da concorrência. Esta tecnologia avançada permitiu à empresa reduzir os custos de produção em até 27% no último ano, estabelecendo um novo padrão de eficiência e competitividade no setor. Lan Tianshi, co-CEO da GCL, expressou otimismo em relação ao futuro da empresa, afirmando que a GCL está posicionada para se tornar um dos principais fornecedores globais de materiais fotovoltaicos nos próximos anos. Com planos de expandir sua capacidade de produção para mais de 500.000 toneladas por ano, a GCL está comprometida em atender à crescente demanda por energia solar em todo o mundo. Enquanto isso, para os concorrentes com métodos de produção menos avançados, o futuro parece incerto. Relatórios indicam que apenas as empresas com baixos custos de produção têm a capacidade de expandir suas operações de forma significativa, deixando os produtores menos eficientes em uma posição precária. À medida que a GCL continua a avançar, consolidando sua posição como líder global no mercado de materiais fotovoltaicos, fica claro que a inovação e a eficiência serão os principais impulsionadores do sucesso no setor solar nos próximos anos. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: STCN Imagem principal: Xinhua

10 de abril de 2024
China2Brazil
Segundo informações do Sexto Instituto da China Aerospace Science and Technology Corporation, o sistema de propulsão do satélite de teste de tecnologia de navegação lunar, Tiandu-2, está funcionando normalmente, fornecendo um controle de órbita de alta precisão para a nave espacial ao redor da Lua. Isso marca a primeira aplicação bem-sucedida do sistema de propulsão de micropropulsão de amônia líquida no campo da exploração espacial profunda e também a primeira aplicação em órbita de um tanque de armazenamento impresso em 3D na China. O sistema de propulsão do Tiandu-2 adota um tanque de armazenamento de liga de alumínio impresso em 3D integrado. A equipe de pesquisa superou várias tecnologias-chave, permitindo não apenas a instalação altamente integrada de todos os componentes no tanque, mas também a conexão entre os componentes através de canais impressos em 3D no interior do tanque, eliminando a necessidade de conexões de tubulação e reduzindo significativamente o tempo de desenvolvimento e os custos. Esse projeto altamente integrado do sistema de propulsão tem grandes perspectivas no mercado comercial de voos espaciais e estabelece uma base sólida para futuras missões de produção em massa e lançamento em rede de pequenos satélites. Fonte: photo.china.com.cn Imagem principal: Pu Xiaoxu/ Xinhua

10 de abril de 2024
China2Brazil
De acordo com um novo relatório, a LG New Energy da Coreia do Sul se tornou o segundo maior fornecedor de baterias para veículos, superando a chinesa BYD nos meses de janeiro e fevereiro. A queda nas vendas de veículos elétricos da BYD durante o feriado do Ano Novo Lunar de oito dias contribuiu para essa mudança. A capacidade instalada da BYD diminuiu 3,1% nos primeiros dois meses em comparação com o ano anterior, totalizando 12,1 gigawatt-horas, conforme apontado pela empresa sul-coreana de pesquisa de mercado SNE Research. Sua participação de mercado também caiu para 13,1%, uma redução de 4 pontos percentuais. O impacto do feriado de oito dias em fevereiro afetou as vendas de veículos elétricos da empresa, enquanto na Coreia do Sul o feriado do Ano Novo Lunar dura apenas quatro dias este ano. O relatório destaca que os veículos de nova energia da BYD são competitivos em preço devido à produção interna de baterias e à integração vertical na fabricação de automóveis. Recentemente, a empresa com sede em Shenzhen inaugurou uma fábrica na Tailândia, visando expandir sua presença global. Seis dos dez maiores fabricantes de baterias para veículos elétricos são chineses, representando 60,8% do mercado, um aumento de 2,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior. A capacidade instalada da Contemporary Amperex Technology cresceu significativamente durante o período, atingindo 35,5 GWh, um aumento de 44,9%. A empresa, sediada em Ningde, fornece baterias não apenas para grandes fabricantes chineses como Zeekr e Li Auto, mas também para montadoras estrangeiras como Tesla , BMW e Volkswagen. É o único fornecedor com mais de 30% de participação de mercado global, que aumentou para 38,4%. Além disso, empresas como CALB Group, Gotion High-Tech, EVE Energy e Svolt Energy Technology também registraram crescimento na capacidade instalada. A Svolt, com sede em Changzhou, teve o crescimento mais rápido, atingindo 184,3%. Segundo o presidente Yang Hongxin, a Svolt enviou mais de 15.000 veículos para clientes no exterior apenas no primeiro trimestre, representando quase 20% das exportações de automóveis. