20 de maio de 2022
O Grupo Xiaomi divulgou na quinta-feira (19) os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2022. Nos primeiros três meses do ano, a Xiaomi obteve uma receita de 73,35 bilhões de yuans, e um lucro líquido ajustado de 2,859 bilhões de yuans, uma queda anual de 52,9%. Wang Xiang, presidente do Grupo Xiaomi, disse em uma teleconferência de mídia realizada na mesma noite, que os maiores desafios vieram da pandemia e falta de abastecimento. No primeiro trimestre, a oferta de chips low-end foi escassa, o que afetou muito os mercados interno e externo. Ao mesmo tempo, a pandemia trouxe dificuldades ao desempenho da Xiaomi. No futuro, a empresa continuará investindo em áreas-chave para melhorar a eficiência operacional. Nesta sexta-feira (20), o preço das ações da Xiaomi subiu acentuadamente, com uma alta de 5,96%, com um valor de mercado total de HK$ 293,7 bilhões. Participação de mercado Em relação a investimentos, as despesas em P&D foram de 3,5 bilhões de yuans, 16% maior que o ano passado. E em março deste ano, os usuários ativos mensais do sistema operacional da Xiaomi, MIUI, no mundo atingiram 529 milhões, e na China esse número é de 136 milhões. De acordo com os dados da Canalys, no terceiro trimestre de 2022, a Xiaomi permaneceu em terceiro lugar em participação de mercado global, com 12,6%. Enquanto na China, a posição cai para quinto lugar, apesar de ter uma participação proporcionalmente maior, de 13,9%. No entanto, a demanda por smartphones tem sido fraca desde o início deste ano. Neste mesmo período, as remessas globais de smartphones no mundo inteiro caiu 10,5% em relação ao ano anterior, enquanto na China esse número sobe para 18,2%. As mudanças no ambiente geral também se refletem no desempenho do Grupo Xiaomi, com uma queda de 11,1% na receita do segmento de smartphones. Mercado de smartphone desacelerou, mas IoT ficou mais forte Por outro lado, o desempenho dos negócios de Internet das Coisas (IoT) e produtos de consumo é relativamente bom. Nos três primeiros meses deste ano, a receita atingiu 19,5 bilhões de yuans, um aumento anual de 6,8%, e a margem de lucro bruto aumentou 14,5 pontos percentuais para 15,6%, um recorde para um único trimestre. Wang Xiang disse que o Grupo Xiaomi tem mais de 10 mil lojas físicas, e mais e mais consumidores optam por comprar produtos de IoT nestas lojas, e a proporção da receita de produtos excluindo smartphones continua a aumentar. Este ano, a empresa também se concentrará em melhorar a eficiência das lojas. Fonte: 36Kr Xiaomi expande a participação de mercado no exterior A julgar pelos dados do primeiro relatório trimestral, o mercado externo ainda é a principal força do Grupo Xiaomi. No primeiro trimestre de 2022, a receita do mercado externo da Xiaomi foi de 37,5 bilhões de yuans, representando 51,1% da receita global. Segundo dados da Canalys, a Xiaomi é uma das três marcas mais vendidas em 49 países, e está no Top 5 de marcas de smartphones em 68 países. Wang Xiang diz que a Europa é um mercado importante para a Xiaomi, com uma participação no mercado europeu de quase 20%. Na Índia, Xiaomi vem atraindo muita atenção de todas as partes, e até o primeiro trimestre de 2022, Xiaomi se manteve a maior marca de smartphones por 18 trimestres consecutivos no mercado indiano. Xiaomi no mercado automotivo O Presidente da Xiaomi disse, durante a teleconferência de resultados financeiros, que no momento, não há muito progresso a ser anunciado para a Xiaomi Auto, e a empresa continua investindo recursos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia central. Ele também revelou que a Xiaomi Auto ainda mantém o plano original e está fazendo tudo para prosseguir conforme o planejado. Como citado anteriormente, as despesas de P&D do Grupo Xiaomi teve um aumento anual de 16%, e que se deve justamente ao aumento do salário do pessoal do P&D e aumento em gastos relacionados a negócios inovadores, como veículos elétricos inteligentes, chegando a 425 milhões de yuans. Segundo Wang Xiang, a empresa mantém o cronograma original para produção em massa de veículos elétricos inteligentes, ou seja, no primeiro semestre de 2024. Fonte: 36Kr
