24 de setembro de 2025
Na área de montagem e lançamento do Centro de Lançamento de Naves Espaciais de Wenchang, em Dongjiao, província de Hainan, as obras avançaram com a construção de fábricas de montagem e reutilização de foguetes e da superfábrica de satélites. A infraestrutura sustenta o plano de transformar a região em um polo da indústria espacial comercial. Segundo Wang Fengyu, vice-diretor da Administração da Base Espacial Internacional de Wenchang, o local concentra o núcleo do polo aeroespacial da província e abriga o primeiro centro de lançamento comercial da China, a Base Espacial Comercial de Hainan. Desde 2020, quando o terreno ainda não tinha infraestrutura, a base passou a operar dois postos de lançamento. Em 30 de novembro de 2024, o foguete Longa Marcha 12 fez seu voo inaugural a partir do segundo posto. Pouco depois, em 12 de março de 2025, o Longa Marcha 8 partiu do primeiro posto. Entre o fim de julho e o início de agosto, duas missões foram realizadas em cinco dias, o que consolidou o início de uma fase de alta cadência de lançamentos. “O centro funciona como um aeroporto ou porto marítimo: fornece a infraestrutura para empresas de foguetes e satélites se estabelecerem”, afirmou Yang Tianliang, presidente da Hainan International Commercial Aerospace Launch (Hainan Shangfa). Ele destacou a posição geográfica de baixa latitude, a logística marítima e o regime da Zona de Livre Comércio de Hainan como fatores que ampliam a competitividade internacional. Hoje, os postos 1 e 2 realizam lançamentos regulares. Os postos 3 e 4 estão em construção. O plano é concluir 20 lançamentos em 2025 e ampliar a cadência para 32 por ano a partir de 2026. A expansão inclui novas áreas de montagem de foguetes, aplicações de satélites e serviços de dados. O centro já reúne mais de 700 empresas ligadas à cadeia aeroespacial, entre elas iSpace, Galactic Energy e Space Epoch. A estrutura se apoia em quatro frentes: foguetes, satélites, dados e turismo espacial. Com apoio da Administração Nacional Espacial da China (CNSA), o governo de Hainan criou no local o Centro de Pesquisa de Dados e Aplicações de Satélites e estabeleceu uma base conjunta com o Laboratório de Exploração do Espaço Profundo. Em parceria com a Academia Chinesa de Ciências, foi inaugurado o Laboratório Espacial de Wenchang, voltado a missões tripuladas e experimentos na estação espacial. Na cooperação internacional, a base já firmou acordos de compartilhamento de dados de satélites e obteve autorização para sediar uma unidade do Instituto de Engenharia Eletrotécnica de Moscou em Hainan, que atuará no suporte técnico ao setor. Além das operações espaciais, Wenchang investe em turismo científico. Estão em construção plataformas de observação e centros de divulgação. Segundo Yang Tianliang, a meta é aproximar a tecnologia espacial do público por meio de experiências imersivas e programas para jovens. De acordo com Wang Fengyu, o projeto de Wenchang busca consolidar um centro de lançamentos aberto, cooperativo e inovador, capaz de integrar demandas globais e gerar desenvolvimento industrial em Hainan. Fonte: China News
4 de junho de 2024
O ascensor da sonda chinesa Chang'e-6 descolou da superfície lunar na manhã de terça-feira, transportando amostras recolhidas no lado mais distante da Lua, um feito sem precedentes na história da exploração lunar humana. A sonda entrou numa órbita predefinida em torno da Lua, informou a Administração Espacial Nacional da China (CNSA). A sonda Chang'e-6, composta por um orbitador, um módulo de aterragem, um módulo de ascensão e um módulo de retorno - tal como a sua antecessora Chang'e-5 - foi lançada a 3 de maio. O seu conjunto de aterragem e ascensão aterrou na zona de aterragem designada na bacia do Pólo Sul-Aitken (SPA) em 2 de junho. A nave espacial terminou o trabalho de amostragem inteligente e rápida, e as amostras foram armazenadas num contentor dentro do ascensor da sonda, como planeado, informou a CNSA. Durante a amostragem e o acondicionamento, os