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: STCN Imagem principal: Yang Shiyao/ Xinhua

9 de abril de 2024
China2Brazil
O AliExpress, a plataforma de comércio eletrônico internacional do Grupo Alibaba Holding, lançou uma campanha estratégica destinada a atrair mais marcas para os mercados globais. Intitulada "10 Bilhões de Yuans (US$ 1,4 bilhão) em Subsídios", a iniciativa busca incentivar grandes empresas já envolvidas no comércio eletrônico transfronteiriço, além de comerciantes que operam na plataforma de varejo online Tmall. Com um total de 1.000 vagas disponíveis, a campanha oferece às empresas participantes dois modelos de negócios: totalmente gerenciado e semi-gerenciado. No primeiro modelo, o AliExpress cuida de todas as operações, vendas e logística, enquanto no segundo, as empresas têm um papel mais ativo no processo. Uma das principais vantagens para os participantes é a oportunidade de comercializar seus produtos em várias plataformas de comércio eletrônico sob o guarda-chuva do Grupo Alibaba, incluindo Lazada, Miravia, Daraz e Trendyol. Isso proporciona uma ampla cobertura nos principais mercados globais, abrangendo o Sudeste Asiático, Sul da Ásia, Europa e Oriente Médio. Algumas marcas de renome, como Huawei , Lenovo, Xiaomi, DJI e Tineco, já aderiram à campanha, enquanto negociações com outras gigantes, como Midea, Hisense e TCL, estão em andamento. Para garantir uma experiência logística eficiente, a Cainiao, unidade de courier do Alibaba, estará encarregada de fornecer serviços logísticos aos comerciantes participantes. Isso inclui o serviço de entrega global em cinco dias, lançado no ano passado, e colaborações com as autoridades aduaneiras da China para estabelecer "zonas exclusivas" dentro das áreas de zona franca em cidades como Shenzhen e Weihai. Essas zonas facilitarão o reembolso antecipado de impostos de exportação no comércio transfronteiriço. Com a iniciativa da campanha de subsídios, o AliExpress busca fortalecer ainda mais sua presença nos mercados internacionais e oferecer uma plataforma robusta para marcas que buscam expandir suas operações globalmente. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald Imagem principal: Xinhua

9 de abril de 2024
China2Brazil
A China subiu do sétimo lugar do ano passado para a 3ª posição no Índice de Confiança de Investimento Direto Estrangeiro de 2024 e lidera o ranking dos mercados emergentes. O relatório foi publicado pela empresa global de consultoria, Kearney. O relatório aponta que 88% dos entrevistados em todo o mundo planejam aumentar o investimento direto estrangeiro nos próximos três anos, um aumento de 6 pontos percentuais em relação ao ano passado, e 89% dos entrevistados acreditam que o investimento direto estrangeiro terá um papel mais importante na lucratividade e competitividade de suas empresas nos próximos 3 anos, com uma taxa de aprovação maior do que os 86% do ano passado. Na lista global do Índice de Confiança de Investimento Direto Estrangeiro deste relatório, os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar pelo 12º ano consecutivo, o Canadá novamente em segundo lugar, a China em terceiro lugar e mantendo a liderança nos mercados emergentes, seguidos pelo Reino Unido, Alemanha e França em quarto, quinto e sexto lugares, respectivamente. He Xiaoqing, presidente da Kearney para China, afirmou que a China não apenas tem uma grande economia, mas também possui um ambiente político mais estável e positivo em comparação com alguns outros países emergentes. Nos últimos anos, o governo chinês tem continuado a transmitir uma política de