22 de abril de 2022
Nesta sexta-feira (22), a Administração Nacional de Energia da China divulgou as estatísticas da indústria nacional energético dos três primeiros meses de 2022. No final de março, a capacidade de geração de energia instalada da China era de cerca de 2,4 milhões de MW, um aumento anual de 7,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Separando em tipos, a capacidade instalada de energia eólica é de 340 mil MW, 17,4% maior do que o ano anterior. A energia solar teve um crescimento maior ainda, com crescimento de 22,9% anualmente, chegando a 320 mil MW de capacidade instalada. No primeiro trimestre de 2022, a utilização média acumulada dos geradores da China foi de 899 horas, 18 horas menos que o mesmo período do ano passado. Os projetos das principais empresas dessa indústria completaram um investimento de 81,4 bilhões de yuans, um aumento anual de 2,5%. Fonte: IT Home
29 de novembro de 2021
Recentemente, a alfândega chinesa divulgou estatísticas referentes ao período de janeiro a outubro de 2021. Durante esse período, o valor total de comércio entre a China e a África foi de US$ 209,74 bilhões, um aumento de 27,4% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações tiveram um valor total de US$ 112,48 bilhões, um aumento anual de 24,5%, enquanto as importações tiveram um valor total de US$ 57,36 bilhões, aumento de 31,7%. Os cinco principais países comerciais, a África do Sul, Nigéria, Angola, Egito e Congo (República Democrática do Congo), ocupam mais da metade do total, que juntos totalizam US$ 113,04 bilhões representam 53,9% do comércio da China com o continente africano. Fonte: The Paper
16 de novembro de 2021
A Ernst & Young, empresa britânica de serviços profissionais, divulgou nesta terça-feira (16) a “Visão geral do investimento externo da China nos primeiros três semestres de 2021”. Os dados mostram que nesse período, o investimento direto externo de toda a indústria da China continuou a se desenvolver de forma constante, chegando a US$ 107,1 bilhões, um aumento anual de 6,3%. As estatísticas do mesmo período mostram que o valor total de fusões e aquisições no exterior anunciadas por empresas chinesas foi de US$ 46,34 bilhões, um aumento anual de 79%. As fusões e aquisições no exterior continuam a avançar para uma maior qualidade, e a participação de fundos de private equity (ou capital privado) e empresas de investimento aumentou significativamente. Além disso, o valor de projetos estrangeiros contratados recém assinados foi de US$ 159,62 bilhões, um aumento ano a ano de 6,2%, principalmente em transporte, construção em geral e outras áreas. O faturamento concluído foi de US$ 107,44 bilhões, aumentando 17,7% em um ano. Fonte: 21st Century Business Herald
20 de julho de 2021
O Escritório Nacional de Estatísticas da China atualizou recentemente os dados sobre a renda disponível per capita da população em 31 províncias no primeiro semestre de 2021. Xangai, Pequim e Zhejiang estão entre os três primeiros. Xangai no topo com mais de 40 mil de renda per capita As estatísticas mostram que a renda disponível per capita dos residentes de Xangai atingiu 40.357 yuans no primeiro semestre do ano, ocupando o primeiro lugar do país, com uma larga vantagem em relação a outras cidades. Xangai também é a única cidade que chegou na casa dos 40 mil yuans de renda per capita. Pequim e Zhejiang seguem na lista logo após Xangai Enquanto isso, Pequim fica em segundo lugar em renda disponível per capita. De acordo com dados divulgados pelo Escritório de Estatísticas de Pequim, no primeiro semestre, a renda per capita da cidade foi de 38.138 yuans, um aumento nominal de 10,3% em relação ao ano passado. Houve um aumento médio de 6,1% em dois anos, descontando a flutuação dos preços, o aumento real foi de 9,8% ano-a-ano, e um aumento médio de 4,4% em dois anos. Já Zhejiang ficou em terceiro lugar, com uma renda disponível per capita dos residentes chegando a 30.998 yuans no primeiro semestre do ano. Pequim e Zhejiang são as únicas cidades onde a renda ultrapassa 30 mil yuans. 10 províncias possuem renda maior que a média Os dados mostram que a renda nacional disponível per capita foi de 17.642 yuans no primeiro semestre, um aumento nominal anual de 12,6%. Com esses dados, Xangai, Pequim, Zhejiang, Jiangsu, Tianjin, Cantão, Fujian, Shandong, Liaoning e Chongqing estão acima da renda média nacional. Fonte: 21st Century Business Herald