investigadores realizaram uma amostragem simulada num laboratório em terra, com base nos dados de deteção enviados pelo satélite retransmissor Queqiao-2, fornecendo um apoio importante para a tomada de decisões e operações em todas as ligações. “A missão resistiu ao teste de alta temperatura no lado mais distante da lua”, disse a CNSA. A missão adoptou dois métodos de recolha de amostras da Lua, incluindo a utilização de uma broca para recolher amostras do subsolo e a recolha de amostras da superfície com um braço robótico. Recolheu automaticamente diversas amostras em diferentes locais. [caption id="attachment_20765" align="alignnone" width="1024"] Fonte da imagem: Xinhua[/caption] As múltiplas cargas úteis instaladas no módulo de aterragem, incluindo a câmara de aterragem, a câmara panorâmica, o detetor da estrutura do solo lunar e o analisador do espectro de minerais lunares, funcionaram bem e realizaram a exploração científica conforme planeado, afirmou a CNSA. O detetor de estrutura do solo lunar analisou e avaliou a estrutura do solo lunar subterrâneo da área de amostragem, fornecendo dados de referência para a perfuração de amostras. Após a conclusão da amostragem, uma bandeira nacional chinesa transportada pelo módulo de aterragem foi desfraldada pela primeira vez no lado mais distante da Lua. Ao contrário da descolagem na Terra, o ascensor não podia contar com um sistema de torre de lançamento. O módulo de aterragem funcionou como uma “plataforma de lançamento” temporária. A decolagem do ascensor Chang'e-6 do lado mais afastado da Lua não pode copiar a ascensão do Chang'e-5 do lado mais próximo da Lua, uma vez que não pode receber diretamente controle e apoio do solo. Utilizou os seus sensores especiais para conseguir posicionamento e orientação autónomos, com a ajuda do Queqiao-2 para a comunicação. Em comparação com a Chang'e-5, a Chang'e-6 registou melhorias na autonomia e fiabilidade do seu sistema de navegação, orientação e controlo, a fim de enfrentar os desafios colocados pelas incertezas do lado mais distante da Lua durante a sua decolagem e subida, disse Qiao Dezhi, um perito espacial do CASC. O sistema de controlo da Chang'e-6 foi também melhorado para melhorar a sua autonomia, permitindo-lhe completar a descolagem e a subida lunar com menor dependência do satélite retransmissor Queqiao-2 e do apoio terrestre, disse Huang Hao, outro perito espacial do CASC. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
22 de fevereiro de 2024
O foguete Long March-8 Y3 da China chegou ao Centro de Lançamento de Espaçonaves de Wenchang, na província de Hainan, sul da China, em preparação para o lançamento do satélite de retransmissão Queqiao-2, conforme anunciado pela Administração Espacial Nacional da China (CNSA) na quinta-feira. O Queqiao-2, satélite de retransmissão, foi transportado para o local de lançamento no início deste mês e está programado para ser lançado na primeira metade deste ano, informou a CNSA. Este satélite possibilitará a comunicação entre o rover lunar da China e a estação terrestre, oferecendo suporte de retransmissão para as missões Chang'e-6, Chang'e-7 e Chang'e-8. Trata-se de uma versão aprimorada do satélite Queqiao, responsável pela retransmissão na missão Chang'e-4. Com o término da vida útil projetada do primeiro Queqiao, o Queqiao-2 assumirá esse papel, fornecendo serviços de comunicação de retransmissão para as sondas Chang'e-4 e Yutu-2 no lado distante da lua. Alimentado por propelente líquido verde e ecologicamente correto, o foguete Longa Marcha-8 é a nova geração de foguetes de médio porte da China, projetado principalmente para enviar espaçonaves de 3 a 5 toneladas para a órbita síncrona do sol, destacou a CNSA. Os próximos passos incluem a montagem e testes do foguete no local de lançamento, onde as instalações estão em boas condições e o trabalho de preparação segue conforme planejado. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo Imagem principal: Tu Haichao/Xinhua
26 de abril de 2023