abertura ao exterior mais ativa, como a abertura do investimento estrangeiro no setor bancário, a eliminação completa das restrições de acesso ao investimento estrangeiro no setor manufatureiro, a ampliação do acesso ao mercado de serviços como telecomunicações e saúde, e uma série de medidas, como a isenção de visto para a China para seis países europeus, incluindo Alemanha e França no ano passado, e recentemente expandindo para Suíça, Hungria, entre outros, para constantemente impulsionar a confiança dos investidores. Embora os investidores estejam otimistas em relação à tendência geral de investimento direto estrangeiro, eles estão cada vez mais cautelosos em relação ao ambiente operacional global: 85% dos entrevistados acreditam que o agravamento das tensões geopolíticas afetará suas decisões de investimento. O índice de confiança acima é baseado na pesquisa anual da Kearney, calculado com base em dados originais obtidos por meio de pesquisas especiais com executivos de empresas líderes globais. A pesquisa foi realizada em janeiro de 2024 e as sedes de todas as empresas participantes estão distribuídas em 30 países e regiões. Fonte: news.cctv.com Imagem principal: Ji Chunpeng/ Xinhua

9 de abril de 2024
China2Brazil
No cenário global das startups, a China reafirma sua posição como um epicentro de inovação e empreendedorismo, revela o relatório mais recente da Hurun Research Institute. Com 340 unicórnios registrados até o final de 2023, o país asiático ocupa o segundo lugar, logo atrás dos Estados Unidos, segundo o Índice Global de Unicórnios 2024 divulgado pelo instituto. A ascensão vertiginosa dessas empresas, startups fundadas após 2000 com avaliações superiores a US$1 bilhão e ainda não listadas na bolsa de valores, reflete a resiliência e o dinamismo do setor empresarial chinês. Em média, mais de uma nova empresa unicórnio surgiu por semana na China ao longo do último ano, um testemunho do ambiente propício ao empreendedorismo e à inovação no país. Setores como inteligência artificial (IA) , semicondutores e novas energias lideram o grupo de unicórnios chineses, demonstrando um foco claro em tecnologias de ponta e soluções inovadoras. Especialistas da indústria destacam que o crescimento do número de unicórnios chineses está alinhado com os objetivos econômicos do país de promover novas forças produtivas de alta qualidade, o que promete impulsionar ainda mais a segunda maior economia do mundo. Segundo Wang Peng, pesquisador associado do Instituto de Ciências Sociais de Pequim, "O aumento no número de unicórnios chineses e sua participação nos unicórnios globais reflete o dinamismo e a força tecnológica da economia chinesa ." Entre os unicórnios chineses mais proeminentes está a ByteDance, a empresa por trás dos populares aplicativos de compartilhamento de vídeo Douyin e TikTok, avaliada em cerca de US$220 bilhões. Outras empresas notáveis incluem o braço financeiro do Alibaba, Ant Group, a varejista de moda rápida Shein. e o banco digital da Tencent, WeBank. Além disso, 18 unicórnios chineses listados no relatório Hurun de 2022 realizaram ofertas públicas iniciais (IPOs) no ano passado, um número significativamente maior do que nos Estados Unidos e em outras regiões do mundo. Wang atribui esse sucesso ao forte apoio do governo chinês à inovação e ao empreendedorismo, bem como à imensa demanda do mercado interno, que oferece vastas oportunidades para o desenvolvimento dessas empresas. Globalmente, o total de unicórnios atingiu a marca impressionante de 1.453 no ano passado, com os Estados Unidos liderando a lista com 703 unicórnios, seguido pela China e Índia. O valor combinado dessas empresas ultrapassou os US$5 trilhões, equivalente ao PIB do Japão em 2023. À medida que o mundo se divide em três grandes centros de inovação - os Estados Unidos, a China e o resto do Mundo - os unicórnios continuam a desempenhar um papel crucial no impulsionamento da economia global, com promessas de avanços significativos em setores como IA, novas energias e biotecnologia. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: East Money Imagem principal: Xinhua

8 de abril de 2024
China2Brazil