3 de maio de 2021
O número de pessoas solteiras está aumentando continuamente na China. Dados do Ministério de Assuntos Civis do país mostram que a população adulta solteira chegou a 240 milhões em 2018. São mais de 77 milhões de adultos vivendo sozinhos, e espera-se que esse número se aproxime de 100 milhões até 2021. Ao mesmo tempo, as famílias com uma só pessoa está aumentando cada vez mais, tendo atingido 16,69% do total em 2018. A prevalência da economia dos solteiros deu origem a um estilo e cultura de consumo únicos dentro desse grupo. Com o crescimento contínuo dela, mais e mais indústrias entrarão neste mercado no futuro. E como criar um cenário de consumo mais exclusivo e personalizado para solteiros se tornou um novo desafio para as empresas. Neste sentido, a iiMedia Data Center (data.iimedia.cn) divulgou dados sobre a "economia dos solteiros", oferecendo uma compreensão mais intuitiva para entender as atitudes de consumo dos solteiros a partir de três perspectivas: alimentação e compras, lazer e entretenimento, e compra para a moradia. A pesquisa descobriu novas e ocultas necessidades dos consumidores, para fornecer uma base de referência para a tomada de decisão das estratégias de marketing. 21,6% das mulheres solteiras gastam uma média de 1.000 a 2.000 yuans por mês em alimentos e bebidas Em termos de gêneros, 21,6% das mulheres solteiras gastam em média 1.000 a 2.000 yuans por mês em alimentos e bebidas, enquanto a média de gastos mensais com alimentos e bebidas é de 2.000 a 3.000 yuans, representando 13,1%. Para os solteiros, a porcentagem mais alta é de 17,4%, na qual, gastam 2.000 a 3.000 yuans por mês em alimentos e bebidas. 56,3% das mulheres solteiras acham que maquiagem e cuidados com a pele são necessários A maioria dos entrevistados escolhe ser solteiro para aproveitar melhor a vida. Eles buscam ativamente por uma qualidade de vida melhor e têm diferentes atitudes em relação à maquiagem e aos cuidados com a pele. Os dados mostram que 56,3% das mulheres solteiras acham que maquiagem e cuidados com a pele são necessários, enquanto 44,2% dos homens solteiros também acham que é necessário. 66,7% dos solteiros preferem assistir a vídeos/séries em programas de TV quando se trata de entretenimento online Para alguns jovens, viver sozinho às vezes é o melhor, mas o entretenimento é indispensável. De acordo com os dados, 66,7% dos solteiros preferem assistir a vídeos/séries; 53,5% dos solteiros preferem ouvir música/chamada online; e 43,3% deles preferem jogar jogos quando se trata de atividades de entretenimento online. 43,6% dos solteiros gastam em média 300 a 500 yuans por mês em animais de estimação Os animais de estimação são considerados como "companheiros espirituais" por muitos solteiros, e os donos têm uma maior disposição para gastar com eles. Os dados mostram que 23,3% dos solteiros gastam em média 150 a 300 yuans por mês em animais de estimação; 43,6% dos solteiros gastam 300 a 500 yuans por mês; e 14% dos solteiros gastam 500 a 1000 yuans por mês. Solteiros pós 90s viajam em média 2,77 vezes por ano Da perspectiva de diferentes faixas etárias, os solteiros pós 70s têm o maior número médio de viagens por ano em 3,50 vezes, seguidos pelos pós 80s com 3,17 viagens por ano. Enquanto os pós 90s, pós 95s e pós os anos 2000 viajavam 2,77, 2,24 e 2,21 vezes por ano, respectivamente. 7,3% dos solteiros compram casas para deixar de ser solteiro De acordo com os dados, 66,7% dos solteiros que participaram da pesquisa disseram que compraram ou planejaram comprar uma casa para buscar uma moradia estável; 26% dos solteiros compraram uma casa para a preservação do valor e valorização do imóvel; e 7,3% dos solteiros compraram/planejam comprar uma casa principalmente para aumentar as chances de deixar de ser solteiros. Fonte: 21st Century Business Herald; iiMedia Research