No dia 25 de abril, Wu Weiren, designer-chefe do Programa de Exploração Lunar Chinês e diretor do Laboratório de Exploração Espacial Profundo, fez um discurso em um evento temático do Dia do Espaço da China, no qual ele apresentou o plano de construção da China para a Estação Internacional de Pesquisa Lunar. Até 2040, um modelo maduro será construído para realizar a exploração do ambiente espacial e experimentos científicos do Sol, da Terra e da Lua, e uma constelação abrangente chamada de "Magpie Bridge" será construída para servir como pouso tripulado na lua e exploração profunda do espaço, como Marte e Vênus. Uma estação de pesquisa lunar aplicada será construída, que será gradualmente atualizada de uma estação de experimentação científica para uma base lunar prática e multifuncional. A Estação Internacional de Pesquisa Lunar é uma instalação científica experimental abrangente construída em conjunto pela China e muitos países, que operará autonomamente na superfície e órbita lunar por um longo tempo, com participação humana de curto prazo, e pode ser expandida e mantida. No discurso, Wu disse que o plano da China para a Estação Internacional de Pesquisa Lunar será implementado passo a passo em três estágios, e o país planeja construir um modelo básico até 2028 para realizar a exploração ambiental lunar e a verificação de teste de utilização de recursos. Além disso, Wu disse que a missão Chang'e-6 será lançada por volta de 2024, e a missão de retorno de amostras da lua será implementada. A missão Chang'e-7 será lançada por volta de 2026 para realizar uma investigação detalhada do ambiente e dos recursos do Polo Sul da Lua . A missão Chang'e-8 será lançada por volta de 2028 para realizar a verificação experimental da utilização de recursos lunares e construir o tipo básico de estação de pesquisa lunar. No evento, a Administração Espacial Nacional da China e a Organização de Cooperação Espacial da Ásia-Pacífico assinaram uma declaração conjunta sobre a cooperação da Estação Internacional de Pesquisa Lunar. Segundo a declaração, os dois lados realizarão cooperação ampla e aprofundada na demonstração, implementação de projeto, operação e aplicação da Estação Internacional de Pesquisa Lunar. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: ST DAILY Imagem principal: Divulgação - Roscosmos/CNSA
25 de novembro de 2022
A Administração Espacial Nacional da China (CNSA, sigla em inglês) revelou na quinta-feira (24) as cargas úteis internacionais que serão utilizadas no Programa de Exploração Lunar Chang'e-6, e anunciou outra convocação para propostas de cargas úteis internacionais para o Programa de Chang'e-7. A CNSA anunciou que transportará instrumentos científicos da França, Itália e da Agência Espacial Europeia/Suécia no módulo terrestre da missão Chang'e-6, e uma carga útil paquistanesa na órbita. Atualmente, estas quatro cargas úteis internacionais são tecnicamente viáveis de transportar, e todas elas estão dentro do cronograma para o trabalho de desenvolvimento. Desde que anunciou a oportunidade de cooperação em abril de 2019, oferecendo-se para transportar 10 kg de cargas úteis tanto no desembarcador como no orbital da missão Chang'e-6, recebeu mais de 20 propostas, de acordo com a CNSA. O Programa de Exploração Lunar Chang'e-6, está marcado para lançamento entre 2024 e 2025, envolverá uma investigação no local, a recuperação de amostras do outro lado da lua, e uma pesquisa sistemática e de longo prazo em laboratório sobre as amostras coletadas. Já o Chang'e-7, previsto para ser lançado por volta de 2026, visa explorar o ambiente e os recursos no pólo sul da lua e lançar as bases para a construção de uma estação internacional de pesquisa lunar, de acordo com a CNSA. O Chang'e-7, que inclui um orbital lunar, um lander, um rover, um veículo voador e múltiplos instrumentos científicos, visa pousar na Bacia do Polo Sul-Aitken, disse a CNSA. A China convidou cientistas de todo o mundo para participar da missão, oferecendo-se para transportar 10 kg de