Um grupo de pesquisadores chineses desenvolveu fibras que podem emitir luz e gerar eletricidade sem precisar serem conectadas com energia elétrica. O grupo de pesquisa em materiais avançados da Escola de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade Donghua publicou o estudo na revista “Science”. A pesquisa propõe uma nova fibra inteligente que integra funções como coleta de energia sem fio, percepção de informações e transmissão. Os tecidos inteligentes feitos com essa fibra não precisam de chips ou baterias para realizar funções de interação humano-máquina, como exibição de luz e controle por toque. Este avanço abre novas possibilidades para a interação inteligente entre humanos e o ambiente, com amplas perspectivas de aplicação. Os dispositivos inteligentes vestíveis estão se tornando parte da vida das pessoas. Atualmente, o desenvolvimento de fibras inteligentes é frequentemente baseado na “arquitetura de von Neumann”, o que significa que os tecidos inteligentes ainda dependem de chips e baterias. Isso torna os produtos volumosos, pesados e rígidos, dificultando a satisfação simultânea das necessidades de funcionalidade e conforto dos tecidos. A equipe de pesquisa da Universidade Donghua propôs de forma inovadora uma nova arquitetura de fibra inteligente que não segue a “arquitetura de von Neumann”, simplificando efetivamente a estrutura de hardware de dispositivos vestíveis e tecidos inteligentes, otimizando sua usabilidade. Esta pesquisa integrou funções como coleta de energia, percepção de informações e transmissão de sinais em uma única fibra e criou tecidos inteligentes que não dependem de chips e baterias. Mas afinal, qual é o mistério por trás das fibras que podem emitir luz e gerar eletricidade sem precisar serem conectadas à energia elétrica? Como a energia eletromagnética dispersa no ambiente é “transferida” para as fibras? Esta pesquisa propõe o corpo humano como veículo de interação de energia, abrindo um caminho conveniente para a transferência de energia. A energia eletromagnética que normalmente se dissipa na atmosfera entra primeiro em um circuito formado por fibras, corpos humanos e a terra, seguindo o princípio “cotidiano e imperceptível” que promove o novo mecanismo de interação de energia “acoplamento com o corpo humano”. Após a adição de materiais funcionais específicos, basta um simples toque no corpo humano para que essa nova fibra demonstre o “milagre” de emitir luz e gerar eletricidade. “Esta nova fibra possui uma estrutura de três camadas, todas feitas de materiais comuns no mercado. A camada central é uma fibra de antena indutiva para campos eletromagnéticos alternados (fibra de nylon prateada), a camada intermediária é um dielétrico que aumenta a capacidade de acoplamento de energia eletromagnética, e a camada externa é uma camada luminosa sensível ao campo elétrico. Os custos dos materiais são baixos, e o processamento das fibras e tecidos pode ser realizado com tecnologias maduras, o que já permite a produção em massa”, disse Yang Weifeng, doutorando da Escola de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade Donghua e primeiro autor do artigo. Esta pesquisa também demonstrou várias aplicações desta fibra inteligente baseada no princípio de acoplamento com o corpo humano: sem o uso de chips e baterias, ela possibilita funções como toque luminoso, exibição de tecidos e transmissão de comandos sem fio. Hou Chengyi, pesquisador do Laboratório Estadual de Modificação de Materiais Fibrosos da Universidade Donghua, explicou: “Esta nova fibra pode ser aplicada em tecidos comuns, como roupas e decorações têxteis. Quando em contato com o corpo humano, ela pode realizar funções de sensorização visual, interação e iluminação brilhante através da emissão de luz, além de gerar sinais sem fio com base nos diferentes movimentos e posturas corporais, permitindo o controle remoto de eletrodomésticos inteligentes e outros produtos eletrônicos. Essas funções inovadoras têm o potencial de expandir os cenários de aplicação de produtos eletrônicos e até mesmo mudar a forma como as pessoas vivem de maneira inteligente.” O professor Wang Hongzhi, líder do grupo de pesquisa, declarou que no futuro eles irão aprofundar a pesquisa sobre como tornar essa nova fibra capaz de coletar energia de forma mais eficiente do ambiente e utilizá-la para impulsionar mais funções, incluindo exibição, deformação, processamento e inteligência artificial. Fonte: finance.people.com.cn Imagem principal: Volff/ Xinhua