19 de abril de 2021
O mercado consumidor da China está recuperando gradualmente seu poder aquisitivo, se tornando cada vez mais estável e melhor. No primeiro trimestre o consumo de varejo foi de 10,52 trilhões de yuans (aproximadamente US$1,6 trilhão), 33,9% a mais em relação ao primeiro semestre do ano passado, e 8,5% a mais em comparação com o mesmo período no ano de 2019, e crescimento de 1,86% em relação ao quarto trimestre de 2020. As informações são do Ministério do Comércio, publicadas pela Economic View, em 19 de abril. O faturamento de março de 2021 ante 2020 apresentou um crescimento de 34,2%, e 12,9% contra o mesmo mês de 2019. A velocidade de crescimento em relação a janeiro e fevereiro foi de 0,4 e 6,5 porcentual, respectivamente. Pontos econômicos sobre o crescimento do consumo do varejo Em primeiro lugar, o crescimento do consumo de mercadorias. No primeiro trimestre, o faturamento das vendas no varejo aumentou em 30,4% em comparação com mesmo período do ano passado, e aproximadamente 10% em relação ao 2019. Tanto os produtos do dia-a-dia quanto bens duráveis apresentaram um crescimento acelerado, entre eles, materiais e equipamentos de comunicação, cosméticos, equipamentos esportivos e de lazer, necessidades diárias entre outros produtos houve um crescimento de mais de 20% nas vendas em relação ao 2019. Produtos high-end também tiveram uma alta nas vendas, especialmente na ilha de Hainan, cuja região deixou de recolher impostos. Alguns centros comerciais (shoppings), outlets cresceram mais de 15% nas vendas em comparação com 2019. O segundo motivo é a recuperação gradual de consumo dos serviços. No mesmo período citado acima, a receita de produtos de alimentação aumentou em absurdos 75,8% ano-a-ano, recuperando até cerca de 98% de 2019, entre eles, com o aumento de 91,6% em março, superou a marca de 2019; o faturamento das bilheterias dos cinemas está chegando na receita do ano inteiro do ano passado, recuperando cerca de 97% do ano de 2019. Em março, a receita dos quartos das empresas de alojamento recuperou para aproximadamente 90% de 2019 no mesmo período. Durante o Festival da Primavera, os subúrbios das cidades como Pequim e Xangai houve um crescimento de quase o dobro no consumo de acomodações, e algumas plataformas de e-commerce teve 70% a mais de pedidos de jantares de Réveillon em comparação com o ano retrasado A terceira razão é o acelerado crescimento do novo tipo de consumo. No primeiro trimestre deste ano, as vendas online de produtos físicos no varejo foram de 25,8% a mais que o primeiro trimestre do ano passado, representando 21,9% do total das vendas online; o volume dos serviços de entrega expressa ultrapassou 20 bilhões de peças, crescendo 75%; venda de veículos automotivos de combustível alternativo aumentou em 2,8 vezes que o primeiro trimestre do ano passado, representando 7,9% do total da venda de veículos. Algumas plataformas de e-commerce registraram um crescimento de mais de 30% na venda de produtos como fechadura inteligente, robô aspirador, poltrona de massagem entre outros, e ainda em lojas de móveis domésticos se observou um crescimento de mais de 50% nas vendas de móveis inteligentes e personalizados comparado ao mesmo período de 2019. Por último, a estabilidade geral nos preços para o consumidor final. Os preços voltados para a população se manteu praticamente estável do ano passado para cá, sendo que no mês de março houve um crescimento de apenas 0,4%. A pecuária suína está recuperando suas produções de forma gradual, o estoque de carne suína foi restaurado, e o preço houve uma visível queda, voltando ao normal. O preço da carne suína decresceu 10,9% e 18,4% no comparativo mensal e anual, respectivamente. Ministério do comércio declarou que, o ritmo