cargas úteis no módulo de aterrissagem e 15 kg de cargas úteis no módulo de órbita, disse a CNSA. O prazo para apresentação de cartas de intenção é 1º de fevereiro de 2023. A seleção preliminar deverá ser concluída no início de abril e as cargas internacionais que o Chang'e-7 transportará deverão ser confirmadas no início de julho, informou o CNSA. A CNSA divulgou as últimas atualizações da missão de exploração lunar durante o 2º Workshop de Parceria Global sobre Exploração Espacial e Inovação das Nações Unidas/China em 2022, que foi inaugurado recentemente em Haikou, a capital da província de Hainan, ilha do sul da China. Fonte: Taizhan
26 de maio de 2022
Representantes dos países BRICS (grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) reuniram-se em um encontro virtual, nesta quarta-feira (25), para oficializar o estabelecimento do comitê de cooperação espacial do BRICS. O comitê é considerado um novo marco para a utilização conjunta de satélites de sensoriamento remoto da Terra e cooperação sobre exploração de uso pacífico do espaço. Zhang Kejian, diretor-geral de Administração Estatal de Ciência, Tecnologia e Indústria para Defesa Nacional da China disse que o presidente Xi Jinping atribui grande importância ao desenvolvimento dos países BRICS. Ele salientou que a China está disposta a trabalhar junto com os países do mundo, incluindo os BRICS, para acelerar a implementação da agenda 2030 das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável, promover firmemente a implementação da iniciativa de desenvolvimento global e construir juntos uma comunidade de desenvolvimento global. Zhang destacou que o estabelecimento da Comissão Conjunta dos BRICS orientará a cooperação dos satélites de sensoriamento remoto da Terra, promoverá um nível mais elevado de cooperação entre as agências espaciais em áreas como proteção ambiental, prevenção e mitigação de desastres e resposta às mudanças climáticas. Além disso, a comissão fará o compartilhamento eficiente de dados e dará um novo impulso à cooperação estratégica dos países BRICS. Durante o encontro, as agências espaciais dos cinco países apresentaram suas atividades espaciais realizadas nos anos passados e a implementação do Acordo de Cooperação em Constelação de Sensoriamento Remoto por Satélite entre os países BRICS. Além disso,e assinaram o Documento sobre os Termos de Referência do Comitê Conjunto de Cooperação Espacial do BRICS, a Especificação Técnica para o Intercâmbio de Dados em Constelação de Sensoriamento Remoto por Satélite entre os países BRICS e os Procedimentos de Implementação para a Observação Conjunta em Constelação de Satélites de Sensoriamento Remoto do BRICS. Os participantes expressaram suas congratulações pelo estabelecimento da Comissão Conjunta BRICS de Cooperação Espacial, sua satisfação com o desenvolvimento de procedimentos para compartilhamento de dados e observação conjunta de constelações de satélites de sensoriamento remoto pelas agências espaciais BRICS, e suas boas-vindas pelo estabelecimento do Centro de Dados e Aplicações de Constelações de Satélites de Sensoriamento Remoto BRICS (China). Os participantes concordaram em melhorar continuamente a capacidade da constelação de satélites de teledetecção do BRICS, fazer esforços concertados para pôr em prática a eficácia dos dados da constelação e contribuir conjuntamente para o desenvolvimento econômico e social sustentável dos países BRICS. A constelação é composta por satélites dos BRICS, incluindo satélite de Observação da Terra GaoFen-6 e Gaofen3-02 da China, o satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS-04A), desenvolvido por meio de uma parceria entre o Brasil e a China, satélite russo Star Series V, e o satélite indiano de Recursos Terrestres 2 e 2A. Os dados do satélite de constelações estão disponíveis em estações terrestres em Sanya, China; Cuiabá, Brasil; região de Moscou, Rússia; Shad Nagar-Hyderabad, Índia; e Hatebishoek, África do Sul. Membros do Grupo de cooperação em Constelação de Sensoriamento Remoto por Satélite do BRICS, representantes dos departamentos diplomáticos de várias partes, representantes de departamentos de agências espaciais e representantes de empresas relevantes todos participaram da reunião. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: CNSA