8 de abril de 2024
China2Brazil
Segundo informações da State Grid Corporation of China, a subsidiária da State Grid no Brasil, State Grid Brazil Holding, assinou em 3 de abril, em Brasília, um acordo de concessão com Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica ) para o projeto de transmissão de corrente contínua de alta tensão de ±800 kV de nova energia no nordeste do Brasil. Este é o maior projeto de concessão de transmissão da história do Brasil e o maior projeto de infraestrutura do país nos últimos anos. A State Grid venceu a licitação independente em um leilão em 15 de dezembro de 2023. Este é o terceiro projeto de transmissão de corrente contínua de alta tensão no exterior conquistado pela State Grid, após os projetos de transmissão de corrente contínua de alta tensão da Belo Monte no Brasil. O projeto inclui a construção de uma linha de transmissão de corrente contínua de alta tensão de ±800 kV com extensão de 1468 km, duas estações conversoras nas extremidades, compensadores síncronos e projetos de engenharia relacionados à corrente alternada. A capacidade de transmissão nominal é de 5 milhões de quilowatts. O projeto irá reunir e transmitir energia limpa, como energia eólica, solar e hidrelétrica, das regiões nordeste e norte do Brasil, passando pelos estados do Maranhão, Tocantins e Goiás. A energia gerada irá atender às necessidades do uso de eletricidade de aproximadamente 12 milhões de pessoas nas áreas centrais, incluindo o Distrito Federal. Está previsto para entrar em operação em 2029, com um prazo de concessão de 30 anos. Este projeto irá desempenhar um papel importante na melhoria do nível de operação segura e estável da rede elétrica do Brasil , na promoção da integração da energia eólica e solar no nordeste do Brasil, e apoiará o desenvolvimento socioeconômico baseado em geração de energia limpa e de baixo carbono no Brasil. Fonte: sasac.gov.cn Imagem principal: Liu Bin/ Xinhua

8 de abril de 2024
China2Brazil
O Douyin , TikTok chinês, plataforma chinesa de mídia social conhecida como a versão local do TikTok, anunciou sua intenção de adquirir a Union Mobile Financial Technology, uma empresa de tecnologia financeira com licença para transações de ponto de venda (POS), por um valor estimado em 1,3 bilhão de yuans (US$ 193 milhões). A aquisição visa expandir os serviços de pagamento oferecidos pela plataforma, proporcionando aos usuários e comerciantes uma ampla gama de opções em lojas físicas. Com sede em Pequim, o Douyin está comprando uma participaçãTikTok chinês adquire empresa de tecnologia financeira para expandir serviços de pagamento o de 100% na Union Mobile, uma subsidiária da empresa de autopeças HyUnion Holding, conforme anunciado pela HyUnion em 4 de abril, antes do feriado prolongado. Uma vez concluída a transação, a Union Mobile será integrada à ferramenta de pagamento do Douyin, conhecida como Ulpay, que já possui uma licença para pagamentos online. Os terminais de ponto de venda processam transações por meio de cartões bancários e são essenciais para coletar pagamentos em estabelecimentos físicos. Segundo relatórios financeiros recentes da Union Mobile, a empresa registrou um lucro líquido de 81 milhões de yuans (US$ 11,2 milhões) no ano passado, com uma receita total de 1,9 bilhão de yuans (US$ 262,6 milhões). Além disso, a empresa demonstrou um fluxo de caixa líquido de aproximadamente 75 milhões de yuans no mesmo período, e seus ativos líquidos atingiram 649 milhões de yuans (US$ 89,7 milhões) até o final do ano passado. Vale destacar que outras gigantes da internet chinesa, como Alibaba Group Holding, Tencent Holdings, JD.com, Meituan, Pinduoduo e Xiaomi , já possuem licenças para realizar tanto pagamentos online quanto transações em pontos de venda (POS). Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Liu Jie/ Xinhua