ascendente do mercado consumidor no primeiro trimestre é continuação do final do ano passado, o crescimento absurdo é devido principalmente aos fatores incomparáveis causados pela base baixa do ano passado. Os efeitos da pandemia e outros fatores se espalhou em diversas áreas, a população consumidora sofreu inúmeras limitações e restrições, e a recuperação das diferentes regiões, formato de venda e produtos ainda não estava estável, e campanhas de promoção precisava de uma força a mais que o normal. No futuro, observando a melhora e controle no quadro da pandemia, a otimização contínua na estrutura de abastecimento e implementação de políticas e medidas tendo sucesso no âmbito nacional contribuirá para a recuperação positiva constante do mercado consumidor. (APP Jingwei China-Singapura) Fonte: Economic Views, Diário do Povo
15 de abril de 2021
Na conferência de imprensa do “Anuário da Indústria de Robótica da China” (tradução livre), em 13 de abril, a 21 st Century Business Herald (21 CBH) informou que a receita operacional de robôs da China ultrapassou a marca de 100 bilhões de yuans (US$ 15,33 bilhões) pela primeira vez em 2020, e que a densidade de robôs do país atingiu 187 unidades por 10.000 empregados em 2019, ultrapassando a média global (113 und), e acelerando a aplicação da indústria de robô. Song Xiaogang, presidente executivo e secretário-geral da China Robot Industry Alliance (CRIA, sigla em inglês), disse em uma entrevista ao 21 CBH que, nos últimos anos, a produção nacional formou uma cadeia de indústria robótica relativamente completa, e a participação do mercado de robôs da China já ultrapassou 30%. Desde 2010, o mercado chinês de robôs tem crescido rapidamente e impulsionado o rápido crescimento do mercado mundial de robôs. Em termos de dimensão do mercado, desde 2013, a China tornou-se o maior mercado mundial de robôs industriais, representando 36% das vendas de robôs industriais no mercado mundial. Do ponto de vista da aplicação, a indústria de manufatura e a aplicação dos robôs da China, no momento, já abrange 130 categorias industriais, entre elas estão: automóveis, indústria eletrônica, indústria leve, têxteis, materiais de construção, energia, medicina, agricultura, construção civil, segurança pública, serviços públicos, casas inteligentes e entre outras áreas. Olhando para o “14º Plano Quinquenal”, Shi yong, vice-presidente do China Machine Institute e editor-chefe do conselho editorial do China Machinery Industry Yearbook (CMIY, sigla em inglês), apontou que com a nova revolução tecnológica e a evolução acelerada das mudanças industriais, a indústria robótica irá entrar em um período crítico de desenvolvimento de alta qualidade. “Para atender às necessidades urgentes de transformação e modernização da economia nacional, melhoria da qualidade de vida das pessoas e segurança pública, a indústria de robôs da China deve ser voltada para a aplicação, persistir em inovação, consolidar a base industrial, fortalecer a integração profunda dos setores, melhorar a estabilidade e a competitividade da cadeia de suprimentos da cadeia industrial, melhorar a qualidade e a confiabilidade do produto e alcançar um desenvolvimento inteligente e de alto nível”, Shi disse. Shi yong apontou que o “Anuário da Indústria de Robótica da China”, que deve ser publicado e distribuído no final de novembro de 2021, é a primeira edição anuário da Indústria de Robótica publicado e distribuído da China, que irá documentar fielmente o desenvolvimento da indústria, de forma abrangente e sistemática, ano após ano, e o desenvolvimento regional. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21 st Century Business Herald
15 de março de 2021