13 de maio de 2022
Através dos dados do rover chinês Zhurong, a equipe de pesquisadores de Liu Yang do Laboratório Estadual de Clima Espacial, utilizou os espectros infravermelhos de onda curta. Os dados das câmeras de navegação e topografia adquiridos pela primeira missão de exploração de Marte da China, descobriu que tinha água correndo aos arredores e o interior da Utopia Planitia, cratera de impacto, bem antes do que imaginado, informou a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) divulgou uma atualização sobre a missão do rover Zhurong. Segundo a agência, O resultado foi publicado no dia 11 de maio na revista científica internacional Science Advances. Alguns cientistas comentam que esta descoberta é importante para a compreensão da história da evolução do ambiente climático de Marte. Yang explicou que a área de pouso do rover Zhurong está localizada no jovem terreno amazônico, que sofreu eventos de remodelação. Estudos já existentes mostram que Marte teve um clima frio e seco durante o período amazonense, com um alcance e extensão extremamente limitados da atividade da água líquida. No entanto, a fusão encontrou sinais de atividade hídrica nesta área, "sugerindo que a hidrosfera marciana durante a época amazônica pode ter sido mais ativa do que se pensava anteriormente". Ao analisar os espectros de infravermelho de onda curta e os dados da Câmera de Navegação e Topografia (Na TeCam) adquiridos pelo Zhurong, a equipe de pesquisa e colaboradores de Yang identificaram um tipo de rocha que se assemelha morfologicamente a rochas sedimentares, uma rocha brilhante em forma de placa. Yang disse: "Detectamos minerais que contêm água nestas rochas de cor brilhante que não foram identificadas na região por dados orbitais anteriores usando espectros infravermelhos de onda curta com ~1,9 μm e ~2,2 μm características de absorção, que se presume serem de sílica ou sulfato que contém água". A equipe de pesquisa acredita que para este cenário não pode ser formado através da evaporação de água na atmosfera, e descartou a possibilidade de uma grande atividade de corpos de água na superfície. Eles propuseram um novo mecanismo de formação: o manto do solo pré-sedimentar sofreu cimentação e lificação durante a ascensão ou infiltração de águas subterrâneas ricas em sal, formando as rochas tabulares que se observam. "Isso significa que a área onde o Zhurong pousou, pode conter uma grande quantidade de água disponível na forma de minerais que podem ser usados como recursos in-Situ (ISRU, sigla em inglês) para a futura exploração tripulada de Marte", disse Yang. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
7 de janeiro de 2022
O Programa Chinês de Exploração Lunar, anunciou nesta sexta-feira (7), que a sonda Yutu-2 bateu o seu recorde anterior de um percurso de 1000 metros e aprofundará também nos estudos em uma fotografia de um objeto em formato de cubo, capturada em dezembro do ano passado para descobrir a causa do impacto que gerou o cubo como uma “Casa Misteriosa”. Fonte: CSNA. A imagem refere-se a um objeto em formato de cubo capturado pela sonda Yutu-2 no final de 2021. O veículo lunar Yutu-2 se desacoplou da missão chinesa de exploração lunar, Chang'e-4, às 22 horas e 22 minutos, no dia 3 de janeiro de 2019, e pousou no lado oculto da Lua. De acordo com a Administração Espacial Nacional da China (CSNA, sigla em inglês), uma câmera panorâmica, um radar lunar, um espectrômetro de imagem infravermelha e um detector atômico neutro em colaboração com a Suécia foram instalados no Yutu-2. Com objetivo de realizar observações e estudos rádio astronômicos de baixa frequência na superfície lunar, através da detecção de posição. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