18 de maio de 2021
A Xiaomi ficou em primeiro lugar no mercado de smartphones em 12 países ao redor do mundo no primeiro trimestre de 2021, segundo um comunicado divulgado por Lu Weibing, CEO do Departamento Regional e Internacional da Xiaomi, nesta terça-feira (18). (Fonte: IT Home; imagem mostra os países em que a Xiaomi ficou em primeiro lugar) Neste período, os 12 países em que a Xiaomi ficou em primeiro lugar no mercado são Espanha, Rússia, Polônia, Bielorrússia, Ucrânia, Croácia, Lituânia, Malásia, Índia, Nepal, Mianmar e Colômbia. Além disso, a Xiaomi também apresentou bons resultados em outras regiões, onde no mercado de smartphone da Europa subiu para 2º lugar. A empresa permaneceu em primeiro lugar na participação no Europa Oriental por dois trimestres consecutivos, enquanto na Europa Ocidental permanece em 3º lugar. Já no mercado espanhol, a Xiaomi está no quinto trimestre seguido em 1º lugar do mercado. De acordo com a IT Home, Xiaomi continua a investir tanto no mercado doméstico quanto internacional, no trimestre passado, último trimestre de 2020, a participação do mercado global de smartphone da Xiaomi atingiu 3º lugar no mundo, voltando a posição depois de 6 anos. O que favoreceu o retorno da Xiaomi ao 3º lugar foi justamente o mercado internacional, especialmente a região europeia. A Europa representa o mercado de celulares topo de linha de última geração, nos últimos anos. A Xiaomi tem conquistado este mercado, e o preço médio de venda vêm aumentando. Um exemplo é o Mi 9, que no mercado nacional chinês tem preço inicial de 2999 yuans, e é vendido por 499 euros no exterior (cerca de 3800 yuans). O Mi 10 tem preço inicial de 3999 yuans na China e 790 euros no mercado internacional (cerca de 6251 yuans). Consolidar sua participação no mercado com celulares topo de linha, ao mesmo tempo mantendo o preço baixo dos seus aparelhos, são as missões mais importantes para a Xiaomi construir a imagem de uma marca de celulares de alto padrão a custo baixo no mercado exterior. Fonte: IT Home
5 de novembro de 2020
O fundador e chefe executivo da Xiaomi, Lei Jun, disse que de acordo com instituições de pesquisa como a IDC, a Xiaomi voltou ao 3° lugar no índice de participação de mercado mundial de smartphone no terceiro trimestre. A primeira vez que Xiaomi alcançou essa posição foi no terceiro trimestre de 2014. A informação foi divulgada por Lei Jun em 5 de novembro, durante a Mi Developer Conference (MIDC). A Xiaomi ficou em 3° lugar com 13,5% da participação do mercado mundial. Samsung ocupa a primeira posição com 23%, e a Huawei com 14,9%. Voltando aos três melhores do mundo após seis anos, ele acredita que o segredo por trás disso é a tecnologia, o investimento em P&D da Xiaomi, e afirmou que o aumento é gradativo a cada ano nos investimentos de pesquisa e desenvolvimento. "Para a Xiaomi romper a barreira da tecnologia, o talento é a fonte da inovação. Com engenheiros cada vez mais talentosos e efetivamente organizados, Xiaomi conseguirá constante avanços tecnológicos", disse Lei Jun. A empresa planejava recrutar 3.000 engenheiros no início do ano 2020, mas o processo foi atrasado pela pandemia e no final, somente 2.800 foram recrutados. Para o planejamento de 2021, a expectativa é ter 5.000 engenheiros efetivados ao longo do ano. Fonte: caixin.com; 21st Century Business Herald