Em 15 de março, o Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês) divulgou os dados relativos à economia nacional de janeiro-fevereiro de 2021. A seguir, alguns destaques: O valor industrial agregado entre janeiro e fevereiro foi de 35,1% mais alto comparado com o ano passado Em janeiro-fevereiro, o valor agregado da indústria acima da escala (métrica estabelecida pela China para classificar as empresas de grande porte) aumentou 35,1% em termos reais (as taxas a seguir serão todas reais) do que o mesmo período do ano anterior. A taxa de crescimento é de 16,9% acima do que o mesmo período de 2019, com uma taxa de crescimento média dos dois anos de 8,1%. Em relação ao curto prazo, o valor agregado da indústria acima da escala aumentou 0,69 % em comparação com o mês de fevereiro para o janeiro. A produção de veículos elétricos de janeiro e fevereiro foi de 317.000 unidades, crescimento de 395,3% Dados do NBS mostraram que 3,855 milhões de veículos foram produzidos de janeiro a fevereiro, 89,9%, dos quais 317.000 eram veículos de energia nova, 395,3% a mais. Investimentos em ativos fixos urbanos crescem 35% anualmente do período de janeiro-fevereiro Em janeiro-fevereiro, o investimento nacional em ativos fixos (excluindo os agricultores) foi de 4,52 trilhões de yuans, 35,0% a mais do que o mesmo período de 2019, com uma taxa média de crescimento de 1,7% dos dois anos. Entre eles, o investimento privado em ativos fixos foi de 2,61 bilhões de yuans, 36,4% a mais do que no ano anterior. Em termos mensais, os investimentos em ativos fixos (excluindo os agricultores) cresceram 2,43% em fevereiro. O investimento nacional na área de incorporação imobiliário aumentou 38,3% em janeiro-fevereiro Em janeiro-fevereiro, o investimento nacional em incorporação imobiliária foi de 1,39 bilhão de yuans, 38,3% a mais do que o mesmo período de 2019, com uma taxa de crescimento médio de 7,6% nos dois anos. Entre eles, o investimento residencial foi de 1,03 trilhão de yuans, aumento de 41,9%. Vendas totais de bens de consumo no varejo aumentaram 33,8% no período de janeiro a fevereiro Em janeiro-fevereiro, as vendas totais de bens de consumo no varejo foram de 6,97 trilhões de yuans, 33,8% a mais que o mesmo período de 2019, com uma taxa de crescimento médio de 3,2% nos dois anos. Entre eles, as vendas no varejo de bens de consumo, excluindo automóveis, foram de 6,30 trilhões de yuans, aumento de 30,4%. Excluindo os fatores de preço (como inflação), as vendas totais de bens de consumo no varejo cresceram 34,3% em termos reais em janeiro-fevereiro de 2021, com uma taxa média de crescimento de 1,2% em dois anos. Crescimento na produção de petróleo, carvão bruto e eletricidade Em janeiro-fevereiro, a produção de petróleo bruto manteve um crescimento constante em relação ao ano anterior, produzindo 32,08 milhões de toneladas de petróleo bruto, um aumento de 4,1% em relação a janeiro-fevereiro de 2019. A produção média diária foi de 544.000 toneladas, um aumento de 19.000 toneladas em relação a dezembro do ano anterior. A produção de carvão bruto aumentou no mesmo ritmo do ano anterior, com um ligeiro declínio na média diária. Além disso, 620 milhões de toneladas de carvão bruto foram produzidas em janeiro-fevereiro, um aumento de 17,1% a mais do que o mesmo período de 2019. A produção média diária foi de 10,47 milhões de toneladas, 880.000 toneladas a menos do que em dezembro do ano anterior. Em janeiro-fevereiro, a geração de eletricidade foi de 124,28 bilhões de quilowatts-hora (kWh), aumento de 9,7% no mesmo período de 2019. A média diária foi de 21,06 bilhões kWh, redução de 2,41 bilhões de kWh em relação a dezembro do ano anterior. Fonte: 21st Century Business Herald
16 de dezembro de 2020