3 de janeiro de 2022
Há três anos, no dia 3 de janeiro de 2019, a sonda chinesa Chang’e-4 pousou no fundo da cratera Von Kármán, na Bacia do Polo Sul-Aitken, na parte de trás da Lua, realizando a primeira exploração humana no lado oculto da Lua. De acordo com os dados divulgados pelo CNSA, o satélite Queqiao, que permite a comunicação entre a missão Chang’e-4 com a Terra, completa 1322 dias em órbita. O explorador e o módulo de pouso estão há 1096 dias na Lua, os dados coletados acumulam 3.780 GB, e o rover lunar Yutu-2 percorreu uma distância de 992,33 metros. A equipe de cientistas do Chang’e-4 publicou mais de 100 artigos nas principais revistas científicas chinesas e internacionais, como National Science Review, Astronomical Research & Technology, Nature e Science. Fonte: IT Home
11 de junho de 2021
A Administração Espacial Nacional da China (CNSA, sigla em inglês), apresentou nesta sexta-feira (11), as primeiras imagens científicas colorida da superfície de Marte, que foi publicado pela sonda Tianwen-1, e capturadas pelo veículo espacial Zhurong, ilustrando-se a panorâmica de aterrissagem, a topografia do Marte e outras imagens que refere a superfície desse planeta vermelho. A publicação dessas imagens científicas marcou como o grande sucesso para as missões de exploração à Marte da China. Segundo as informações da mídia CCTV e a Pingwest. Fonte: CNSA; A panorâmica da superfície de Marte registrada pelo veículo espacial Zhurong. A imagem panorâmica do ponto de aterrissagem, é revelada quando o Zhurong ainda não foi totalmente aterrissado na superfície terrestre de Marte. E foi fotografada pela câmera de navegação do Zhurong por 360°, e montada a partir de uma série de imagens capturadas em posições diferentes. As imagens mostram que o terreno perto do local de aterragem é plano e o horizonte de Marte à distância, e que a abundância e o tamanho dos blocos estão de acordo com o esperado, o que indica que a escolha autônoma do local de aterragem e a levitação para evitar obstáculos têm funcionado bem. Fonte: CNSA; A imagem refere-se a topografia do Marte capturado pelo veículo espacial Zhurong. A topografia do Marte, além de ter sido a 1 a imagem topográfica registada pela câmera de navegação do veículo espacial Zhurong, é revelado também logo após o seu pouso neste Planeta. A imagem ilustra que a superfície próxima é mais plana, com uma distribuição de blocos de diferentes tamanhos, com bordas lisas, mais claras e semienterradas, e uma cratera circular mais distante, com blocos de cores mais escuras e angulares, e várias dunas ao longe. Fonte: CNSA; A imagem refere-se o “marco chinesa” capturado pelo veículo espacial Zhurong. A imagem o “marco chinês”, foi registrada quando o veículo espacial Zhurong pousou à Marte, e em seguida, dirigiu-se a 60° à direção ao Sul da sua plataforma de aterragem, com cerca de 6 metros de distância. Esta imagem mostra a bandeira chinesa perto da plataforma de pouso e a rica detalhes da superfície geomorfológica. Fonte: CNSA; A imagem refere-se o “rondamento” capturado pelo veículo espacial Zhurong. A imagem de “rondamento”, é revelada por uma câmera instalada embaixo do seu veículo, e enquanto o veículo espacial se movia para cerca de 10 metros na direção ao sul da plataforma de pouso. E através dessa câmera, foi registrada a foto do processo de pouso. A primeira missão de exploração à marte foi totalmente iniciada em 2013 e o projeto foi aprovado em janeiro de 2016. E no dia 23 de julho de 2020, a sonda Tianwen-1 foi enviada com sucesso no centro de lançamento Wenchan, Hainan, após passar por transferência da órbita terrestre para a marciana, captura do Marte, estacionamento em Marte, o pouso em Marte e outras fases científicas de exploração, todos eles tiveram uma abertura bem-sucedido. E até o dia 11 de junho, essa espaçonave já circunda na órbita de retransmissão em boas condições, e com 28 dias trabalhando na órbita marciana. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Pingwest; CCTV;