Dados divulgados pelo National Bureau of Statistics (NBS) em 15 de dezembro mostraram que o valor agregado real das indústrias acima da escala nacional (limiar estabelecido pelo governo, entende-se como uma empresa de médio ou grande porte) cresceu 7% em novembro, 0,1 ponto percentual a mais do que em outubro e o maior desde maio de 2019. A taxa de desemprego caiu pelo quarto mês consecutivo, marcando a recuperação das atividades industriais. O desempenho excedeu ligeiramente as expectativas do mercado. Uma pesquisa recente com 15 instituições nacionais e internacionais realizada pela Caixin Media mostrou que a previsão média e mediana do crescimento do valor agregado industrial dos economistas para o novembro foram ambos de 6,9%, com uma faixa de previsão inferior e superior de 6,4% a 7,5%. Olhando para os dados econômicos de outubro e novembro, o crescimento econômico está basicamente em cerca de 7% para o quarto trimestre e espera-se que a taxa de crescimento anual exceda 2% para o ano de 2020 (a China crescia por volta de 7% a 6% nos últimos 5 anos). Analisando as expectativas para o crescimento econômico em 2021, muitas instituições esperam que fique em torno de 9%, com expectativas mais conservadoras em torno de 7,5%. Entretanto, com a incerteza externa ainda elevada, aumento mais rápido da alavancagem geral a partir das políticas mais flexíveis deste ano e pressões da dívida interna, a economia da China continua sob pressão. Setor de serviço também se recupera diante da pandemia O índice nacional de produção de serviços aumentou 8% em relação ao ano anterior, aumento de 0,6 ponto percentual em relação a outubro. Dados do comércio exterior da China supera as expectativas Os dados de exportação em novembro superaram muito as expectativas externas. A taxa de crescimento das exportações está crescendo constantemente desde que se tornou positiva em junho. Com base no crescimento de 11,4% em outubro, a taxa de crescimento das exportações da China em termos de dólar aumentou ainda mais para 21,1% em novembro. Isto está relacionado com a ressurgência da pandemia no exterior, o que provocou a demanda de materiais relacionados à prevenção e controle da pandemia e à "Home-Bound Economy". Além disso, a China também assumiu a transferência de ordens de produção de alguns dos países que teve a atividade industrial pausada. Fonte: caixin.com; 21caijing
29 de outubro de 2020
O porta-voz do Ministério do Comércio, Gao Feng, anunciou em uma coletiva de imprensa os dados dos três primeiros trimestres das vendas online de varejo. Foram mais de 8 trilhões de yuans (R$6,8 trilhões), um aumento de 9,7% comparando com o mesmo período do ano anterior. Desse montante, as vendas a varejo de produtos agrícolas resultaram em 288,41 bilhões de yuans (247.93 bilhões de reais), um aumento de 34,3%. Já as importações de E-commerce a varejo aumentaram mais de 17% em relação ao ano anterior. Japão, Estados Unidos e Austrália são os três maiores países de origem da importação. Nos 8 trilhões de yuans (R$6,8 trilhões) do total das vendas online, 6,6 trilhões de yuans (R$5,6 trilhões) são de vendas de bens físicos, representando 24,3% das vendas totais de bens de consumo no varejo do país (incluindo online e offline), 4,8 pontos percentuais a mais do que no mesmo período do ano passado. Gao Feng, apontou que o e-commerce está acelerando a digitalização do mercado, dando origem a novas formas e modelos de negócio, ampliando a cadeia industrial, cadeia de suprimentos e cadeia de valor, e impulsionando a economia digitalizada. A contínua atualização de tecnologias nas vendas online, como o atual consumo saudável e o consumo verde, fez com que o E-commerce evoluísse fortemente. Analisando o histórico, modelos que combinam entretenimento e consumo, como as live commerce, fizeram sucesso nos últimos anos. Outro é o modelo "sem contato" que se tornou um canal importante para que bens e serviços cheguem diretamente aos consumidores, sem intermediários. Grandes empresas de E-commerce usam o modelo C2M (Costumer to Manufacture), ou seja, com os dados, tecnologia e criatividade reunidos online, alimentam as empresas reais, construindo uma "plataforma de fabricação inteligente" que promove a inovação, redução de custos e suprir deficiências. De acordo com Gao Feng, no setor de serviços online obtiveram resultados positivos. Os dados do Ministério de Comércio mostram que, no terceiro trimestre, o consumo online de entrega de comidas cresceu quase 10% em relação ao ano anterior, enquanto o crescimento do turismo online passou de negativo a positivo. Fonte: 21caijin